<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668</id><updated>2011-12-02T09:05:43.401-08:00</updated><category term='areia'/><category term='fernanda'/><category term='cinema'/><category term='montenegro'/><category term='jorge'/><category term='brasil'/><title type='text'>Filmes Esquecidos e outras histórias...</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>65</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-2525248742467304348</id><published>2011-09-12T10:39:00.000-07:00</published><updated>2011-09-13T04:40:50.832-07:00</updated><title type='text'>The Lucky Ones, de Neil Burger (2008)</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-IZLR8zqAXLs/Tm5E_TCCXwI/AAAAAAAAAKI/Zmx4w8kjYJU/s1600/lucky_ones_xlg.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 216px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-IZLR8zqAXLs/Tm5E_TCCXwI/AAAAAAAAAKI/Zmx4w8kjYJU/s320/lucky_ones_xlg.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5651530436627816194" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Longe de mim tentar perceber certas lógicas da indústria cinematográfica norte-americana ou até os gostos do público em si, mas a sério que me custa perceber como é que um filme que no elenco tem &lt;b&gt;Tim Robbins&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Rachel McAdams&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Michael Peña&lt;/b&gt;, todos em papéis muito bons, e ainda pode ostentar o sempre apelativo "do realizador de &lt;b&gt;O Ilusionista&lt;/b&gt;", passa completamente despercebido. Algo está muito errado quando se parte do princípio que as audiências só procuram super-heróis e remakes e sequelas em detrimento de uma história sensível e original como esta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"&lt;b&gt;The Lucky Ones&lt;/b&gt;" conta a história de três militares de serviço no Iraque que, por razões diferentes, têm direito a um período de férias em casa. Só que o regresso não é exactamente o esperado para nenhum deles o que acaba por juntá-los numa jornada "on the road" que irá criar laços indeléveis entre eles.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A história em si parece batida, mas não estamos aqui no campo moralista de outras obras. Com personagens muito bem-desenvolvidas e situações que equilibram muito bem o drama com a comédia, &lt;b&gt;Neil Burger&lt;/b&gt; constrói aqui um filme sensível, apelativo e não raras vezes engraçado. O que mais assusta, porém, é a realidade subjacente a este retrato da sociedade norte-americana actual.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os actores são fabulosos na forma como se contêm e como dão largas às mais variadas emoções. Nesse particular, o filme é um deleite constituído por momentos geniais atrás de outros ainda melhores. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"The Lucky Ones" é aparentemente um filmezinho que conta uma história mais ou menos simples e que, por certo, os mais inadvertidos vão encarar como apenas "mais um". Para mim, está aqui muito material oscarizável e, muito mais do que isso, inesquecível. Um filme a ver e rever... e rever.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;TRAILER: &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=RAGEAzfj3_8"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=RAGEAzfj3_8&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-2525248742467304348?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/2525248742467304348/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=2525248742467304348&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/2525248742467304348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/2525248742467304348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2011/09/lucky-ones-de-neil-burger-2008.html' title='The Lucky Ones, de Neil Burger (2008)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-IZLR8zqAXLs/Tm5E_TCCXwI/AAAAAAAAAKI/Zmx4w8kjYJU/s72-c/lucky_ones_xlg.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-1132235686359672205</id><published>2011-08-28T14:49:00.000-07:00</published><updated>2011-08-28T15:30:56.363-07:00</updated><title type='text'>Waiting For Forever, de James Keach (2010)</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-nu2_mHQ5A8I/Tlq4dpDe_PI/AAAAAAAAAJ4/BINeW7B442U/s1600/waiting-for-forever-poster.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 218px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-nu2_mHQ5A8I/Tlq4dpDe_PI/AAAAAAAAAJ4/BINeW7B442U/s320/waiting-for-forever-poster.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5646027902238522610" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E de onde menos se espera, e quando menos se espera, surge a surpresa. Digamos que, no que a comédias românticas diz respeito, os Estados Unidos já há algum tempo perderam o trono para filmes britânicos como &lt;b&gt;Love Actually&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Notting Hill&lt;/b&gt; ou as corrosivas aventuras de Bridget Jones. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por outro lado, nem o realizador - o veterano &lt;b&gt;James Keach&lt;/b&gt; - nem o argumentista&lt;b&gt; Steve Adams&lt;/b&gt; - que desde o desastre &lt;b&gt;Envy&lt;/b&gt; não escrevia para cinema - deixavam antever que este &lt;b&gt;Waiting For Forever&lt;/b&gt; fosse algo mais do que uma insossa comédia romântica para fazer chorar madalenas arrependidas. Mas é.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este filme que vos trago hoje conta a história de um jovem artista de rua, Willie (&lt;b&gt;Tom Sturridge&lt;/b&gt;), com uma personalidade muito particular: desde o traumático desaparecimento dos pais enquanto criança vive apaixonado por Emma (&lt;b&gt;Rachel Bilson&lt;/b&gt;), a vizinha que já não o é há mais de dez anos. Mas isso não o impede de a ver, de fazer dela parte da sua vida. Por isso, segue-a para onde quer que ela vá, Estados Unidos fora. O problema é que a sua timidez impede-o de declarar-se à sua amada pelo que ela nunca se apercebe sequer que ele está por perto. Aproveitando o regresso de Emma à cidade natal e incentivado pelos amigos de sempre, Willie decide que é a hora de revelar o que sempre desejou.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Waiting For Forever agarra o espectador logo no início. Os seus primeiros 10 minutos são fantásticos, tanto a nível de edição (genial genérico) como toda a cena passada com o casal no carro é de uma graciosidade e energia contagiantes. Quase sem querer, o filme agarra-nos logo ali e mantém-nos interessados até final. Apesar de uma ou outra parte previsível, há vários momentos em que a fita se eleva a patamares muitos altos, fazendo-se também valer de um elenco que se completa com os veteranos &lt;b&gt;Richard Jenkins&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Blythe Danner&lt;/b&gt; e que está em grandíssima forma. Mas o grande mérito do filme irá para o argumento que evita cair nos clichés habituais a este tipo de filme. Se os personagens em si são cativantes e a premissa é interessante, a combinação de drama com humor é quase sempre equilibrada acabando por dar um tom muito genuíno e natural a uma história que, à partida, nem parece muito plausível.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um último destaque para Tom Sturridge, encantador a fazer lembrar &lt;b&gt;Johnny Depp&lt;/b&gt; em &lt;b&gt;Benny &amp;amp; Joon&lt;/b&gt;, no qual este já emulava &lt;b&gt;Buster Keaton&lt;/b&gt;. O Willie de Sturridge pode não ser totalmente compreensível pelo comum dos mortais, mas permite ver a vida de uma perspectiva diferente. Só por isso, e se por mais não fosse, este belíssimo filme já valeria a pena.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Trailer: &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=CHjRBlm2lwc&amp;amp;ob=av3e"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=CHjRBlm2lwc&amp;amp;ob=av3e&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-1132235686359672205?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/1132235686359672205/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=1132235686359672205&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/1132235686359672205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/1132235686359672205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2011/08/waiting-for-forever-de-james-keach-2010.html' title='Waiting For Forever, de James Keach (2010)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-nu2_mHQ5A8I/Tlq4dpDe_PI/AAAAAAAAAJ4/BINeW7B442U/s72-c/waiting-for-forever-poster.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-306202506360283856</id><published>2011-07-21T14:57:00.000-07:00</published><updated>2011-07-29T06:46:09.963-07:00</updated><title type='text'>Senna, de Asif Kapadia (2010)</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-EPxYmScOc8s/TiihR6WCmtI/AAAAAAAAAJM/SJefCp3oUII/s1600/senna-movie-poster-2010-1000700994.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 140px; height: 186px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-EPxYmScOc8s/TiihR6WCmtI/AAAAAAAAAJM/SJefCp3oUII/s320/senna-movie-poster-2010-1000700994.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5631928663118355154" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Falar de "Senna", o filme, é falar de mais do que um filme. É falar de paixão. Minha. De um povo. Do mundo. Regressar a toda uma época que parece já longínqua, não apenas na memória do mundo motorizado, mas do mundo em geral, leva-nos agora a perceber, com a distância que qualquer análise merece, o fenómeno que foi Ayrton Senna, o homem e o piloto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Logo desde o princípio deste documentário, o que salta à vista é a quantidade e qualidade de imagens de arquivo nunca antes vistas. Imagens dos bastidores das corridas principalmente, mas também da vida privada e familiar do piloto brasileiro, que nos remetem imediatamente para o domínio do real e não da manipulação, porque são imagens não editadas. Este é o principal trunfo do filme. O facto de não se pretender "santificar" Senna. Até nos épicos - e desleais - confrontos com Prost são-nos mostradas todas as imagens, as reacções no momento. Sem análise ou grandes comentários. Tudo para que possamos tirar as nossas próprias conclusões.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Senna" acaba por ser um pouco um filme sobre a Vida e não apenas sobre a vida de Ayrton Senna. Leva-nos a reflectir variadíssimas vezes sobre variadíssimos valores humanos e também sobre algumas das facetas mais negras do Homem. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para os fãs do piloto, aqueles que já leram imensas coisas sobre ele, o filme não trará muito de novo. No entanto, o poder das imagens supera em muito todas as palavras que possam ter sido lidas. E nesse sentido, como referi anteriormente, o filme é um portento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O calcanhar de Aquiles de "Senna" é o esquecimento, por completo, que faz da relação com Gerhard Berger, companheiro do brasileiro na McLaren e seu melhor amigo no mundo da Fórmula 1. As "partidas" pregadas entre são ainda hoje lendárias nos bastidores da F1 e mereciam algum destaque, até porque Senna não era propriamente das pessoas mais sociáveis. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda assim, é uma obra muito completa e muito interessante que merece ser vista, mesmo por aqueles que, como eu, não se identificam muito com desportos motorizados. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Trailer: &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=HrbJPsPtTyU"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=HrbJPsPtTyU&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-306202506360283856?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/306202506360283856/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=306202506360283856&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/306202506360283856'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/306202506360283856'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2011/07/senna-2010-asif-kapadia.html' title='Senna, de Asif Kapadia (2010)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-EPxYmScOc8s/TiihR6WCmtI/AAAAAAAAAJM/SJefCp3oUII/s72-c/senna-movie-poster-2010-1000700994.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-518532790381116604</id><published>2010-10-10T17:06:00.000-07:00</published><updated>2010-10-10T17:27:48.261-07:00</updated><title type='text'>London, de Hunter Richards (2005)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/TLJVthLl-6I/AAAAAAAAAIk/WgY-h5OYT44/s1600/London_(2005_film)_Poster.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 203px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/TLJVthLl-6I/AAAAAAAAAIk/WgY-h5OYT44/s320/London_(2005_film)_Poster.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5526573933226490786" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ora cá está um filme completamente inesperado. Confesso-vos, peguei neste porque não desgosto do &lt;b&gt;Jason Statham&lt;/b&gt; e vê-lo com cabelo foi algo que achei caricato. O filme tresandava a independente e esse facto agradava-me. Ainda assim, parti para o seu visionamento sem grandes expectativas, até porque o resto do elenco, constituído por &lt;b&gt;Jessica Biel&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Chris Evans&lt;/b&gt;, me deixava de pé atrás. Pois bem, amigos, enganei-me redondamente e hoje considero este filme um pequeno achado, uma daquelas pérolas que nos sentimos muito gratos por ter visto. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A história gira em torno de Syd (Chris Evans), um jovem á beira do desespero depois da namorada, agora ex (Jessica Biel, a London do título) o ter abandonado. Já faz dois meses, mas Syd não consegue esquecê-la, muito pelo contrário. Assim, quando sabe que ela se prepara para trocar os Estados Unidos por Inglaterra, decide aparecer, na sua festa de despedida, mesmo sem ser convidado. Com ele leva Bateman (Jason Statham), um bancário que apenas lhe veio trazer droga. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este não é um filme para todos, reconheço. A verdade é que passamos mais de hora e meia dentro de uma casa de banho, a ver o discorrer da loucura existencial e amorosa de Syd, numa espiral que parece nada trazer de bom. E ele só quer ter coragem para confrontar London. Por ele vai passando uma galeria interessantíssima de personagens que mais não fazem do que contribuir para a sua decadência. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desengane-se quem pensa que London é um daqueles filmes hiper-depressivos e super-realistas. Nem o filme o quer ser nem o é efectivamente porque há uma energia inesgotável proveniente destes personagens muito bem construídos e dos diálogos muito bem escritos. É essa energia que nos cativa, que nos toca e nos faz desejar saber como acaba a história. Faz-nos querer torcer por Syd apesar de, através de flashbacks, percebermos que tem uma personalidade dúbia. E é aí que está a magia da coisa. London é um filme que promete ficar na memória.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;TRAILER  &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=bJxTh-ZoB9I"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=bJxTh-ZoB9I&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-518532790381116604?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/518532790381116604/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=518532790381116604&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/518532790381116604'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/518532790381116604'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2010/10/london-de-hunter-richards-2005.html' title='London, de Hunter Richards (2005)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/TLJVthLl-6I/AAAAAAAAAIk/WgY-h5OYT44/s72-c/London_(2005_film)_Poster.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-42431219991825358</id><published>2010-10-02T04:41:00.000-07:00</published><updated>2010-10-02T04:48:22.512-07:00</updated><title type='text'>E agora, na categoria "ninguém quer ver isto a não ser eu..."</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/TKcbwWitYpI/AAAAAAAAAIc/eMkzI_3sR_I/s1600/lost_boys_the_thirst_dvd.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 146px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/TKcbwWitYpI/AAAAAAAAAIc/eMkzI_3sR_I/s200/lost_boys_the_thirst_dvd.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5523413985492034194" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Podem não acreditar, mas o terceiro tomo da saga vampírica &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1400526/"&gt;LOST BOYS (THE THIRST&lt;/a&gt;, neste caso), embora saindo directamente para DVD, está a ter óptima recepção por parte da crítica. Eu ando curioso...&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.horrorbid.com/blog/blog1.php/2010/07/26/are-you-thirsty-the-lost-boys-3-the-thir"&gt;http://www.horrorbid.com/blog/blog1.php/2010/07/26/are-you-thirsty-the-lost-boys-3-the-thir&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-42431219991825358?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/42431219991825358/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=42431219991825358&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/42431219991825358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/42431219991825358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2010/10/e-agora-na-categoria-ninguem-quer-ver.html' title='E agora, na categoria &quot;ninguém quer ver isto a não ser eu...&quot;'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/TKcbwWitYpI/AAAAAAAAAIc/eMkzI_3sR_I/s72-c/lost_boys_the_thirst_dvd.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-1386579301754635739</id><published>2010-10-02T03:48:00.000-07:00</published><updated>2010-10-02T04:36:24.906-07:00</updated><title type='text'>Les Chansons D'amour (As Canções de Amor), de Christophe Honoré (2007)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/TKcPV3MUyGI/AAAAAAAAAIM/Py4h82EemIQ/s1600/Les_chansons_d%27amour.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/TKcPV3MUyGI/AAAAAAAAAIM/Py4h82EemIQ/s320/Les_chansons_d%27amour.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5523400336260515938" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este entra directamente para a categoria de "filmes da minha vida". E, neste caso, acontece algo não muito comum que é um mesmo realizador dar-me mais de um "filme da minha vida". Já tinha acontecido há uns anos com o sincero "&lt;b&gt;Dans Paris&lt;/b&gt;" de que vos hei-de falar aqui quando o revisionar. Aconteceu agora novamente com esta pérola de nome "&lt;b&gt;Les Chansons D'amour&lt;/b&gt;". &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sejamos francos: nenhum destes dois filmes é exactamente um "filme esquecido". Ambos tiveram imensa publicidade na imprensa e mesmo a televisão fez eco deles quando da sua estreia em terras lusas. E ambos são relativamente recentes. Chamei estes filmes a este blog principalmente porque o espectador de cinema médio tem alguma resistência por um certo cinema não feito nos EUA ou não falado em inglês, porque grande parte do público que visita este meu cantinho aqui na web vem do Brasil e não sei até que ponto &lt;b&gt;Christophe Honoré&lt;/b&gt; (ou mesmo &lt;b&gt;Louis Garrel&lt;/b&gt;) é conhecido no "país irmão", e porque não é-me impossível ver filmes destes e não os divulgar ao mundo. Simplesmente impossível.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De Christophe Honoré já tinha visto, além do referido "Dans Paris", "&lt;b&gt;Má Mère&lt;/b&gt;", um retrato de uma relação mãe/filho obsessiva que não me encheu as medidas na altura mas que reverei em breve. "Les Chansons D'amour" é quase uma sequela/remake de "Dans Paris" mas em formato musical. Os mesmos temas - a perda, a impossibilidade do amor - estão lá presentes e são já marca de autor de Honoré. A forma como os aborda, não sendo totalmente diferente, ganha um novo fulgor com a introdução das canções, maravilhoso naipe de melodias que não só ilustra emoções como as faz progredir, bem como ao filme. Não serão eventualmente tão marcantes como as de "&lt;b&gt;Once&lt;/b&gt;", mas compõem, sem dúvida, um excelente disquito para se ouvir numa tarde chuvosa. A montanha-russa de sentimentos em que nos envolvem, as músicas e o filme, faz-nos sentir automaticamente identificados com o que ali se passa. Todos já passamos por aquilo, talvez nunca o tenhamos sabido é explicar bem. Nesse sentido, Honoré é brilhante, na forma como despe os seus personagens e os enriquece de vida... e de amor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma nota final para o elenco composto por um grupo de actores todos absolutamente brilhantes, de onde se destaca, com naturalidade, Louis Garrel, o herdeiro do herói romântico da nouvelle vague. Só por ele já valia a pena ver o filme.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;TRAILER&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=NmDniwuKT5U"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=NmDniwuKT5U&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-1386579301754635739?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/1386579301754635739/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=1386579301754635739&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/1386579301754635739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/1386579301754635739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2010/10/les-chansons-damour-as-cancoes-de-amor.html' title='Les Chansons D&apos;amour (As Canções de Amor), de Christophe Honoré (2007)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/TKcPV3MUyGI/AAAAAAAAAIM/Py4h82EemIQ/s72-c/Les_chansons_d%27amour.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-3489691415900543704</id><published>2010-09-27T16:07:00.000-07:00</published><updated>2010-09-28T17:16:40.661-07:00</updated><title type='text'>Clássicos de Garagem (o regresso!)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/TKExKvijBnI/AAAAAAAAAHk/-pVGOdEN--k/s320/dudikoff.jpg" style="text-align: center;display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; cursor: pointer; width: 245px; height: 208px; " border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5521748678762759794" /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/TKEwZPqGy9I/AAAAAAAAAHc/rt1s9XEqIoo/s1600/the-expendables-poster.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 241px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/TKEwZPqGy9I/AAAAAAAAAHc/rt1s9XEqIoo/s320/the-expendables-poster.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5521747828390939602" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Não deixa de ter a sua piada ver um filme como &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;The Expendables&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; (&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Os Mercenários&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;, em tuga) nas salas de cinema em pleno século XXI. Porque The Expendables não é apenas um filme de acção como tantos outros. É um filme de acção que baseou toda a sua campanha publicitária em redor de um elenco quase todo composto por &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;has beens &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;e &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;wannabes&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; do cinema de acção. Gente que há 20 anos estaria (e esteve mesmo) na berra encabeçando uma das centenas de produções da &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Cannon&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; ou, com um bocadinho mais de sorte, de uma &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Carolco&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;. Foram tempos de glória, dizem-me alguns amigos, aqueles que viram pontificar estrelas da arte de bem arrear pancada ou destruir cidades como &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Sylvester Stallone, Arnold Schwarznegger, Jean-Claude Van Damme, Steven Seagal, Jeff Speakman, Chuck Norris, Michael Dudikoff, Dolph Lundgren, Eric Roberts, Wesley Snipes&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; ou mesmo &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Bruce Willis&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; nos seus imortais &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Die Hard&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;. Sim, porque também havia bons filmes entre os clássicos série B de videoclube que alugávamos aos cinco e seis de cada vez, revendo-os até à exaustão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;The Expendables não é um grande filme. Na verdade é um filme mediano que triunfa por apenas querer ser uma homenagem honesta a esses clássicos de videoclube do calibre de &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Braço Exterminador&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; ou &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Missão Cobra&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; (o 1 e o 2, já agora). Nem a história tenta ser melhorada, apesar de um excelente monólogo de &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Mickey Rourke&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; e um bom vilão de &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Eric Roberts&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;. The Expendables é aquilo que promete, nem mais nem menos, mas com uma ressalva: as cenas de acção são infinitamente melhores do que eram nos anos 80, e Stallone tem a auto-ironia suficiente de se deixar levar uma sova das antigas, daquelas que só ele poderia dar nos filmes de antigamente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;A pergunta que o sucesso que um filme destes (250 milhões de dólares pelo mundo fora falam por si) poderia significar no panorama cinematográfico em si, era a de se não estaríamos perante uma nova moda dos filmes de acção "à antiga". Sinceramente, não sei responder a isso, mas um primeiro indício do que pode estar para acontecer, chegou-me hoje aos olhos, sob o título &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Havana Heat&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;O &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Tayrona Entertainment Group&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;, que nunca produziu nada de jeito na vida, quer agora fazer-se ao piso e sacar de mais um êxito revivalista. Para isso, nada melhor do que seguir o exemplo do bem-sucedido filme de Stallone e juntar umas quantas estrelas esquecidas. Assim, teremos um Wesley Snipes ainda a contas com problemas relacionados com o fisco, um Michael Dudikoff regressado após um hiato de oito anos, &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Joey Lawrence&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; e mais uma série de actores especialistas em artes marciais da nova geração. Mas as intenções não ficam por aqui. O chefe da produtora anunciou que enviou recentemente convites a Chuck Norris e a Van Damme para se juntarem à produção e fazerem deste Havana Heat um filme acontecimento no Inverno de 2011. Conseguirão? Aceitam-se apostas, mas o que parece já seguro é que a acção abrutalhada terá mesmo vindo para ficar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'courier new'; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-3489691415900543704?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/3489691415900543704/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=3489691415900543704&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/3489691415900543704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/3489691415900543704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2010/09/classicos-de-garagem-o-regresso.html' title='Clássicos de Garagem (o regresso!)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/TKExKvijBnI/AAAAAAAAAHk/-pVGOdEN--k/s72-c/dudikoff.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-5059181180680997667</id><published>2010-09-27T14:48:00.000-07:00</published><updated>2010-09-27T15:34:48.428-07:00</updated><title type='text'>Wind Chill (Arrepio de Morte), de Gregory Jacobs (2007)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/TKESiwsrHnI/AAAAAAAAAHE/6NiCcpgu4ns/s1600/wind+chill.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 214px; height: 314px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/TKESiwsrHnI/AAAAAAAAAHE/6NiCcpgu4ns/s320/wind+chill.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5521715006530068082" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Não deve haver género no cinema contemporâneo americano mais prolífico do que o terror. Os mais atentos saberão que, quer nos cinemas, quer no mercado DVD/Blu-Ray, quer por vias menos legais, a quantidade de filmes de terror lançados é tão grande que é até difícil arranjar tempo para vê-los a todos. A verdade é só uma: talvez mais de 90% desses mesmos filmes não merecem que se gaste tempo com eles. Eu diria mais. As fórmulas do cinema de terror americano estão neste momento tão gastas e previsíveis que tudo, ou quase tudo, soa a mais do mesmo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;E é numa altura em que anseio pelo último esforço do &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;M.Night Shyamalan&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; (desta vez apenas como produtor), em "&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Devil&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;", que me cruzo com esta pérola de que vos venho falar hoje. "&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Wind Chill&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;" estreou em 2007 nos EUA e no resto do mundo, mas ninguém pareceu dar por isso. Pessoalmente, lembrava-me do cartaz e de ter a presença da &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Emily Blunt&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;, o que me desperta sempre um pouco a atenção. Mas, de resto, nada. Nem uma luz sobre a história do filme se acendia no mais recôndito canto do meu cérebro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Apanhei-o uma destas noites no Canal Hollywood, assim por acaso, e fiquei preso ao ecrã logo desde o início, com esta história de dois adolescentes que, tendo de fazer uma viagem de carro juntos, sofrem um acidente, e ficam bloqueados numa estrada secundária, perante temperaturas baixíssimas e... estranhos acontecimentos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;O grande trunfo de "Wind Chill" é que não quer ser mais do que aquilo que realmente pode ser, um exercício de suspense que prende o espectador à cadeira e o assusta aqui e ali. Não pretende reflectir sobre grandes temas ou mesmo sobre a condição humana e as suas atitudes em situações desesperantes. Não. Apenas quer contar uma história, simples quanto baste, povoada pela sugestão e pela emoção. Nós queremos mesmo que aqueles dois seres se safem no final, e, já agora, se não for muito, queremos também perceber o que raio se passa ali afinal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;E o final é compensador o suficiente para que recomendemos o filme aos nossos amigos, isto apesar de não ser uma obra-prima. Ainda assim, é capaz de, apesar de um ou outro defeito, compor uma sessão da meia-noite para não esquecer mais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Já agora, passa amanhã à noite, de novo, no Canal Hollywood.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Trailer (atenção que revela um pouco demais)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=uiwyITqDZlk&amp;amp;p=EEEAFB581FA63AF2&amp;amp;playnext=1&amp;amp;index=66"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;http://www.youtube.com/watch?v=uiwyITqDZlk&amp;amp;p=EEEAFB581FA63AF2&amp;amp;playnext=1&amp;amp;index=66&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-5059181180680997667?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/5059181180680997667/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=5059181180680997667&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/5059181180680997667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/5059181180680997667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2010/09/wind-chill-arrepio-de-morte-de-gregory.html' title='Wind Chill (Arrepio de Morte), de Gregory Jacobs (2007)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/TKESiwsrHnI/AAAAAAAAAHE/6NiCcpgu4ns/s72-c/wind+chill.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-5643243820060858603</id><published>2010-09-07T07:26:00.000-07:00</published><updated>2010-09-07T08:39:53.273-07:00</updated><title type='text'>The Nines (Os Noves), de John August (2007)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/TIZMe9PLpdI/AAAAAAAAAGI/__gH27xp338/s1600/theninesukposter.jpg"&gt;&lt;img style="text-align: justify;float: left; margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; cursor: pointer; width: 150px; height: 200px; " src="http://3.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/TIZMe9PLpdI/AAAAAAAAAGI/__gH27xp338/s200/theninesukposter.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5514178888479778258" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;John August&lt;/b&gt; é um daqueles nomes que imprime o "selo de qualidade" a qualquer filme. Colaborador recorrente de &lt;b&gt;Tim Burton&lt;/b&gt; (foi ele o nome por detrás dos argumentos de &lt;b&gt;Charlie and the Chocolate Factory&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Corpse Bride&lt;/b&gt; ou &lt;b&gt;Big Fish&lt;/b&gt;), assinou também o divertido &lt;b&gt;Charlie's Angels&lt;/b&gt;, o desiquilibrado &lt;b&gt;Titan A.E.&lt;/b&gt;, e o interessantíssimo &lt;b&gt;Go&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;Em 2007, aproveitando o bom nome grangeado pelas colaborações com Burton, August decidiu aventurar-se na realização de longas-metragens com este &lt;b&gt;The Nines&lt;/b&gt;, um curioso objecto de cinema que importa descobrir. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;Três homens, três histórias e três desenlaces diferentes polvilham esta esta espécie de thriller no qual nunca se percebe bem que plano se desenrolam as acções e qual a sua real importância na narrativa. Confuso? Talvez pareça e talvez seja um daqueles filmes que pede mais de um visionamento, mas também é um daqueles que nos revela novos e sumarentos pormenores a cada nova tentativa. E poderá também revelar novas lógicas e novas sensações. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;The Nines está magistralmente bem escrito. Mas é um OVNI total no panorama cinematográfico norte-americano actual, e quem o distribuiu deve ter pensado que o nome de &lt;b&gt;Ryan Reynolds&lt;/b&gt; só por si chegaria para obter retorno nas bilheteiras. Aqui em Portugal já o vi distribuído, apenas por mais 1 euro, com alguns jornais diários. Correi que este é mesmo bom!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;Trailer: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=c5mFAc1OTVM"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=c5mFAc1OTVM&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-5643243820060858603?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/5643243820060858603/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=5643243820060858603&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/5643243820060858603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/5643243820060858603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2010/09/nines-os-noves-de-john-august-2007.html' title='The Nines (Os Noves), de John August (2007)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/TIZMe9PLpdI/AAAAAAAAAGI/__gH27xp338/s72-c/theninesukposter.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-3885834134656975147</id><published>2010-09-01T04:38:00.000-07:00</published><updated>2010-09-01T05:51:57.497-07:00</updated><title type='text'>The Young Philadelphians (Os Milionários de Filadelfia), de Vincent Sherman (1959)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/TH48g0rHg5I/AAAAAAAAAF4/zzrmg6kMZ-E/s1600/cover-8449.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 139px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/TH48g0rHg5I/AAAAAAAAAF4/zzrmg6kMZ-E/s200/cover-8449.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5511909528541037458" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;Mais uma descoberta recente e mais um belo filme a acrescentar à riquíssima carreira de &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;Paul Newman&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;. Tony é um estudante de Direito cheio de sonhos e com a inocência própria de quem ainda não chegou à idade adulta, numa cidade de Filadélfia regida por interesses e aparências. Quando, atraído por promessas de um futuro risonho, aceita adiar o casamento com Joan (&lt;b&gt;Barbara Rush&lt;/b&gt;), começa a escalada pela subida na sociedade e o consequente embrenhar nos vícios que antes criticara.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, serif; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;Apesar de ser uma intensíssima crítica social, "The Young Philadelphians" nunca deixa o tom cómico. O equilíbrio entre os dois, juntamente com duas grandes interpretações do casal protagonista, elevam este filme a um patamar superior, talvez não de excelência, mas daqueles que gostamos de ter na nossa colecção e revisitar de vez em quando.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-3885834134656975147?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/3885834134656975147/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=3885834134656975147&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/3885834134656975147'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/3885834134656975147'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2010/09/young-philadelphians-os-milionarios-de.html' title='The Young Philadelphians (Os Milionários de Filadelfia), de Vincent Sherman (1959)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/TH48g0rHg5I/AAAAAAAAAF4/zzrmg6kMZ-E/s72-c/cover-8449.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-4073158962749521475</id><published>2010-08-05T18:32:00.000-07:00</published><updated>2010-08-06T07:16:45.143-07:00</updated><title type='text'>Houve Uma Vez Dois Verões (2002), de Jorge Furtado</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/TFtnMrTolPI/AAAAAAAAAFo/kBlScA9VBd4/s1600/houve+uma+vez+dois+ver%C3%B5es.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 135px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/TFtnMrTolPI/AAAAAAAAAFo/kBlScA9VBd4/s200/houve+uma+vez+dois+ver%C3%B5es.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5502104837244359922" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A vocês que me lêem, eu me confesso: não há nada como descobrir pérolas como estas no meio das resmas de filmes que saem cá p'ra fora todos os dias. Quando estamos a vê-los pela primeira vez, no escuro do nosso quarto, quantas vezes no mais silencioso momento da madrugada, é como se nos sentíssemos uns privilegiados por estarmos ali, naquele momento, a saborear aquele filme. Foi o que me aconteceu ontem quando me cruzei com este "Houve Uma Vez Dois Verões". &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já tinha ouvido falar de &lt;b&gt;Jorge Furtado&lt;/b&gt;, embora não tivesse ainda visto nada dele. Sabia que, junto com &lt;b&gt;Guel Arraes&lt;/b&gt; (de quem vos falarei com certeza em breve), tinha estado na origem de toda uma nova vaga de cinema brasileiro mais preocupado em contar outro tipo de histórias que não apenas as relacionadas com os problemas sociais da sua sociedade. Não que os ignore, mas combatê-los abertamente não faz exactamente parte da sua cruzada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este filme que hoje vos aconselho deambula entre a comédia e o drama, sem nunca optar exactamente por um deles, mas sem que isso prejudique a estória em si. Chico (&lt;b&gt;André Arteche&lt;/b&gt;) é um adolescente que, numa noite de Verão, é levado a perder a virgindade com Roza (&lt;b&gt;Ana Maria Mainieri&lt;/b&gt;), uma jovem que conhece num salão de jogos. Quando esta lhe liga a dizer que está grávida e que quer fazer um aborto, ele sente-se responsável e, apaixonado, oferece-lhe mil reais para ajudar às despesas do aborto. Quando se apercebe que foi ludibriado, parte em busca de Roza para repor a verdade. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Furtado opta por levar o filme de forma aparentemente ligeira, mas sem nunca perder o ponto de vista a que se propôs. O grande trunfo do filme está precisamente aí e no facto de o realizador nunca julgar os seus personagens, arriscando até um final diferente do que seria habitual. Apesar do amadorismo de André Arteche (ou por causa disso), "Houve Uma Vez Dois Verões" transporta consigo uma candura e inocência que já raramente se vê no cinema actual. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sem ser uma obra-prima, este é, sem dúvida, um filme que merece toda a atenção e apreço.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Trailer&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=ByXQzMaV54M"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=ByXQzMaV54M&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-4073158962749521475?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/4073158962749521475/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=4073158962749521475&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/4073158962749521475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/4073158962749521475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2010/08/houve-uma-vez-dois-veroes-2002-de-jorge.html' title='Houve Uma Vez Dois Verões (2002), de Jorge Furtado'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/TFtnMrTolPI/AAAAAAAAAFo/kBlScA9VBd4/s72-c/houve+uma+vez+dois+ver%C3%B5es.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-7041865350793785769</id><published>2010-08-03T08:31:00.000-07:00</published><updated>2010-08-03T11:46:53.609-07:00</updated><title type='text'>Once (No Mesmo Tom), de John Carney (2009)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/TFg28WKAYkI/AAAAAAAAAFg/Guu9ozIxdSs/s1600/once.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 150px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/TFg28WKAYkI/AAAAAAAAAFg/Guu9ozIxdSs/s200/once.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501207355200660034" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'courier new';"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Falar de &lt;b&gt;Once&lt;/b&gt; não é fácil porque se cai no risco da redundância. E muito já foi dito sobre este belo poema em forma de filme. A história parece simples: um artista de rua e uma vendedora de flores encontram-se causalmente e começam a partilhar entre si a paixão que nutrem pela música, até ao momento em que decidem experimentar tocar juntos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na sua essência, Once é um filme que redefine gerações e a forma como muitas pessoas se vêem retratadas neste quadro realista, eleva-o a filme de culto. É uma daquelas obras que, mesmo não sendo um sucesso massivo de bilheteira, perdura pela eternidade no coração de quem a vê.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Once é um filme sobre o amor, o concretizado mas sobretudo o falhado. Mas é, acima de tudo, uma ode à concretização dos sonhos mesmo que isso implique correr riscos elevados. E é um hino à superação pessoal, à música e a tudo aquilo que ela acarreta consigo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Glen Hansard e Marketa Irglova são absolutamente fantásticos e a banda-sonora, da responsabilidade do duo, é dos objectos musicais mais ternos que tive oportunidade de ouvir nos últimos anos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um filme que apetece ver sozinho e sentir que é só nosso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;TRAILER&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=I6xIF92OUos"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=I6xIF92OUos&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-7041865350793785769?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/7041865350793785769/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=7041865350793785769&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/7041865350793785769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/7041865350793785769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2010/08/once-no-mesmo-tom-de-john-carney-2009.html' title='Once (No Mesmo Tom), de John Carney (2009)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/TFg28WKAYkI/AAAAAAAAAFg/Guu9ozIxdSs/s72-c/once.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-4625046873776501029</id><published>2010-01-25T09:05:00.000-08:00</published><updated>2010-01-25T09:22:25.724-08:00</updated><title type='text'>Vers Le Sud (Para o Sul), de Laurent Cantet (2005)</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.comunidadefb.com.br/noticias/wp-content/uploads/2008/05/sud.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 197px; DISPLAY: block; HEIGHT: 283px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://www.comunidadefb.com.br/noticias/wp-content/uploads/2008/05/sud.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Laurent Cantet&lt;/strong&gt;, que nos tem trazido interessantíssimos filmes dos quais se destacam o premiadíssimo Entre Les Murs, trouxe-nos, em 2005, este interessantíssimo Vers Le Sud, que é um cativante drama que nos mostra algumas mulheres de meia idade na procura de refúgio e aventura em Port-du-Prince, capital do Haiti, nos anos 70. A paixão de duas delas por Legba, um adolescente local, trará à tona uma série de sentimentos e memórias escondidos por uma sociedade e por determinadas "regras" que com eles não pactuam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Charlotte Rampling&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Karen Young&lt;/strong&gt; são soberbas e a realização de Cantet ganha muito ao colocar estes personagens na primeira pessoa, conseguindo uma ligação imediata entre espectador e personagem. Fatará, talvez, um pouco mais de erotismo, para que a obra fique, indelevelmente, marcada nas nossas memórias. A lembrar o estilo de &lt;strong&gt;Tony Gatlif&lt;/strong&gt;, por vezes. Clandestino, marginal, absorvente. Um belo filme.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Trailer:&lt;a href="http://mais.uol.com.br/view/a56q6zv70hwb/em-direcao-ao-sul-vers-le-sud-040262C08113C6?types=A&amp;amp;"&gt;http://mais.uol.com.br/view/a56q6zv70hwb/em-direcao-ao-sul-vers-le-sud-040262C08113C6?types=A&amp;amp;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-4625046873776501029?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/4625046873776501029/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=4625046873776501029&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/4625046873776501029'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/4625046873776501029'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2010/01/vers-le-sud-para-httpmaisuolcombrviewa5.html' title='Vers Le Sud (Para o Sul), de Laurent Cantet (2005)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-8775614276647756159</id><published>2010-01-25T08:46:00.000-08:00</published><updated>2010-01-25T08:59:28.455-08:00</updated><title type='text'>Hot Rod (Rod Radical), de Akiva Schaffer (2008)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://twoguns.files.wordpress.com/2008/09/hot-rod-poster.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 445px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://twoguns.files.wordpress.com/2008/09/hot-rod-poster.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Ora aqui está uma divertida comédia que passou completamente ao lado de tudo e de todos (acho que nem sequer teve estreia comercial no nosso país). Rod é um aspirante a duplo que detesta o pai. Agora, ele tem de arranjar 50.000 dólares para salvá-lo e para que este sinta orgulho no filho. P'ra isso, vai ter de saltar de moto sobre 15 autocarros, proeza nunca antes realizada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Hot Rod vem na senda de um certo tipo de comédia protagonizada por Will Ferrell (um dos produtores do filme), Adam Sandler ou Owen Wilson, e da escola Judd Apatow, realizador ou produtor da maioria destas fitas. Se nem todas triunfam, em Hot Rod as coisas resultam sobretudo devido à simpatia e identificação que sentimos por estas personagens, isto apesar do nonsense de muitas das situações. É verdade que nem sempre acerta mas é, ainda assim, bastante compensador.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Trailer: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=8PIrxUzKYoI"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=8PIrxUzKYoI&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-8775614276647756159?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/8775614276647756159/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=8775614276647756159&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/8775614276647756159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/8775614276647756159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2010/01/hot-rod-rod-radical-de-akiva-schaffer.html' title='Hot Rod (Rod Radical), de Akiva Schaffer (2008)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-2188574169323801347</id><published>2009-11-02T06:30:00.000-08:00</published><updated>2009-11-02T07:16:59.875-08:00</updated><title type='text'>Imagining Argentina (Aconteceu na Argentina), de Christopher Hampton (2003)</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/Su72eiLIC1I/AAAAAAAAAEc/tFZXwxEv25I/s1600-h/Imagining_Argentina_movie.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 226px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5399524007693781842" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/Su72eiLIC1I/AAAAAAAAAEc/tFZXwxEv25I/s320/Imagining_Argentina_movie.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há sempre uma certa curiosidade em ver de que são capazes nas artes da realização, mestres de áreas como a interpretação ou a escrita. Se temos bem presente o desastre da adaptação fílmica que Frank Miller fez da própria obra em The Spirit (2008), basta olhar para o meu último post para se perceber que Sean Penn não é apenas um dos melhores actores vivos, mas um exímeo e contundente contador de histórias. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O caso que vos trago desta vez é o de Christopher Hampton, argumentista galardoado com o Oscar por Ligações Perigosas (Stephen Frears, 1988) e nomeado por Expiação (Joe Wright, 2007). O filme, o terceiro como realizador, centra-se nos anos de ditadura na Argentina e retrata o ocorrido na altura com o "desaparecimento" de milhares de contestatários do regime às mãos do mesmo. Carlos Rueda é um encenador teatral cuja mulher, uma jornalista que se prepara para denunciar os crimes do regime (Emma Thompson), é ela própria vítima do mal que denuncia. Rueda descobre então que tem poderes paranormais que lhe permitem descobrir, pelo menos em parte, descobrir os destinos dos desaparecidos e, por sua vez, tentar descobrir o paradeiro da esposa. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que poderia resvalar para o sentimentalismo excessivo ou para a fantasia mais banal torna-se, nas mãos de Hampton, numa crítica social contundente. O realizador equilibra bem o drama pessoal com a crítica social e ésse é o grande trunfo desta obra que, não estando isenta de alguns pequenos defeitos (como uma certa falta de equilíbrio narrativo), se destaca muito pela ousadia de fazer denúncia sem cair no sentimentalismo excessivo. É um triunfo também de António Banderas numa interpretação contida e com rasgos de génio, uma das suas melhores em muitos anos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Trailer: &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=H66OyzElYfm"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=H66OyzElYfm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-2188574169323801347?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/2188574169323801347/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=2188574169323801347&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/2188574169323801347'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/2188574169323801347'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2009/11/imagining-argentina-aconteceu-na.html' title='Imagining Argentina (Aconteceu na Argentina), de Christopher Hampton (2003)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/Su72eiLIC1I/AAAAAAAAAEc/tFZXwxEv25I/s72-c/Imagining_Argentina_movie.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-4498232714473225173</id><published>2009-10-19T08:47:00.000-07:00</published><updated>2009-10-19T11:58:37.674-07:00</updated><title type='text'>The Pledge (A Promessa), de Sean Penn (2001)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/Sty1xQEDSBI/AAAAAAAAAEU/MLnAhvdY8xk/s1600-h/the-pledge-film-poster.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 241px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394386311413188626" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/Sty1xQEDSBI/AAAAAAAAAEU/MLnAhvdY8xk/s320/the-pledge-film-poster.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;É engraçado, por vezes, perceber-se que não chega ter nomes como Jack Nicholson, Sean Penn, Sam Shepard, Aaron Eckart, Robin Wright Penn, Mickey Rourke, Vanessa Redgrave, Patricia Clarkson ou Harry Dean Stanton para levar um filme a bom porto em termos comerciais. E é engraçado também ver como as pessoas passam por ele nos videoclubes e acabam por passá-lo à frente como se de uma comédia dos irmãos Wayans se tratasse. A verdade é que, no meio de tantos filmes que saem por ano e que tentam atrair a atenção do espectador das mais variadas formas e meios, A Promessa opta por contar uma história de forma calma, intensa, quase sussurante. Nicholson é Jerry Black, um polícia em final de carreira que, perante um crime hediondo, promete a uma mãe encontrar o assassino da filha menor. Mas os demónios de um fim de carreira ao qual ainda não se habituou e da incompreendida obsessão pela promessa feita vão ser ao mesmo tempo umá vantagem e um obstáculo, não só na resolução de um caso como na própria evolução da vida de Jerry.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sean Penn caminha sobre gelo fino gerindo com habilidade e, sobretudo, com vigor, uma fábula sobre a vida, as suas desilusões e obsessões, entre o drama humano e o thriller psicológico. Jack Nicholson tem um dos grandes papéis da sua carreira e Robin Wright Penn - hoje colada em demasia ao estereotipo da melher sofrida - destaca-se com sensibilidade e garra num personagem difícil. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;mas o grande trunfo de A Promessa será o facto de não nos sair da cabeça durante muito tempo após a sua projecção.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O trailer engana muito mas aqui fica: &lt;a href="http://www.reelzchannel.com/movie/209860/the-pledge"&gt;http://www.reelzchannel.com/movie/209860/the-pledge&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este é bem melhor e tem bem mais a ver com o filme: &lt;a href="http://www.spout.com/films/The_Pledge/179999/347546/trailers.aspx"&gt;http://www.spout.com/films/The_Pledge/179999/347546/trailers.aspx&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-4498232714473225173?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/4498232714473225173/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=4498232714473225173&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/4498232714473225173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/4498232714473225173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2009/10/pledge-promessa-de-sean-penn-2001.html' title='The Pledge (A Promessa), de Sean Penn (2001)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/Sty1xQEDSBI/AAAAAAAAAEU/MLnAhvdY8xk/s72-c/the-pledge-film-poster.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-5018599234828308924</id><published>2009-08-31T06:15:00.000-07:00</published><updated>2009-08-31T06:34:48.515-07:00</updated><title type='text'>Clássicos de Garagem (parte I) - Porky's (1982), de Bob Clark</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/SpvRZ-zI0ZI/AAAAAAAAAEM/3sMKSesJf5c/s1600-h/porkys.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 240px; FLOAT: left; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5376120824481239442" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/SpvRZ-zI0ZI/AAAAAAAAAEM/3sMKSesJf5c/s320/porkys.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Toda gente conhece Porky's. Porque todos fomos adolescentes um dia e, nos anos 80, os tabus que envolviam o sexo eram muito maiores do que agora. Quantos de nós não compraram Playboys à socapa naquele quiosque ou espreitaram pela janela mal fechada dos balneários das miúdas no liceu?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Porky's era tudo o que fazíamos e principalmente o que queríamos fazer nessa altura. Foi um sucesso tremendo, também porque os seus personagens, ainda que caricaturas, mostravam as ânsias e os medos de uma geração. Claro que Porky's, e as suas sequelas, nunca quiseram ser mais do que típicas comédias dos anos 80 com maior índole sexual do que o costume. Mas também não lhes era pedido que fossem obras-primas. E para muitos teenagers desse tempo foi, não só uma pedrada no charco, como um deleite inspirador de brincadeiras e um sucesso em reuniões clandestinas na garagem dos amigos. Além disso, acabou por fazer escola que seria revitalizada no final dos anos 90 com a saga American Pie. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para mim, e para muitos outros, faz falta na colecção em DVD, ainda que as sequelas deixem um pouco a desejar. Hoje é essencialmente uma recordação nostálgica mas também um certo retrato de como as coisas eram há uns anos atrás. Nunca foram bons filmes, mas quem quer realmente saber disso?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Trailer do primeiro filme &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=7-RwhYCtwAk"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=7-RwhYCtwAk&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Trailer do segundo filme &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=u23Z4ksRvo8"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=u23Z4ksRvo8&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Trailer do terceiro filme &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=UunKLSYjiis&amp;amp;feature=PlayList&amp;amp;p=6E33D3C64F216228&amp;amp;playnext=1&amp;amp;playnext_from=PL&amp;amp;index=29"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=UunKLSYjiis&amp;amp;feature=PlayList&amp;amp;p=6E33D3C64F216228&amp;amp;playnext=1&amp;amp;playnext_from=PL&amp;amp;index=29&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-5018599234828308924?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/5018599234828308924/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=5018599234828308924&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/5018599234828308924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/5018599234828308924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2009/08/classicos-de-garagem-parte-i-porkys.html' title='Clássicos de Garagem (parte I) - Porky&apos;s (1982), de Bob Clark'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/SpvRZ-zI0ZI/AAAAAAAAAEM/3sMKSesJf5c/s72-c/porkys.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-6133719231418608019</id><published>2009-08-18T06:51:00.000-07:00</published><updated>2009-08-18T08:07:12.138-07:00</updated><title type='text'>A propósito de Never Back Down...</title><content type='html'>O cinema dos anos 80 e daí por diante trouxe-nos um outro mercado de filmes, essencialmente virado para camada mais jovens. A indústria soube dirigir-se a este público de uma outra forma criando histórias cativantes e produzindo novas estrelas em fitas quase sempre de baixo orçamento tornadas clássicos improváveis. Hordas de teenagers reuniram-se em sessões de meia-noite (e não só) para gerar cultos em redor de filmes como Pesadelo em Elm Street, Sexta-Feira 13, Momento da Verdade, Kickboxer e mais recentemente Velocidade Furiosa ou American Pie. Por regra, estes filmes têm como estrelas actores desconhecidos do grande público, histórias simples mas apelativas, uma cena ou actor carismático a dar a cara. Muitos deles tornam-se estrelas da noite para o dia e a maior parte desaparece com a mesma velocidade que os trouxe ao de cima. Há ainda outros que conseguem o estatuto de "astros de videoclube", na maioria das vezes repetindo o mesmo papel até à exaustão. Mas a sua marca na história (muitas vezes chunga, mas o chunga também é cinema e nem sempre mau...) do cinema está deixada, pelo menos para aqueles que vibraram com as suas desventuras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Never Back Down (Jeff Wadlow, 2008), é talvez o último caso de sucesso a esse nível. A clássica história do miúdo com problemas de adaptação à sociedade (neste caso gerados pelo sentimento de culpa na morte do pai) que se refugia na aprendizagem de artes marciais, não rendeu milhões nas bilheteiras, mas tem feito mossa por esses downloads afora, tornando Sean Faris estrela com carreira promissora da noite para o dia. O moço tem carisma, mas tem também muito para provar. E se nem Ralph Macchio vingou...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixo aqui mais alguns nomes de "clássicos de garagem" que fizeram e fazem as delícias de um público, e das suas estrelas e o que é feito delas. É já a seguir...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-6133719231418608019?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/6133719231418608019/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=6133719231418608019&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/6133719231418608019'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/6133719231418608019'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2009/08/proposito-de-never-back-down.html' title='A propósito de Never Back Down...'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-1471984555457749075</id><published>2009-08-18T06:46:00.000-07:00</published><updated>2009-08-18T06:51:31.134-07:00</updated><title type='text'>O Regresso</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Depois deste grande hiato, e de alguns pedidos que me chegaram à caixa de email, decidi retomar este canto onde se fala daqueles filmes que ninguém fala. Tenho visto muitos filmes e descoberto algumas pérolas, e não me sentiria bem comigo mesmo se não as partilhasse. Por isso, sejam bem-vindos de volta!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-1471984555457749075?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/1471984555457749075/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=1471984555457749075&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/1471984555457749075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/1471984555457749075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2009/08/o-regresso.html' title='O Regresso'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-2881328158683513923</id><published>2008-01-23T10:05:00.000-08:00</published><updated>2008-01-23T10:11:56.895-08:00</updated><title type='text'>"A Estação" - "The Station Agent" - Thomas McArthy (2003)</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/R5eC-UT-_6I/AAAAAAAAAF4/giENCUIJhsU/s1600-h/station_agent_1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158735905292222370" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/R5eC-UT-_6I/AAAAAAAAAF4/giENCUIJhsU/s320/station_agent_1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Esta review vai ser tão simples e pequena como este filme. Deparei-me com esta pequena obra completamente por acaso perdida algures numa secção de descontos de um hipermercado e algo me disse que seria um filme de que iria gostar.&lt;br /&gt;Não só gostei, como adorei e não paro de recomendar este pequeno grande filme a toda a gente embora este seja um daqueles filmes que são extremamente dificeis de descrever e por isso mesmo ainda se torna mais complicado encontrar uma forma de o recomendar.&lt;br /&gt;É que sabem, "The Station Agent" - " A Estação" além de nem chegar a ter 90 minutos, ainda por cima é um daqueles filmes em que aparentemente não se passa nada. Começa como podia ter acabado, acaba (subitamente) como podia ter começado e pelo meio aparentemente não se passa absolutamente nada. Não tem maus, não tem bons, não tem intriga, não tem (aparentemente) nenhuma love story, não tem tiros, não tem perseguições, não tem efeitos especiais, não tem absolutamente nada daquilo que seria suposto encontrarmos no habitual produto de cinema americano moderno. Em compensação, tem alma e coração.&lt;br /&gt;No meio de um aparente vazio de argumento, este é um filme que nos faz sentir bem e quando o filme acaba ficamos a pensar que gostariamos que continuasse pelo menos por mais uma hora. Gostariamos de ter mais uma hora com aqueles personagens que no meio daquele nada no fundo falam de muita coisa, mesmo quando em silêncio.&lt;br /&gt;Quando me perguntam qual a história deste filme, não sei o que responder. Primeiro porque se calhar a sua força está em ser o espectador a descobrir por si próprio e depois porque o que interessa no filme não é verdadeiramente a sua história, mas sim os personagens. Trés pessoas que aparentemente não têm nada em comum, mas que nos agarram com as suas conversas e nos fazem desejar também fazer parte daquele pequeno grupo de amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/R5eDMET-_7I/AAAAAAAAAGA/r75h7EZXZuM/s1600-h/station_agent_2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158736141515423666" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/R5eDMET-_7I/AAAAAAAAAGA/r75h7EZXZuM/s320/station_agent_2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Por isso, sem dizer muito mais recomendo este filme a toda a gente que procura desesperadamente por um filme americano que ainda transmita um sentimento real. Vão rir, chorar e no fim sentir saudade de pessoas que apenas existiram no vosso ecran durante 88 minutos. Acima de tudo, se gostarem do filme e ele vos tocar de alguma forma posso garantir que não o irão esquecer tão cedo.&lt;br /&gt;Pela minha parte, nem sabia que este filme existia. Nunca tinha ouvido falar dele e quanto a mim é um excelente candidato para este blog de filmes esquecidos, por todas as razões e mais algumas.&lt;br /&gt;Um pequeno grande filme verdadeiramente mágico pela sua simplicidade e que não só os fará rir e sentir algo, como também certamente os fará pensar sem ser um filme que se arma em cinema intelectual de pacotilha.&lt;br /&gt;Só é pena ser um filme tão pequeno, mas se calhar está aí a sua força e como poderão descobrir por vós próprios adequa-se perfeitamente ao personagem principal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.apple.com/trailers/miramax/the_station_agent/"&gt;http://www.apple.com/trailers/miramax/the_station_agent/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IMDB&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0340377/"&gt;http://www.imdb.com/title/tt0340377/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderão certamente encontrar o dvd português certamente perdido algures numa cesta de promoções de um qualquer hipermercado. Não contém extras mas técnicamente é uma boa edição.Se não o encontrarem na sua versão nacional, podem sempre adquiri-lo aqui &lt;a href="http://www.amazon.com/Station-Agent-Peter-Dinklage/dp/B0001WTWDI/ref=pd_bbs_sr_1?ie=UTF8&amp;amp;s=dvd&amp;amp;qid=1201109249&amp;amp;sr=8-1" goog_docs_charindex="3087"&gt;http://www.amazon.com/Station-Agent-Peter-Dinklage/dp/B0001WTWDI/ref=pd_bbs_sr_1?ie=UTF8&amp;amp;s=dvd&amp;amp;qid=1201109249&amp;amp;sr=8-1&lt;/a&gt; na Amazon americana.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-2881328158683513923?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/2881328158683513923/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=2881328158683513923&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/2881328158683513923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/2881328158683513923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2008/01/estao-station-agent-thomas-mcarthy-2003.html' title='&quot;A Estação&quot; - &quot;The Station Agent&quot; - Thomas McArthy (2003)'/><author><name>Luis Peres</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00882572407205100215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/R5eC-UT-_6I/AAAAAAAAAF4/giENCUIJhsU/s72-c/station_agent_1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-6116336561823301218</id><published>2007-12-04T07:52:00.000-08:00</published><updated>2007-12-13T09:39:23.549-08:00</updated><title type='text'>O Vale Proibido (Down in the Valley), de David Jacobson (2005)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/R2Ft89GDDXI/AAAAAAAAACk/UpkQpPShXWs/s1600-h/Down%2520in%2520the%2520Valley%2520(2006).jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5143513143393324402" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/R2Ft89GDDXI/AAAAAAAAACk/UpkQpPShXWs/s320/Down%2520in%2520the%2520Valley%2520(2006).jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ora aqui está um exemplo de obra que tinha tudo para triunfar: um elenco de luxo, um amor impossível como pano de fundo, cartazes de promoção lindíssimos. Mas &lt;strong&gt;Down in the Valley&lt;/strong&gt; freacassou rotundamente nas bilheteiras yankees e já só chegou à nossa presença num direct-to-video que, diz-vos este que se assina, não pode ser perdido! &lt;strong&gt;Evan Rachel Wood&lt;/strong&gt; é Tobe, uma adolescente que vive com o padrasto (&lt;strong&gt;David Morse&lt;/strong&gt;) e o irmão mais novo (&lt;strong&gt;Rory Culkin&lt;/strong&gt;). A sua vida e a do irmão são pacatas mas vazias. Até que Tobe conhece e se deixa fascinar por Harlan (Edward Norton), um misto de cowboy e vagabundo que vive entre a ilusão de ser quem é e de quem gostaria ser. Da paixão improvável à separação inevitável vai apenas um passo. O passo da compreensão. Aquele que fica algures entre o ultrapassar dos nossos preconceitos e a superação de um passado que talvez não tenha ficado definitivamente para trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Down in the Valley é romântico mas não lamechas. É inteligente sem ser pretensioso. Mas acima de tudo é sensível e, mais do que apresentar apenas uma história simples, bombardeia-nos com uma série de questões que nos fazem pensar "e se isto me acontecesse a mim?". Será o Harlan muito diferente de mim? De ti? Será a nossa sociedade a ideal para crescer em salutar alegria? Ou estaremos todos a condicionar o nosso próprio crescimento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenção aos extras do DVD. Na edição portuguesa são pouquíssimos mas a entrevista de Peter Travers a Norton e ao realizador David Jacobson é fantástica e vale muito muito a pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pérola a descobrir!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;trailer: &lt;a href="http://www.apple.com/trailers/thinkfilm/downinthevalley/trailer/"&gt;http://www.apple.com/trailers/thinkfilm/downinthevalley/trailer/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-6116336561823301218?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/6116336561823301218/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=6116336561823301218&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/6116336561823301218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/6116336561823301218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2007/12/o-vale-proibido-down-in-valley-de-david.html' title='O Vale Proibido (Down in the Valley), de David Jacobson (2005)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/R2Ft89GDDXI/AAAAAAAAACk/UpkQpPShXWs/s72-c/Down%2520in%2520the%2520Valley%2520(2006).jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-2402821518926214172</id><published>2007-11-26T08:20:00.001-08:00</published><updated>2007-11-26T08:24:24.646-08:00</updated><title type='text'>Planeta do Gelo (Ice Planet) -  Winrich Kolbe - (2001)</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137185074877640194" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/R0rym42FLgI/AAAAAAAAAFo/8Ra-Lo555t8/s320/ice1.jpg" border="0" /&gt;Hoje a recomendação vai para um filme péssimo.&lt;br /&gt;Pior ainda, nem sequer é um filme, mas sim um episódio piloto para uma série que não chegou a entrar em produção na altura, isto por volta de 2001.&lt;br /&gt;Então porquê a recomendação, perguntam vocês.&lt;br /&gt;Pois bem, isto hoje é para aqueles para quem o prazer de ver Cinema (com C grande) não tem necessáriamente de passar apenas por grandes obras de reconhecido mérito cinéfilo, artístico ou intelectual. A recomendação de hoje é para o pessoal que tanto se diverte com o "Casablanca" como com o "Plan 9 From Outer Space" sem qualquer preconceito. Neste caso muito específico é uma recomendação para os apreciadores de ficção-cientifica.&lt;br /&gt;Sendo assim, a coisa do dia chama-se "Planeta do Gelo" (Ice Planet) e acima de tudo está agora aqui por ter sido uma moderna tentativa Europeia (Alemã), para se criar um projecto de FC televisiva nos moldes de um Star Trek americano mas mantendo no entanto uma certa identidade europeia, o que só lhe ficou bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso no meio de tanta fragilidade cinéfila, alguém deve ter reparado tal como eu, que se calhar este Ice Planet até nem era tão mau quanto parecia á primeira vista, pois curiosamente depois de todos estes anos congelado (ahah), o projecto parece estar a ganhar uma segunda vida através do remake que se encontra já em produção, desta vez no Canadá com o veterano Michael Ironside como protagonista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas falemos do episódio piloto original. Foi realizado pelo veterano de séries televisivas americanas, o alemão Winrich Kolbe, que entre muitas coisas conhecidas filmou não só episódios para todas as séries modernas do Star Trek, esteve envolvido na produção da "Battlestar Galactica" original como ainda por cima dirigiu episódios do famoso "Knight Rider" e de coisas ainda mais kitch como o inclassificavel "Automan" no início dos anos 80.&lt;br /&gt;Posto isto...penso que ninguém se vai surpreender se eu lhes disser que "Ice Planet" é assim como uma mistura entre Star Trek NG com Battlestar Galactica antiga.&lt;br /&gt;Mas há mais !&lt;br /&gt;Imaginem um Star Trek com porrada estilo Galactica original e um design que fica algo entre o Tron, o Star Trek e o Babylon-5. E a cores ! Quer dizer...os filmes normalmente são a cores não é ? Mas este nota-se !&lt;br /&gt;Não me lembro de ver um filme com um estilo gráfico tão colorido desde talvez o Tron. Tron inseria cor por contraste no ambiente azul do filme, Ice Planet mantêm uma linha gráfica semelhante no design mas tem cor por todo o lado. Num único enquadramento arrisco-me a dizer que ás vezes se encontra todo o espectro de cor visivel ao olho humano de uma só vez bem escarrapachado no cenário para o espectador ver bem ! E isto é ainda mais reforçado pelos (horrorosos ?) CGIs terem um visual plástico e colorido fabuloso o que dá a este filme um estilo algures entre o desenho animado e o live-action sem nunca se definir bem mas com resultados surpreendentes na minha opinião. E o mais interessante, é que contrastando com isto o filme tenta ter um ambiente sério ao estilo da primeira série do Espaço 1999.&lt;br /&gt;O surpreendente é que no meio de tanta cor e até de tanto design de guarda-roupa hilariantemente retro, o ambiente "sério" da história não é que é mesmo conseguido ?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás uma das coisas interessantes deste Ice Planet é precisamente isso, mantém o mistério e uma excelente atmosfera com um fantástico ambiente de exploração do desconhecido durante muito tempo. Infelizmente o final não é propriamente bom, mas há que relembrar que isto seria o episódio piloto de uma série e portanto o final justifica-se. Pode ser que o continuem agora no remake contemporaneo.&lt;br /&gt;Em alguns momentos recordou-me um dos episódios passado na neve do Espaço 1999 e gostei disso. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137185195136724498" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/R0ryt42FLhI/AAAAAAAAAFw/0Ho_ytw3yjc/s320/ice2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Gostei também do estilo cinematográfico em que está filmado. Tenta fugir ao modelo televisivo e isso é bom. Ao menos nota-se que tentaram.&lt;br /&gt;E gosto do sabor Europeu que emana do episódio apesar de tanto plástico, há neste Ice Planet algo que o torna bem mais agradável do que uma banal cópia do estilo americano. Aliás acho que este filme só podia ser alemão mesmo, pois o estilo gráfico e o uso da cor remete imediatamente para aqueles videoclips dos 80s, estilo Alphaville e semelhantes. Nostalgia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso para quem gosta de FC e não entre nisto á espera de uma obra prima do género, tem aqui uma boa sugestão de compra. Porque pelo menos podem contar com um produto que no meio de tanto cliché e tanto kitch consegue no entanto ter um ambiente bem original e atractivo, coisa que não se encontra facilmente na FC moderna.&lt;br /&gt;Embora notem, que é preciso partir para este filme com espírito de série B. Se o tiverem e gostarem de Fc com um sabor retro muito bem recheada visualmente, têm aqui um pequeno produto que os irá surpreender.&lt;br /&gt;Preparem-se apenas para o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Interpretações absolutamente inclassificáveis, (o gajo que faz de contrabandista espacial tipo cigano é absolutamente hilariante de cada vez que abre a boca).&lt;br /&gt;- Uma overdose de CGIs super-coloridos (mas com paisagens alienigenas muito bem conseguidas).&lt;br /&gt;- Cor, muita cor. Até as cenas de neve contêm um caleidoscópio de cor.&lt;br /&gt;- Uma montagem absolutamente do piorio. Consta que o episódio teria duas horas e no entanto a edição em dvd não chega aos 90 minutos de filme. E isso nota-se, pois o ritmo narrativo varia constantemente. Contêm um início tão acelerado que uma pessoa nem tem tempo para conhecer os personagens e muito menos identificar-se com qualquer um deles, pois os acontecimentos que os levarão até ao planeta gelado sucedem-se a um ritmo alucinante ao estilo montanha russa com carro descontrolado.&lt;br /&gt;- Uma banda sonora estranha. Atmosférica mas as vezes não se percebe bem se o compositor saberia sequer para que cena estaria a compor. No entanto, fica memso bem neste filme. Acho.&lt;br /&gt;- Guarda roupa estilo retro. Na verdade uma mistura entre Star-Trek, Babylon-5 e clássicos do cinema FC dos 50´s. Eu adorei.&lt;br /&gt;- Os personagens não têm interesse absolutamente nenhum e alguns chegam a ser absolutamente irritantes, mas por outro lado tem tudo a ver com o espirito da coisa. Por isso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumindo, estão por vossa conta e risco. Eu adorei.&lt;br /&gt;Isto obviamente dentro de uma lógica série B. Não deixa de ser fascinante ver como actualmente graças aos computadores, até um série B e Z pode conter um visual fantástico que jamais seria possível por exemplo nos anos 80 quando este tipo de cinema tinha de recorrer a maquetes tradicionais e efeitos especiais de animação.&lt;br /&gt;Sendo assim, não recomendo que saiam imediatamente de casa a correr para ir comprar isto, mas se gostam de FC, e tiverem 9.95€ para esbanjar da próxima vez que forem ás compras na Fnac, quiserem trazer mais um filminho extra que seja fixe sem gastarem muito dinheiro, então têm aqui uma sugestão a considerar.  Excelente imagem e som a condizer. No Extras.&lt;br /&gt;Podem espreitar uma espécie de trailer aqui &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=vi5eK0xbl8A"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=vi5eK0xbl8A&lt;/a&gt; mas não vejam mais do que isto, pois o filme já é pequeno demais e não se arrisquem a apanhar com spoilers noutros sitios.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0269356/usercomments"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E já agora uma nota banal. Gostei da capa do dvd na edição portuguesa. Apesar do grafismo amador, e das imagens com péssimos CGI na parte de trás, a fotografia da capa com a rapariga de uniforme transmite imediatamente o ambiente do filme e não engana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto se eu tivesse que dar uma nota a isto seria assim; se levasse a coisa para o sério:&lt;br /&gt;3 estrelas em 10 pelo esforço.&lt;br /&gt;Mas, como isto é para ser visto com um espirito série Z:&lt;br /&gt;8 estrelas e meia, em 10, porque me divertiu, tem um ambiente retro a lembrar os velhos serials do Flash Gordon e gostava que o filme durasse um bocadinho mais.Se procurarem no imdb, verão que as reviews, variam entre o pessoal que tem a mesma opinião favorável ao filme que eu e o pessoal que simplesmente o acha abominável, (oh pessoal sem sentido de humor que não compreende o espirito de um série Z)&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0269356/usercomments"&gt;http://www.imdb.com/title/tt0269356/usercomments&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divirtam-se e façam uma pausa no cinema a sério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-2402821518926214172?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/2402821518926214172/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=2402821518926214172&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/2402821518926214172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/2402821518926214172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2007/11/planeta-do-gelo-ice-planet-winrich.html' title='Planeta do Gelo (Ice Planet) -  Winrich Kolbe - (2001)'/><author><name>Luis Peres</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00882572407205100215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/R0rym42FLgI/AAAAAAAAAFo/8Ra-Lo555t8/s72-c/ice1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-5864677749663997176</id><published>2007-11-22T10:15:00.000-08:00</published><updated>2007-11-22T11:05:58.881-08:00</updated><title type='text'>Three Wishes - Martha Coolidge (1995)</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/R0XRyf4glUI/AAAAAAAAACc/h5KoxVvXY4Q/s1600-h/three+wishes.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5135741615568098626" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/R0XRyf4glUI/AAAAAAAAACc/h5KoxVvXY4Q/s320/three+wishes.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A carreira de Martha Coolidge tem-se dividido, durante os anos, em fases distintas. Nos anos 80 dedicou-se a teen movies de qualidade (Valley Girl, 1983; Real Genius, 1985), nos anos 90 a um retrato de uma certa América clássica (Rambling Rose, 1991; Angie, 1994) e na primeira década deste século à televisão, tendo dirigido episódios de Weeds, CSI, Shark ou Huff. É da segunda fase que eu sinto mais saudades. Provavelmente porque sempre tive um fraquinho por aqueles dramas pessoais bem sóbrios e reconfortantes, a "fase &lt;em&gt;ninetees&lt;/em&gt;" da realizadora norte-americana foi a que me deixou mais saudades. Em especial este Three Wishes (Três Desejos, 1995) que nos apresenta a história de Jane Holman (a saudosa e desaparecida Mary Elizabeth Mastrantonio) e do filho Guinny (Joseph Mazzello, outro desaparecido) vivendo uma vida pacata mas difícil - o patriarca da família encontra-se desaparecido na guerra) numa cidadezinha dos EUA. Um dia, num acto de pura bondade, Jane socorre Jack, um vagabundo (Patrick Swayze) e o acolhe em casa. À medida que o tempo vai passando e a bondade de Jack vai cativando mãe e filho, Jane decide "adoptar" Jack, que afinal pode não ser apenas mais um vagabundo de beira de estrada.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Contar mais sobre este pequeno filme seria criminoso, pois a grande vantagem do cinema de Martha Coolidge sempre consistiu na desenvoltura com que executou este tipo de histórias. Three Wishes é, em última análise, uma parábola sobre a bondade humana. É aquilo que Favores em Cadeia (Pay It Forward, Mimi Leder, 2000) gostaria de ter sido e foi-o até certo ponto, antes de começar a choradeira desenfreada. Onde este filme era lamechas, Three Wishes consegui ser subtil além de arrancar mais uma bela interpretação ao subestimado Patrick Swayze. Mastrantonio e Mazzello também aqui estão em topo de forma e fazem um todo muito coerente e absorvente. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O fracasso comercial e crítico do filme só vem provar que pequenas e simples fábulas como esta já não têm lugar no cada vez mais imediato cinema norte-americano. O filme não é perfeito, eu sei. Mas eu cá gosto! E recomendo a quem quiser descobrir.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Trailer: &lt;a href="http://www.liberatedfilms.com/film-75021-Three%20Wishes%20-%20US%20Home%20Video%20Trailer"&gt;http://www.liberatedfilms.com/film-75021-Three%20Wishes%20-%20US%20Home%20Video%20Trailer&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-5864677749663997176?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/5864677749663997176/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=5864677749663997176&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/5864677749663997176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/5864677749663997176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2007/11/three-wishes-martha-coolidge-1995.html' title='Three Wishes - Martha Coolidge (1995)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/R0XRyf4glUI/AAAAAAAAACc/h5KoxVvXY4Q/s72-c/three+wishes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-7655548141802942444</id><published>2007-11-09T09:00:00.000-08:00</published><updated>2007-11-15T14:28:56.335-08:00</updated><title type='text'>"Kiss Me" - António da Cunha Telles - (2005)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/RzSYi6i9GgI/AAAAAAAAAEU/tkyI14DcCKM/s1600-h/kiss-me_cover.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5130893601080678914" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/RzSYi6i9GgI/AAAAAAAAAEU/tkyI14DcCKM/s320/kiss-me_cover.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Para que eu goste de um filme de contornos românticos, acima de tudo este tem de ter algo que me toque a nível emocional. Coisa que já não acontece há muito tempo por exemplo com os enlatados saídos de Hollywood de onde saiem remakes cada vez mais atrozes de filmes românticos originalmente fabulosos como o Coreano "Il Mare" completamente destruído pelos americanos com o plástico e banal "A Casa do Lago".&lt;br /&gt;Para um filme romântico me interessar ás vezes precisa conter apenas um pormenor na música, ou até uma simples imagem num determinado momento que faça a diferença.&lt;br /&gt;Ou um conjunto de pequenas coisas que tornem especial um argumento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este surpreendente filme português teve tudo isso e mais alguma coisa, inclusivamente algumas falhas que o impedem no entanto de ser uma obra prima do cinema comercial nacional, embora quanto a mim ande lá perto por muitos e variados motivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como haveria muito para dizer, vou tentar resumir esta crítica em dois pontos distintos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Resumindo, coisas que adorei em "Kiss Me"&lt;/strong&gt; e pelas quais eu acho que este filme não merece ficar esquecido:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O ambiente a fazer lembrar o filme "Cinema Paradiso", coisa que nunca julguei alguma vez vir a encontrar num filme Português.&lt;br /&gt;É como se fosse um filme do Tornatore mas ao mesmo tempo não o é pois tem um identidade própria bem portuguesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A recriação de ambiente de Tavira nos anos 50.&lt;br /&gt;Passei todas as férias da minha infância em Tavira, toda a familia da parte do meu pai era de lá e viveram aqueles tempos. Sei de cor as historias e os relatos que ouvi ao longo dos anos sobre como eram as pessoas da terra e o ambiente que se vivia. Pelo menos quatro dos personagens deste filme poderiam ser da minha familia, o alfaiate, o contrabandista, a costureira, a tia (que inclusivamente tem o mesmo nome da minha tia de Tavira), etc.&lt;br /&gt;Por isso neste aspecto o filme tocou-me particularmente pois colocou no ecran tudo aquilo que sempre visionei ao longo dos anos pelas historias que ouvia e nas fotos antigas que via.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/RzSY3ai9GiI/AAAAAAAAAEk/b1-DsKTuo_c/s1600-h/Kiss-me3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5130893953267997218" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/RzSY3ai9GiI/AAAAAAAAAEk/b1-DsKTuo_c/s320/Kiss-me3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; - A maneira como a musica mantém a coerência da atmosfera ao longo do filme, tanto nos lindíssimos temas originais como na escolha de temas de Jazz, Tangos e melodias orquestrais. Tudo soando fabulosamente num sistema 5.1.&lt;br /&gt;Este filme tem mesmo o melhor som que me lembro de ouvir num filme português. Bem melhor até que algumas pistas em DTS apesar de apenas conter a tradicional faixa em surround normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A maneira como uma história original foi contada usando recriação de cenas de filmes clássicos e integrando-os na narrativa principal como se pertencessem mesmo ali. Achei fabuloso e só tenho pena de não ter visto ainda todos os filmes ali referenciados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A fotografia estilo technicolor anos 50 acerta em cheio no que seria perfeito para este filme em algumas cenas chave. Além disso "Kiss Me", contém pelo menos uma mão cheia de imagens que poderiam ser obras fabulosas se tivessem sido apresentadas estáticas em qualquer mostra de fotografia e neste aspecto a Marisa Cruz não poderia ter sido melhor aproveitada pelo director de fotografia.&lt;br /&gt;A imagem da sua personagem deitada nua na palha molhada protegendo o filho com o calor do corpo está incrivel e é um dos grandes momentos visuais do filme.&lt;br /&gt;Surpreendeu-me bastante que apesar dos nús da Marisa , não a tenham explorado eroticamente daquela forma mais explicitamente sexual que muita gente esperava ver.&lt;br /&gt;Pelo contrário, todas as suas cenas de nú são mais sensuais do que sexuais pois toda a sexualidade do filme está presente na personalidade do personagem e o espectador acaba sempre por imaginar mais do que é na realidade mostrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/RzSZOai9GjI/AAAAAAAAAEs/V-8o0Rs77Y4/s1600-h/Kiss-me4.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5130894348404988466" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/RzSZOai9GjI/AAAAAAAAAEs/V-8o0Rs77Y4/s320/Kiss-me4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;- A colagem á Marilyn está excelente. A ideia de Laura passear pelo filme usando cada um dos vestido famosos resulta bem e cria desde logo subtis momentos de humor e um aproveitamento dramático perfeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A história. Simples, poética e emotiva sem cair na telenovela o que fica sempre bem.&lt;br /&gt;Embora não se livre de algumas falhas na estrutura do filme, mas ja comento isso nos pontos "negativos". De uma forma geral, é uma história muito bem aproveitada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Os cenários têm um design de produção fantástico. Durante duas horas transportam-me de volta á Tavira da minha infância quando a minha tia Marta no meio dos anos 70, ainda tinha todos aqueles móveis estilo 50´s que a Laura tem na sua casa. Os cenários de estúdio ligam perfeitamente com os exteriores filmados em Tavira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- As interpretações. É bom constatar que em portugal também temos grandes actores para cinema. O Nicolau Breyner está contidamente incrivel e com um personagem particularmente tocante. O Rui Unas vai longe e tem um personagem de quem se fica imediatamente a gostar. A Clara Pinto Correia é aquela personagem, assim como um actor que eu desconhecia, Manuel Wiborg e que tem outro personagem excelente, isto para não falar da personagem Clarinda que é simplesmente o complemento perfeito para a Laura.&lt;br /&gt;Muito haveria ainda para dizer sobre os actores mas na verdade o casting deste filme é absolutamente perfeito e nem sempre se encontra algo assim no cinema Português.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só os figurantes estragam a coisa um bocado.Quanto á Marisa, pois é uma boa actriz também apesar de muita gente ainda entrar em ideias negativas pré-concebidas.&lt;br /&gt;Senti varias pequenas "falhas" ao longo do filme, mas de uma forma global tem um trabalho fantástico apesar disso. Ela é Laura.&lt;br /&gt;A meio do filme já nem nos lembramos que é a Marisa Cruz e a química entre ela e o Nicolau é total como se pode ver por exemplo nas cenas do baile.&lt;br /&gt;Penso que a Marisa tem um excelente potencial como actriz, espero continuar a poder vê-la no cinema futuramente e só é pena ainda haver muita gente que pensa que por ela ser Modelo, boa e bonita isso significa que nunca poderia ser fazer um bom trabalho de representação. Pois bem, na minha opinião, a Marisa Cruz neste filme limpa o chão com todas as supostas actrizes que andam neste momento pelas novelas das nossas televisões.&lt;br /&gt;Além disso foi preciso ter lata (e coragem) para arriscar num papel tão emblemático, emulando logo a Marylin Monroe onde inevitavelmente seria alvo de comparações depreciativas. Injustas quanto a mim pois a colagem é total enquanto personagem - Laura - fascinada pela deusa do cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coisas de que "não gostei":&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Penso que em algumas partes do filme a evolução da personalidade da Laura é demasiado brusca e passa demasiado rápido por mudanças na sua evolução de menina ingénua até Vamp simbolo sexual da cidade. A relação amorosa entre ela e o personagem do contrabandista é demasiado súbita. Numa cena não se passa nada, na seguinte parece que já se relacionavam há muito tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A primeira cena erótica tem segundos a mais. Parece um comentário estúpido, mas a verdade é que a achei repetitiva pois tentaram prolongar aquilo que na verdade não pretendiam mostrar e acho que não resultou muito bem pois quebra um bocado o excelente ritmo que o filme tem até ali.Pronto, ok, tem a Marisa, essa parte está óptima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tavira tinha dezenas de locais poéticos para serem mostrados e practicamente nada foi usado neste filme. Não usaram o velho coreto, a fachada da praça antiga, o jardim central, entre muitas outras localizações que teriam dado ainda mais atmosfera ao filme. Provavelmente por falta de verba para muitos exteriores. É pena.&lt;br /&gt;Mas a ponte, a ilha,as 4 aguas e o rio estão perfeitos e servem perfeitamente a historia.&lt;br /&gt;Gostaria apenas de ter visto mais pois Tavira tem um potencial cénico romântico incrivel e foi pena não o terem usado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Alguns figurantes são terriveis o que quebra um bocadinho a atmosfera perfeitamente credivel do que estamos a ver comprometendo a ilusão de realidade presente no filme até esses momentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em algumas cenas mais intensas a Marisa tem algumas limitações dramáticas. Quando ela vai pedir ajuda á mãe por exemplo, os apelos do personagem não me convenceram. Se calhar a culpa não foi dela, porque durante todo o filme enquanto actriz principal ela tem momentos verdadeiramente excelentes e parece carregar sem esforço todo o filme nas suas costas competindo sem problemas com actores como o Nicolau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O final é um bocadinho brusco, penso que o filme pedia um fim mais emocionalmente trabalhado. Parece que o realizador ou o argumentista precisavam de terminar o filme e decidiram inserir a martelo um final que nem sequer era necessário.&lt;br /&gt;Visto que o argumento até é practicamente todo diferente do livro original, não entendo porque o filme não acabou num dos momentos finais mantendo a mesma narração mas evitando a breve sequência contemporânea no avião que parece completamente deslocada.&lt;br /&gt;Se calhar fui eu que queria que o filme não acabasse assim tão subitamente, pois a verdade é que adorei este "Kiss Me".&lt;br /&gt;Temos aqui um filme Português comercial verdadeiramente digno dessa qualificação no melhor dos sentidos.&lt;br /&gt;O que me leva ao ponto seguinte...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- "Kiss Me", não gosto do titulo. Acho que não resulta apesar de perceber a ligação. Acho-o demasiado forçado um titulo em inglés para um filme como este.&lt;br /&gt;Até porque tenho a certeza que afastou muito público e pode continuar a afastar. Especialmente de uma faixa etária mais avançada que nunca reparará num filme com um titulo em estrangeiro.&lt;br /&gt;E nem morro de amores pelo cartaz demasiado plástico e com pinta de fotografia mais própria para passagem de modelos do que propriamente para representar a atmosfera diferente que se encontra no filme e que é bem mais clássica. Penso que em termos de marketing o cartaz como está foi um erro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Concluíndo&lt;/strong&gt;, sinceramente acho que o filme é um espectáculo e infelizmente é um daqueles que se não for mesmo divulgado irá ficar esquecido por muito tempo. Especialmente porque muita gente até nunca o irá ver por puro preconceito, tanto para com o cinema português como para com a Marisa Cruz, o que é pena pois perderão um filme muito bonito, poético, cheio de memórias cinematográficas e personagens inesqueciveis, grandes interpretações, atmosfera perfeita, banda sonora a condizer e (surpreendam-se) uma fotografia fantástica.&lt;br /&gt;Não entendo o porquê dos nossos criticos (daqueles "a sério"), terem batido tanto no filme.&lt;br /&gt;Se calhar é porque é um pequeno grande filme de que o grande público pode mesmo gostar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recomendo a compra apesar do Dvd estar editado no maldito formato 4:3 letterbox.&lt;br /&gt;No entanto contém bons menus animados com grande atmosfera, extras a condizer com um bom making of e algumas cenas apagadas comentadas, etc.Só é pena não haver um comentário audio durante o filme todo, pois o realizador faz um trabalho excelente a comentar as cenas apagadas e é mesmo uma grande falha deste dvd não trazer tambem um comentário.Por isso meus amigos das editoras, se lançarem uma edição especial deste filme, desta vez já em 16:9 a sério e com um comentário audio do realizador e de preferencia outro com os actores , já têm aqui um comprador. Filme 5 estrelas.&lt;br /&gt;Especialmente dedicado áquelas pessoas que passam a vida a queixar-se de que o cinema portuga nunca produz nada de jeito.&lt;br /&gt;Vejam este e mudem de opinião de uma vez por todas.&lt;br /&gt;"Kiss Me" é um daqueles que não merece ficar no esquecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E já agora...&lt;br /&gt;Se gostarem do filme, recomendo vivamente o livro com o mesmo nome ("Kiss Me" - Vicente Alves do Ó), porque curiosamente é quase uma história diferente. Pelo menos uns 80% da história presente no romance original não aparecem no filme, além de conter também inúmeras pequenas diferenças no que toca a ambientes e personagens (por exemplo os personagens do Nicolau e do Unas essenciais para o filme, no livro quase nem existem).&lt;br /&gt;É no entanto um excelente complemento para quem gostou do filme, pois a atmosfera está lá.&lt;br /&gt;O livro aborda muito mais em detalhe as cenas passadas no Alentejo de que só encontramos breves fragmentos no início do filme, e contém um final muito mais elaborado e diferente, entre muitas outras coisas.&lt;br /&gt;Resumindo, recomendo vivamente tanto o livro como o filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mais informação podem consultar mais esta review aqui&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.fm-media.net/news02/727.htm"&gt;http://www.fm-media.net/news02/727.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podem encontrar o filme á venda na Fnac integrado num pack aqui&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.fnac.pt/pt/Catalog/Detail.aspx?cIndex=2&amp;amp;catalog=dvdVhs&amp;amp;categoryN=Filmes&amp;amp;category=dvdCaixas&amp;amp;product=5601887487561"&gt;http://www.fnac.pt/pt/Catalog/Detail.aspx?cIndex=2&amp;amp;catalog=dvdVhs&amp;amp;categoryN=Filmes&amp;amp;category=dvdCaixas&amp;amp;product=5601887487561&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.fnac.pt/pt/Catalog/Detail.aspx?cIndex=2&amp;amp;catalog=dvdVhs&amp;amp;categoryN=Filmes&amp;amp;category=dvdCaixas&amp;amp;product=5601887487561"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-7655548141802942444?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/7655548141802942444/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=7655548141802942444&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/7655548141802942444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/7655548141802942444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2007/11/kiss-me-antnio-cunha-telles-2005.html' title='&quot;Kiss Me&quot; - António da Cunha Telles - (2005)'/><author><name>Luis Peres</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00882572407205100215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/RzSYi6i9GgI/AAAAAAAAAEU/tkyI14DcCKM/s72-c/kiss-me_cover.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-2581033226044322237</id><published>2007-11-08T13:03:00.000-08:00</published><updated>2007-11-15T14:26:10.390-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jorge'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='montenegro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fernanda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='areia'/><title type='text'>Casa de Areia - Andrucha Waddington (2006)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/RzN7cai9GaI/AAAAAAAAADk/dHPlE-kpSAQ/s1600-h/casa-de-areia-poster01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5130580128597612962" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/RzN7cai9GaI/AAAAAAAAADk/dHPlE-kpSAQ/s320/casa-de-areia-poster01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O Brasil tem vindo de alguns anos para cá a surpreender-me no que toca a produção cinematográfica de qualidade.&lt;br /&gt;Para quem estava habituado aquele imaginário televisivo típico das telenovelas Brasileiras encontrar filmes como "Cidade de Deus", "Carandirú" e "O Homem que Copiava" tem sido uma verdadeira surpresa que supera todas as expectativas ou ideias pré-concebidas.&lt;br /&gt;Acredito que muita gente ainda nem tenha notado, mas do Brasil estão a vir a conta-gotas alguns dos melhores filmes que podemos encontrar actualmente editados em DVD no nosso país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O último que encontrei e que recomendo vivamente chama-se " Casa de Areia " e anda actualmente perdido numa excelente colecção chamada "Cinema do Mundo" (Lusomundo) que reune filmes de várias partes do globo.&lt;br /&gt;É um bocado complicado contar algo sobre este filme de modo a despertar o vosso interesse, porque na realidade á partida este é um daqueles filmes em "que não se passa nada". Isto na ideia de muita gente que espera sempre uma daquelas histórias lineares de A-a-B com maus e bons e um final feliz.&lt;br /&gt;Este é um filme de emoções em que metade da sua história é mais contada pelos silêncios e pelas mágnificas paisagens do que propriamente por um argumento em que se explica por palavras tudo o que está a acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar disto, não esperem no entanto um filme pretencioso a puxar para o intelectual de pacotilha. A Casa de Areia não deixa de ser cinema comercial no sentido em que é tudo menos um filme chato, pois a partir do momento em que se conhecem os personagens temos mesmo de saber onde a história nos irá levar. Nesse aspecto o argumento não desilude e é bem criativo na forma como nos conta a história que tem para contar e que basicamente é sobre &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/RzN8sqi9GdI/AAAAAAAAAD8/jnPKJ8Zfvj8/s1600-h/casa-de-areia06.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5130581507282115026" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/RzN8sqi9GdI/AAAAAAAAAD8/jnPKJ8Zfvj8/s320/casa-de-areia06.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;duas mulheres que vivem perdidas num deserto do Brasil durante mais de 50 anos sem nunca o conseguirem abandonar. Por muito que tentem encontrar o caminho da saída há sempre algo que as impede de deixar o local e os motivos variam do trágico ao poético e quase mágico criando uma atmosfera única para um filme que merece ser descoberto por quem já está farto de enlatados de Hollywood, não tem medo de ver filmes Brasileiros e quer algo mais do que tiros e efeitos especiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1910, Vasco um português, leva sua esposa grávida Áurea (Fernanda Torres) e a mãe dela, Dona Maria (Fernanda Montenegro), em busca de um sonho: viver em terras prósperas, recentemente compradas por ele. No entanto o sonho transforma-se em pesadelo quando, após uma longa e cansativa viagem numa caravana, o trio descobre que as terras ficam num lugar totalmente inóspito, rodeado de areia por todos os lados e sem nenhum sinal de civilização por perto. &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/RzN8Jai9GbI/AAAAAAAAADs/bI5XCozg40o/s1600-h/casa-de-areia03.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5130580901691726258" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/RzN8Jai9GbI/AAAAAAAAADs/bI5XCozg40o/s320/casa-de-areia03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Após algumas peripécias iniciais as duas mulheres vêem-se sózinhas habitando uma velha casa no meio do deserto na esperança de que um dia alguém por lá passe e lhes indique o caminho para voltarem á civilização.&lt;br /&gt;Por vizinhos apenas têm os habitantes de uma aldeia de pescadores, originada por ex-escravos fugidos que já nem se recordam do caminho por onde chegaram e por isso as duas mulheres vêem-se obrigadas a resignar-se ao seu destino limitando-se a esperar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme acompanha esses largos anos de espera. Viajantes cruzam-se com o destino das mulheres, mas há sempre algo que as impede de partir na companhia dessas pessoas que passam pelas suas vidas. Tudo isto pode parecer um bocado vazio para uma história que é tudo menos chata, mas ao longo do filme sucedem-se os momentos interessantes, alguns de suspanse e muitos momentos poéticos como a cena em que os astrónomos visitam o deserto.&lt;br /&gt;Como disse não posso contar demais porque a beleza deste filme está em descobrirmos por nós próprios o percurso da vida dos personagens principais ao longo de mais de 50 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta deslocação temporal permite um trabalho fabuloso das actrizes que se desdobram em vários papeis consoante a época e a geração que o filme pretende retratar. Como tal, por exemplo a Fernanda Montenegro começa o filme a fazer o papel de avó e termina-o como neta 50 anos mais tarde numa composição absolutamente fabulosa. O mesmo vale para a Fernanda Torres.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/RzN8bai9GcI/AAAAAAAAAD0/SfAFgUhfngU/s1600-h/casa-de-areia04.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5130581210929371586" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/RzN8bai9GcI/AAAAAAAAAD0/SfAFgUhfngU/s320/casa-de-areia04.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Em termos de interpretações femininas este filme é absolutamente fantástico. Ao ponto até dos poucos personagens masculinos parecerem quase inexistentes quando comparados com a força dos personagens principais. &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/RzN90ai9GeI/AAAAAAAAAEE/llZlYcJ6wZo/s1600-h/casa-de-areia07.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5130582739937728994" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/RzN90ai9GeI/AAAAAAAAAEE/llZlYcJ6wZo/s320/casa-de-areia07.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da história absolutamente hipnótica cheia de momentos poéticos, das interpretações fantásticas o filme conta com imagens mágnificas que retratam o deserto de uma forma quase irreal. Isto aliado a uma fotografia que quase roça o preto e branco em algumas alturas cria um ambiente absolutamente mágico e ao mesmo tempo claustrofóbico apesar do filme estar cheio de imensos espaços abertos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curiosamente em alguns momentos iniciais Casa de Areia quase nos parece um filme de Ficção-Cientifica precisamente pelo ambiente totalmente alienigena onde a história se passa. Aquele deserto Brasileiro é verdadeiramente um mundo á parte longe de tudo e de todos.&lt;br /&gt;Em termos de atmosfera o filme faz lembrar em alturas, outras obras como - "O Piano" de Jane Campion, embora eu tenha gostado mesmo muito mais deste " Casa de Areia ". Shoot me.&lt;br /&gt;Como tal recomendo totalmente a compra deste dvd. Ainda por cima a edição Portuguesa custa apenas 15€ e a qualidade técnica da mesma é muito boa, tanto a nivel de imagem como de som, contando ainda com bons extras entre eles um making of muito interessante e algumas entrevistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recomendo vivamente pois este é mais um daqueles filmes que de certeza irá andar muito esquecido, especialmente num país como o nosso onde parece que o que não é blockbuster da moda não existe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9 estrelas em 10 - Não leva nota máxima porque apesar de tudo gostaria de ter visto um final mais emotivo, menos contido e simbólico do que o apresentado. Mas isto se calhar tem a ver comigo , por isso não se desencorajem, comprem ou aluguem " Casa de Areia " mas acima de tudo vejam este filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Trailer aqui: &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=BlxSR1-sErk"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=BlxSR1-sErk&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5130583036290472434" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/RzN-Fqi9GfI/AAAAAAAAAEM/E6tuxKoMZ_c/s320/casa-de-areia-poster02.jpg" border="0" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-2581033226044322237?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/2581033226044322237/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=2581033226044322237&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/2581033226044322237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/2581033226044322237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2007/11/casa-de-areia-andrucha-waddington-2006.html' title='Casa de Areia - Andrucha Waddington (2006)'/><author><name>Luis Peres</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00882572407205100215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/RzN7cai9GaI/AAAAAAAAADk/dHPlE-kpSAQ/s72-c/casa-de-areia-poster01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-5347238373711335079</id><published>2007-06-14T15:45:00.000-07:00</published><updated>2007-06-14T17:20:39.047-07:00</updated><title type='text'>Natural City - Min Byeong-Cheon (2003)</title><content type='html'>&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5076066242963440194" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/RnHPWpQwAkI/AAAAAAAAAAM/O5IRDIp9zAk/s320/NaturalCity_capa.jpg" border="0" /&gt;Para mim este é um filme de FC especial.&lt;br /&gt;Poderia muito bem chamar-se Blade Runner 2 pois o universo em que decorre a acção é practicamente o mesmo, não só a nível temático como no que toca ao ambiente visual, onde nem faltam os carros voadores e anuncios de neon por entre grandes prédios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ser obviamente muito inspirado no filme de Riddley Scott e quase um plágio na forma como trata o tema dos "replicants", na verdade o filme funciona mais como uma espécie de remake modernizado do que como a sequela directa que na realidade nunca tentou ser.&lt;br /&gt;Por outro lado como já Blade Runner tinha ido buscar precisamente o seu estilo visual a muitas influências orientais, para mim Natural City quase que completa um ciclo e não me espantaria ver um destes dias este filme distribuído a sério no ocidente com um daqueles titulos estilo - Riddley Scott apresenta - Natural City.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora no que toca á habitual "sensibilidade" ocidental este seja um daqueles filmes que não conhece meio termo quando falamos de críticas do público.&lt;br /&gt;Ou se gosta ou se detesta, pois este filme tem tudo para ser desvalorizado pelo típico espectador pipoqueiro americanizado. Tem um trailer que promete muita porrada e depois o filme tem apenas duas grandes sequências de acção, uma no inicio e outra no fim. O resto do filme é composto por aquelas coisas chatas em que "nunca se passa nada", nem mete tiros nem perseguições nem nada e apesar de conter alguns momentos esporádicos de acção, eles estão em partes do filme que á primeira vista não pareceriam sequer precisar delas para fazer avançar a história e por isso a um primeiro olhar até podem parecer irrelevantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/RnHYapQwAmI/AAAAAAAAAAc/qa0zXgegRwc/s1600-h/natural1_300x.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5076076207287566946" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/RnHYapQwAmI/AAAAAAAAAAc/qa0zXgegRwc/s320/natural1_300x.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Natural City tem ainda outra coisa que afasta logo o publico das pipocas, (tal como aconteceu com o Blade Runner quando estreou), ou seja, não tem herois.&lt;br /&gt;Aliás, uma das grandes críticas que se fazem a Natural City é o facto de não ter qualquer personagem interessante, ou pior ainda, simpático.&lt;br /&gt;Traduzindo , Natural City não tem um heroi á americana.&lt;br /&gt;Tem um anti-heroi á primeira vista tão antipático (e estúpido), que qualquer pessoa que entre neste filme á espera do típico heroi definido pela habitual fórmula de Hollywood então vai ficar muito decepcionada com a maneira como o percurso do personagem é apresentado neste caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita gente afirma por isso, que a história de amor que é a base de tudo não resulta porque o público não tem qualquer empatia com os protagonistas.&lt;br /&gt;Eu não posso discordar mais.&lt;br /&gt;A love-story embora nada convencional (tal como em Blade Runner), é aquilo que dá alma ao final de Natural City e o torna num dos mais poéticos dentro da FC desde...bem, desde Blade Runner.&lt;br /&gt;Alguns, criticam o facto da "replicant" pelo qual o heroi está apaixonado ser caracterizada de uma forma demasiado vazia. Mais uma vez não posso estar mais em desacordo.&lt;br /&gt;O personagem tem 3 dias de vida e perdeu todas as faculdades "humanas" não passando apenas de uma boneca "insuflável" avançada. Um brinquedo tecnológico prestes a ser desligado por falta de bateria e apenas com uma leve memória daquilo que foi. Neste aspecto a actriz faz um trabalho fantástico e acreditamos mesmo que ela não passa mesmo de uma boneca prestes a ser desligada, tal é o "vazio" que transparece da sua caracterização.&lt;br /&gt;E é isso que faz com que a trágica história de amor resulte num final que alterna entre o espectacular em termos de sequências de acção e o intimismo trágico de um amor impossível. Para mim este filme tem um dos melhores finais em termos de sentimento dentro da FC moderna, a fazer recordar um pouco a morte de Rutger Hauer no Blade Runner. Quem gostou da poesia desse momento no filme de Riddley Scott, vai gostar da forma como Natural City resolve a relação entre o policia sem rumo e a boneca com tempo de vida contado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/RnHY-JQwAnI/AAAAAAAAAAk/vSS5lgkFG7s/s1600-h/natural3_300x.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5076076817172922994" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/RnHY-JQwAnI/AAAAAAAAAAk/vSS5lgkFG7s/s320/natural3_300x.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma nota para a banda sonora do filme, que apesar de não se fazer notar muito ao longo da história, tem um par de momentos realmente mágicos. Nomeadamente numa breve sequência subaquática a meio do filme (que irá agradar muito aos fãs de filmes como The Big Blue), mas principalmente nos minutos finais da história, acentuando musicalmente a forma poética como o filme termina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas Natural City não é apenas uma história de amor. Ao contrário do Blade Runner, este filme divide-se entre o drama romântico de FC e um filme de acção técnológico.&lt;br /&gt;Na verdade se Natural City tem uma fraqueza , ela está precisamente aqui. Não pelo facto de ter momentos de acção excelentes, mas porque a meio se perde um bocado, pois parece que o realizador está indeciso entre fazer um drama ou um filme de acção e isto resulta numa falha de equílibrio entre os géneros e isso torna-se evidente na própria montagem a partir da primeira metade da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/RnHZRZQwAoI/AAAAAAAAAAs/m7Y5mchYsI0/s1600-h/natural4_300x.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5076077147885404802" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/RnHZRZQwAoI/AAAAAAAAAAs/m7Y5mchYsI0/s320/natural4_300x.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas grande parte da culpa , está no facto deste filme (para mim) só ter um verdadeiro problema. O vilão não é o Rutger Hauer.&lt;br /&gt;Enquanto que Blade Runner tinha um Roy Batty, Natural City tem um vilão que mais parece fazer parte de um videogame do que propriamente pertencer ao universo em que a história decorre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vilão de Natural City é demasiado unidimensional e a sua presença no filme mais parece uma justificação para se conseguir meter acção no filme do que outra coisa qualquer. A sua ligação á base romântica do argumento parece um bocado metida a martelo, precisamente porque o vilão parece estar num outro filme e portanto a sua colagem á parte dramática da história não funciona tão bem como seria desejável.&lt;br /&gt;Por causa disso, as cenas de acção, só não são mais espectaculares porque no meio de tudo isto parece que apenas lá estão para contentar quem espera um filme mais hollywoodesco e como espectadores nunca temos uma ligação emocional entre essas cenas de acção e a parte mais humanizada do argumento por muito que o realizador se esforce.&lt;br /&gt;Por outro lado também não prejudicam o resultado final e quem gostou do estilo de acção presente em filmes como o Pacto dos Lobos, vai adorar as sequências de combate em Natural City.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tudo isto, este é um filme para ser visto pelo menos duas vezes, pois tenho a certeza que quem nunca o viu, vai ter exactamente a mesma reacção que eu tive (e muita gente teve) ao vê-lo pela primeira vez.&lt;br /&gt;Devido ao estarmos habituados ao estilo americano de contar histórias, há sempre o risco de quando vemos Natural City pela primeira vez, este nos possa parecer um filme demasiado vazio, especialmente porque inicialmente é dificil encontrarmos uma ligação com os persongens.&lt;br /&gt;O anti-heroi é completamente antipático a um primeiro olhar, a heroina nem se mexe pois está quase sem bateria, o vilão parece que não pertence ao filme, o amigo do heroi ainda é mais antipático que o heroi, a rapariga humana do filme tem potencial mas parece que fica um bocado á parte em tudo, etc, etc, etc. Por isso não se espantem se o filme vos parecer um bocado estranho ao inicio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro estranha-se , mas podem crer que depois entranha-se e a cada vez que o revemos encontramos novos pormenores que nos fazem valorizar mais Natural City. Um pouco como Blade Runner também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tudo isto, recomenda-se vivamente a quem gostaria de ter um Blade Runner moderno. Natural City, apesar de ser um clone...se calhar não imita ninguém. E só vão perceber esta afirmação quando virem este filme pelo menos duas vezes.&lt;br /&gt;Um filme que para mim leva 10 valores em 10 sem qualquer hesitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E notem, que quando o vi pela primeira vez, não lhe conseguia dar mais de 6 ou 7 e apenas pelo visual e pelo final, mas como já disse este é um daqueles que não pode ser apreciado devidamente numa desprevenida primeira visão. Vão por mim.&lt;br /&gt;Vejam e revejam-no e vão descobrir um dos mais belos e poéticos filmes de FC dos ultimos anos. Tomara Hollywood deitar cá para fora filmes de FC como este. Um verdadeiro filme de culto que merece ser mesmo descoberto. Natural City.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para uma review com mais imagens, espreitem aqui &lt;a class="postlink" href="http://www.shuqi.org/asiancinema/reviews/naturalcity.shtml" target="_blank"&gt;http://www.shuqi.org/asiancinema/reviews/naturalcity.shtml&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Façam-me apenas um favor, evitem o trailer ocidental/americano se quiserem descobrirem o filme por vós próprios. O trailer americano, não só conta a história toda, como ainda explica com todos os detalhes o que acontece com cada personagem, não vá os espectadores das pipocas depois não conseguirem compreender o filme. O trailer americano é outro atestado de estupidez aos espectadores. Evitem-no a todo o custo, pois este filme merece ser descoberto sem ideias pré-concebidas.&lt;br /&gt;Espreitem antes o trailer Coreano original AQUI, &lt;a href="http://www.youtube.com/v/nJrrYQ-gt3o"&gt;http://www.youtube.com/v/nJrrYQ-gt3o&lt;/a&gt; pois transmite não só o ambiente real do filme como também um pouco da sua poesia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso estejam interessados em comprar o filme, sugiro a edição Coreana de dois discos que vem numa caixa de lata se ainda a conseguirem encontrar. Não faço ideia se as edições ocidentais contêm algum corte ou não, mas eu não arriscaria, pois o filme contém bastante sangue nas sequências de luta e não sei até que ponto é que não estará cortado, talvez em edições Uk...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer maneira, Natural City é um filme que não merece andar esquecido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-5347238373711335079?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/5347238373711335079/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=5347238373711335079&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/5347238373711335079'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/5347238373711335079'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2007/06/natural-city-min-byeong-cheon-2003.html' title='Natural City - Min Byeong-Cheon (2003)'/><author><name>Luis Peres</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00882572407205100215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_WSkXE02V_30/RnHPWpQwAkI/AAAAAAAAAAM/O5IRDIp9zAk/s72-c/NaturalCity_capa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-5368044397466138205</id><published>2007-05-08T03:50:00.003-07:00</published><updated>2007-05-08T04:30:14.749-07:00</updated><title type='text'>Mas Porquê? (I)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/RkBezb8mgJI/AAAAAAAAAAw/W8LEZtbo2WY/s1600-h/maid+in+manhattan.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5062150218932715666" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/RkBezb8mgJI/AAAAAAAAAAw/W8LEZtbo2WY/s320/maid+in+manhattan.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Todos nos perguntamos, a determinado momento, "mas o que deu na cabeça deste gajo p'ra se meter numa coisa destas?" referindo-nos a determinadas opções de actores e/ou outros protagonistas de cinema em geral, quando se metem em "determinadas coisas" que inevitavelmente lhes mancham a carreira. Ainda hoje muitos se perguntam o que anda o &lt;strong&gt;Al Pacino&lt;/strong&gt; a fazer no &lt;strong&gt;Gigli&lt;/strong&gt; ou como raio foi parar o &lt;strong&gt;Nicolas Cage&lt;/strong&gt; ao &lt;strong&gt;Wicker Man&lt;/strong&gt;, por isso decidi abrir esta secção dedicada a gloriosos (e previsíveis) falhanças a todos os níveis na carreira de alguém que muito prezamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta minha primeira crónica é dedicada a alguém que muito prezo, um daqueles actores que sabemos ser, à partida, sinónimo de qualidade: &lt;strong&gt;Ralph Fiennes&lt;/strong&gt;. E a um realizador de créditos firmados no cinema alternativo, como &lt;strong&gt;Wayne Wang&lt;/strong&gt;. O atentado deu pelo nome deu pelo nome de &lt;strong&gt;Maid in Manhattan&lt;/strong&gt;, ou &lt;strong&gt;Encontro em Manhattan&lt;/strong&gt; como lhe chamaram por cá, e mais não é do que uma reinterpretação da velhinha e gasta história da Cinderella para honra e glória de &lt;strong&gt;Jennifer Lopez&lt;/strong&gt;. Esta interpreta o papel de uma empregada de hotel que se apaixona por um candidato a senador, interpretado adivinhem por quem? Pois é, acertaram. O mais insuspeito dos actores deixou-se convencer pelos dólares e pelo nome de um realizador cuja índole independente permanecia imaculada e entregou-se a um personagem com algum charme é certo, mas praticamente sem expressividade e/ou complexidade, nesta previsível história romântica.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A curiosidade e perplexidade em saber o que faz Ralph Fiennes aqui permanecem intactas e também incógnitas, mas realmente ainda gostava de saber o que deu na cabeça do actor brilhante de obras como &lt;strong&gt;The End of the Affair&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Strange Days&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Onegin&lt;/strong&gt; ou &lt;strong&gt;The Constant Gardener&lt;/strong&gt; para dar a cara por pastelão destes. Alguém quer arriscar?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-5368044397466138205?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/5368044397466138205/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=5368044397466138205&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/5368044397466138205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/5368044397466138205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2007/05/mas-porqu-i.html' title='Mas Porquê? (I)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/RkBezb8mgJI/AAAAAAAAAAw/W8LEZtbo2WY/s72-c/maid+in+manhattan.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-813442150561023290</id><published>2007-04-19T06:57:00.000-07:00</published><updated>2007-04-19T08:38:37.365-07:00</updated><title type='text'>Harsh Times, de David Ayer (2005)</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/RieMZ9xhwgI/AAAAAAAAAAY/8xNCOkJIJe0/s1600-h/harsh_times.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5055163484453585410" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" height="263" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/RieMZ9xhwgI/AAAAAAAAAAY/8xNCOkJIJe0/s320/harsh_times.jpg" width="199" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este título pode não ser tão difícil de encontrar como isso, mas isto de falar sobre filmes que poucos vêem também tem destas vantagens: há alguns que aparecem, apesar da sua pouca repercussão comercial, em todo o lado. &lt;strong&gt;Harsh Times&lt;/strong&gt; está em qualquer videoclube que se preze e, vantagem das vantagens, está quase sempre por alugar. Ainda ontem o vi. O título em português é que me está a escapar mas a capa é igualzinha à imagem que está aqui no topo. Adiante... &lt;strong&gt;David Ayer&lt;/strong&gt; é um jovem argumentista que já deitou as mãos a alguns blockbusters americanos mas que se notabilizou na escrita de dois policiais pós-modernos: o oscarizado &lt;strong&gt;Dia de Treino&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;Training Day&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Antoine Fuqua&lt;/strong&gt;, 2001) e &lt;strong&gt;Azul Escuro&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;Dark Blue&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Ron Shelton&lt;/strong&gt;, 2002). Neste Harsh Times, para o bem e para o mal, isso nota-se. &lt;strong&gt;Christian Bale&lt;/strong&gt; é Jim Davis, um ex-Ranger errático que espera encontrar na polícia de LA o refúgio que precisa para exorcisar velhos demónios. &lt;strong&gt;Freddy Rodriguez&lt;/strong&gt; é Mike Alonzo, o seu melhor amigo, e vive pressionado pela namorada (&lt;strong&gt;Eva Longoria&lt;/strong&gt;) para arranjar um emprego. Os dois encontram-se para uma tarde juntos mas, depois disso, nada vai voltar a ser o mesmo. facetas que se revelam, atitudes inesperadas, relações que se vão deteriorando com a cidade dos anjos como pano de fundo é o que David Ayer nos tem para oferecer. Mas fá-lo com mestria. O argumento, salpicado com um ou outro momento dispensável ou mesmo previsível, é quase sempre milimétrico e visceral e, sobretudo, mostra-nos personagens multifacetados, com as respectivas forças e fraquezas à flor da pele. A ambiência de LA sente-se aqui em toda a sua obscura perfeição fazendo lembrar o já referido Dia de Treino, mas também com ecos de &lt;strong&gt;Michael Mann&lt;/strong&gt;. Às vezes é duro e quando o é, é muito duro, mas no bom sentido. E é surpreendente. Apreciem!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O trailer está em &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=DyUJuMt94Hs"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=DyUJuMt94Hs&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-813442150561023290?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/813442150561023290/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=813442150561023290&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/813442150561023290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/813442150561023290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2007/04/harsh-times-de-david-ayer-2005.html' title='Harsh Times, de David Ayer (2005)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_7S2ZxEgVpVI/RieMZ9xhwgI/AAAAAAAAAAY/8xNCOkJIJe0/s72-c/harsh_times.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-117137615588680439</id><published>2007-02-13T05:59:00.000-08:00</published><updated>2007-02-13T06:15:55.900-08:00</updated><title type='text'>O nosso Rocky... para deixar saudades...</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/858/1957/1600/659029/rocky07.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/858/1957/320/943320/rocky07.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Porque o nosso blog não deve só aos filmes esquecidos, eis que venho hoje saudar um dos mais brilhantes regressos de que tenho memória de um dos nossos heróis esquecidos: &lt;strong&gt;Rocky Balboa/Sylvester Stallone&lt;/strong&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como apreciador da série Rocky que sempre fui e sou, tenho a noção de que o meu objecto de apreço esteve muitas vezes longe do nível que se exigia. Rocky foi o sucesso-surpresa de 1976, um pequeno filme independente que contava a história de um lutador amador e dos seus sonhos de glória. É uma parábola sobre o sonho americano muito bem escrita por Sylvester Stallone e acabou por vencer o Oscar para o melhor filme do ano. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Rocky II&lt;/strong&gt; ainda era um objecto de cinema bastante interessante. Desenvolvem-se os personagens de Rocky e Adrian e aprofunda-se a relação entre Rocky e Apollo Creed. Uma boa sequela. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Rocky III&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Rocky IV&lt;/strong&gt; foram, para mim, os títulos mais fracos da saga, com tramas demasiado simplistas, previsíveis e com cedências óbvias à &lt;em&gt;era Reagan&lt;/em&gt;. Ainda assim, na minha opinião, o facto de Stallone sempre dar primazia aos personagens em deterimento das situações, acaba por manter estas fitas à tona. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Rocky V&lt;/strong&gt; opta por desenvolver ainda mais as personagens, fazendo-as evoluir temporalmente e confrontando-as com novos desafios. Rocky é já veterano e, perante a perda de todos os seus bens, é obrigado a voltar a Philadelphia com a família e a repensar a sua vida e a relação com o filho. Rocky V é talvez o título mais subestimado da saga mas acaba por ser bastante superior aos dois títulos anteriores em força narrativa. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A expectativa gerada para este último tomo do périplo de Stallone revestiu-se, desde logo de grande expectativa, dada a idade já avançada do actor, a descendente carreira do mesmo e o facto de muitos acharem que Rocky era um personagem desgatado demais para ressugir. Stallone pego novamente nas rédeas do argumento e da realização e nota-se que investiu um esforço e uma dedicação tremendos. Há um carinho que se nota em todo o desenrolar da história de um Rocky agora dono de um restaurante, triste com o falecimento de Adrian e agora também agastado com o afastamento progressivo do filho (Milo Ventimiglia). Continua o mesmo Rocky humilde, mas agora tem necessidade de voltar a combater, ainda que apenas em combates de bairro. Quando se lhe depara a oportunidade de enfrentar o campeão do mundo em título, não é apenas a vitória que está em questão, mas o superar de mágoas e frustrações e a chance de voltar a ser um novo Rocky preparado para olhar o futuro com um sorriso nos lábios. Rocky Balboa é uma história triste, contada com paciência e calma por um Stallone que já não tem nada a provar a ninguém mas que quer provar a si mesmo que ainda é capaz de muitas e boas coisas. É também uma história de esperança e coragem, não panfletárias, mas sinceras. É também um triunfo a nível formal pois Stallone recuperou as principais marcas dos outros filmes e enquadrou-as aqui de forma perfeita, sem parecerem metidas a martelo. Stallone escreve bem, muito bem e, embora a espaços reparemos num ou outro pormenor que podia ser melhorado, a sensação que fica no final é a de um grande triunfo do Sly argumentista, realizador e até actor. Os mesmos críticos que gozaram este regresso, aplaudiram-no de pé depois de o verem rendendo-se às evidências. E o público provou mais uma vez que nunca abandona os seus heróis mais queridos fazendo deste &lt;strong&gt;ROCKY BALBOA&lt;/strong&gt; um, para muitos, inesperado sucesso de bilheteira. Só apetece mesmo gritar a plenos pulmões: YO ADRIAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAANNNNNNNNN!!! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-117137615588680439?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/117137615588680439/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=117137615588680439&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/117137615588680439'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/117137615588680439'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2007/02/o-nosso-rocky-para-deixar-saudades.html' title='O nosso Rocky... para deixar saudades...'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-116950468903454649</id><published>2007-01-22T14:05:00.000-08:00</published><updated>2007-01-22T14:24:49.066-08:00</updated><title type='text'>Do-Ma-Baen (Love Phobia), de Kang Ji-eun (2006)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3067/4291/1600/90659/capa_LovePhobia.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3067/4291/320/723765/capa_LovePhobia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Tinha planeado recomendar um filme completamente diferente desta vez,não ia ser cinema oriental, e muito menos seria outra love-story. No entanto quando eu pensava que já nada me surpreendia dentro do cinema romântico Coreano eis que ontem me apareceu pela frente outro filme verdadeiramente inesperado. Mesmo agora quase 24 horas depois de o ter visto ainda permanece fresco na minha mente, por muitos e variados motivos e irei certamente revê-lo quando acabar de escrever estas linhas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O filme chama-se "LOVE PHOBIA" e podem ter a certeza que não chegarão ao seu final sem apanharem algumas surpresas.&lt;br /&gt;Para quem não conhece o género, o cinema romântico da Coreia do Sul tem normalmente algumas características que o tornam muito diferente dos habituais enlatados pseudo-românticos made-in-Hollywood. Para começar os trailers do cinema oriental, não têm a tendência de nos explicar como vai ser o filme todo e imaginem só, até nos escondem as surpresas da história e tudo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Numa história romântica Coreana, nunca há qualquer garantia de que haverá um final feliz, embora isto não se traduza automáticamente numa história deprimente.&lt;br /&gt;Apenas a noção de final feliz, não implica obrigatóriamente que o par da história tenha de ficar junto no fim e depois os personagens vivam felizes para sempre sobe pena de que os espectadores não gostem do filme caso isso não aconteça. Tudo pode acontecer até ao ultimo minuto de projecção, pois uma das características mais interessantes do cinema romântico coreano, é o facto de existirem muitos finais felizes em que inclusivamente acontecem as maiores desgraças aos protagonistas das histórias mas um espectador acaba de ver o filme sentindo-se , reconfortado, positivo, quase sempre identificado com os personagens e principalmente pensando em temas que jamais esperaria encontrar no momento em que se decidiu a espreitar um destes filmes de olhos em bico. E isto, sem que esses temas lhe sejam atirados á cara estilo panfleto humanitário ao contrário do que é habitual no estilo americano.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em "Love Phobia" o próprio tema só se dá a conhecer quando este se torna essencial para a história e até entrar em cena o espectador não imagina o que lhe vai cair em cima. E mesmo depois dessa parte se começar a desenrolar, as surpresas não ficam por aí pois de repente o espectador conhece respostas para perguntas que até esse momento nem fazia ideia que tinha e isto é uma das coisas mais empolgantes deste filme. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tudo isto é muito dificil de explicar sem revelar aquilo que é precisamente a força do argumento. Tal como nada é revelado no trailer, também eu não posso sequer comentar muito detalhadamente o que poderão encontrar pois estaria a estragar-lhes o filme todo. Como habitualmente em filmes do género, o final divide opiniões. Há quem entre no espírito e goste e há quem ache que deveria ter ido por outro caminho. Pela minha parte, não me chateia em absoluto qualquer cliché mais emocional quando tem por base uma história como esta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resumo possível da história é o seguinte:&lt;br /&gt;Anos atrás duas crianças, um menino e uma menina conhecem-se na escola. A menina assusta todos os colegas da turma quando insiste em dizer que vem de um planeta distante e que carrega uma maldição pois quem lhe tocar pode sofrer os mais variados acidentes e até correr perigo de vida. O que vem a comprovar-se num par de sequências iniciais quando as pessoas á sua volta sofrem os mais variados acidentes.O único que parece imune á maldição é o menino que fica cada dia que passa mais fascinado pela menina. Especialmente quando repara que ela habita num mosteiro á guarda de um misterioso monge.Um dia o menino fica doente e quando volta á escola descobre que a menina nunca mais voltará a sentar-se ao seu lado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;10 anos se passam.&lt;br /&gt;Agora com 18 anos, agora rapaz, recebe um telefonema de uma rapariga que se vem a revelar como a sua antiga amiga subitamente entrando de novo na sua vida. Após o inicio de uma relação, a rapariga volta a referir que vem de um planeta distante encontrando-se na terra apenas á espera que a sua nave a venha buscar no dia em que ela a conseguir contactar, usando a ajuda do seu grupo de amigos astrónomos amadores que obviamente não a levam a sério. Um dia a rapariga volta a desaparecer misteriosamente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mais 8 anos se passam e como anteriormente aconteceu, subitamente ela reentra na vida do rapaz aparecendo do nada após ele ter passado anos contratando detectives privados , tentando em vão, encontrá-la. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E isto é o que se pode contar sem estragar este filme que hoje recomendo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quem é a rapariga ? De onde vem ? Porque desaparece sempre durante anos a fio sem ninguém a encontrar ? O que tem tudo isto a ver com UFOs ?...Pois, eu sugiro que procurem as respostas em mais este filme que vai passar completamente despercebido em Portugal. Pelo menos até Hollywood fazer o remake disto e dar cabo do espírito original. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.asianmovieweb.com/en/reviews/love_phobia.htm"&gt;http://www.asianmovieweb.com/en/reviews/love_phobia.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hancinema.net/korean_movie_Love_Phobia.php"&gt;http://www.hancinema.net/korean_movie_Love_Phobia.php&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O excelente "Love Phobia" tem tudo isto e mais alguma coisa. Embora se calhar á partida nem pareça um daqueles filmes particularmente especiais, pois o estilo de realização é bastante discreto e a uma primeira visão, pode parecer que se limita apenas a ilustrar a história sem grandes rasgos de criatividade. No entanto isto não impede que o filme conte com algumas imagens lindissimas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Além disso como habitualmente, o filme, apesar de ser um drama na sua essência, conta no entanto com alguns excelentes momentos de humor discretamente inseridos e que ajudam a humanizar ainda mais todos os personagens. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Podem encontrar no Tube, não só o trailer &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=TizfWSTDoLw"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=TizfWSTDoLw&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;mas também todo o filme dividido em 12 segmentos de muito baixa qualidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estão por vossa conta, mas eu jamais veria o filme no Tube assim nestas condições.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Façam-me apenas um favor. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se estiverem interessados em ver isto como deve de ser, não espreitem os inúmeros comentários sobre o filme que poderão encontrar no Tube (ou no imdb), pois contêm inúmeros spoilers e há lá posts que lhes vão destruir por completo todas as surpresas do filme e subsequentemente a sua força. Estão avisados. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No entanto se por este texto, até acham que vão gostar deste filme não hesitem em encomenda-lo na Play-Asia por exemplo &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.play-asia.com/paOS-13-71-7l-49-en-15-love+phobia-70-1p3j.html"&gt;http://www.play-asia.com/paOS-13-71-7l-49-en-15-love+phobia-70-1p3j.html&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;que foi onde eu comprei a minha cópia, (DTS+Extras (videos, making of))&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E pronto, por agora é tudo e vamos lá ver se para a próxima recomendo um filme que não seja oriental. ;)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-116950468903454649?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/116950468903454649/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=116950468903454649&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/116950468903454649'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/116950468903454649'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2007/01/do-ma-baen-love-phobia-de-kang-ji-eun.html' title='Do-Ma-Baen (Love Phobia), de Kang Ji-eun (2006)'/><author><name>Luis Peres</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00882572407205100215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-116939964897072652</id><published>2007-01-21T08:49:00.000-08:00</published><updated>2007-01-30T06:31:09.733-08:00</updated><title type='text'>Saint Ralph, de Michael McGowan (2004)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/858/1957/1600/583995/saint%20ralph.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/858/1957/320/51738/saint%20ralph.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Saint Ralph &lt;/strong&gt;não é, definitivamente, o filme que vai mudar a história do cinema. Não é um filme fantástico que virará clássico no futuro. Para dizer a verdade, nem sequer deverá fazer escola no género &lt;em&gt;tear-jerking movies&lt;/em&gt; mas é uma alegria de se ver. Ralph Walker (&lt;strong&gt;Gordon Pinsent&lt;/strong&gt;) é um miúdo frequentador de um colégio católico com tendência para se envolver em situações sexualmente incómodas. Quando a mãe entra em coma, Ralph decide que só um milagre a pode salvar pelo que se propõe a correr e tentar vencer a Maratona de Boston no que conta com a ajuda de um dos padres do colégio (&lt;strong&gt;Campbell Scott&lt;/strong&gt;). O filme em si repete ,uitos dos clichés deste género de história, mas onde Michael McGowan acerta é no ambiente da inocente e alegre que acompanha toda a narrativa. Além disso, os desempenhos dos actores principais, nos quais também se inclui uma bondosa enfermeira encarnada por &lt;strong&gt;Jennifer Tilly&lt;/strong&gt;, é acima da média o que nos faz acreditar, ainda que por breve hora e meia de filme, que vale a pena acreditar que podemos de alguma forma fazer a diferença no mundo. É uma alegria...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Trailer disponível em &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=CCay-v0rZ_0"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=CCay-v0rZ_0&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-116939964897072652?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/116939964897072652/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=116939964897072652&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/116939964897072652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/116939964897072652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2007/01/saint-ralph-de-michael-mcgowan-2004.html' title='Saint Ralph, de Michael McGowan (2004)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-116871786362996737</id><published>2007-01-13T11:26:00.000-08:00</published><updated>2007-01-21T09:16:05.153-08:00</updated><title type='text'>Ima, Ai Ni Yukimasu (Be With You), de Nobuhiro Doi (2004)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3067/4291/1600/925760/capa_BewithYou.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3067/4291/320/534127/capa_BewithYou.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Quando neste blog me convidaram para colocar aqui algumas contribuições a propósito de filmes esquecidos, apesar da minha disponibilidade nestes dias não ser muita, não resisti em agarrar esta oportunidade de chamar a atenção para algumas obras que continuam desconhecidas em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estando actualmente em moda americanizarem-se filmes orientais destruindo-os por completo na sua alma e essência original á força de serem "adaptados" ás audiências pipoca que devoram marketing em vez de exigirem conteúdo, penso que será interessante eu começar a minha participação neste blog recomendando algum cinema do oriente, que o leitor pode ver antes que lhe apareça pela frente a versão americana disfarçada de ideia original &lt;em&gt;made-in-america&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tive grandes dúvidas em escolher o primeiro filme que vou recomendar. Chama-se ["&lt;strong&gt;Be With You&lt;/strong&gt;"] na sua versão japonesa e até há poucos meses atrás, mesmo apesar do filme ja ter um par de anos, era completamente impossível de se encontrar qualquer referência de relevo sobre ele na internet. Ás vezes cheguei a pensar que ninguém a não ser eu tinha visto (e adorado) este pequeno grande filme.Curiosamente, a partir do momento em que apareceu no Imdb a referência de que Hollywood havia comprado os direitos para um remake americano do mesmo, (com Jennifer Garner), surgem agora as primeiras referências ao original espalhadas pela web em alguns textos em inglés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, antes que aconteça o mesmo que aconteceu com o fabuloso "&lt;strong&gt;Il Mare&lt;/strong&gt;" que na sua charoposa versão americana ganhou o nome "&lt;em&gt;The Lake House&lt;/em&gt;", aconselho vivamente a quem gosta de uma boa história romântica com contornos "sobrenaturais" que procure (compre) este filme que na minha opinião tem suficientes atractivos para prender o espectador ao ecran. E tal como no caso do filme "O Sexto Sentido", obriga o espectador a uma segunda visão para conseguir apreciar plenamente não só a história, mas acima de tudo a poesia da mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;["&lt;strong&gt;Be With You&lt;/strong&gt;"], é um pequeno grande exemplo de como se pode fazer um filme romântico comercial inteligente usando os habituais clichés para criar uma história realmente com substância e acima de tudo um grande final.&lt;br /&gt;Apesar de se calhar á primeira vista prometer vir a ser algo tão pastoso como o próximo enlatado com a Julia Roberts, não se deixem desmoralizar no início e posso garantir-vos que o final do filme irá no mínimo provocar não só legítima emoção (pela súbita identificação do espectador quando nos apercebemos da questão central da história), mas principalmente muita discussão sobre o tema que de repente nos é apresentado no segmento final da história onde tudo é revelado.&lt;br /&gt;E além disso é refrescante encontrarmos um filme com imaginação que nem precisa de ser um blockbuster para maravilhar o espectador. Especialmente porque a força do argumento está precisamente naquilo que não nos é mostrado em vez de assentar nas habituais pirotécnias técnicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme conta a história de uma familia em que a mãe morre, deixando o pai sózinho a tomar conta de um filho com 5 anos.&lt;br /&gt;Ao morrer a mãe promete voltar num dia de chuva dali a alguns meses e eis que meses mais tarde na estação das chuvas, ao passearem num bosque, o pai e a criança encontram uma mulher exactamente igual á falecida esposa e mãe, encontrando-se esta totalmente amnésica.&lt;br /&gt;Fascinados pelas semelhanças entre a rapariga e a falecida, decidem recolhe-la em sua casa ao mesmo tempo que a convencem de que ela é realmente parte da familia e que apenas esteve muito doente internada durante meses num hospital.&lt;br /&gt;Quem será a jovem amnésica e porque tem tantas semelhanças com a rapariga que faleceu ?&lt;br /&gt;Para saberem sugiro que procurem este filme.&lt;br /&gt;Se gostam de bons filmes românticos com um conteúdo inteligente sem ser pretencioso, gostam de finais com uma pitada de mistério e de filmes em que os personagens parecem mesmo seres humanos e não apenas estereótipos, sugiro a compra imediata á confiança deste filme (este foi um daqueles que na altura comprei apenas por instinto sem saber absolutamente nada sobre ele).&lt;br /&gt;Se forem fãs de cinema oriental contemporâneo, penso que pelo menos devem passar os olhos por ele pois não me admirava nada que se surpreendessem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostava apenas de lhes recomendar o trailer oficial que vem no interior do dvd pois é bem mais misterioso do que aquele que lhes vou apontar, mas infelizmente o trailer deste filme é coisa muito rara na internet e como tal só posso indicar-lhes o trailer "mais ocidentalizado" que anda por aí onde muita coisa é logo explicada para consumo mais rápido ocidental.Mas sugiro que o vejam na mesma por vossa conta e risco para terem uma ideia do ambiente do filme. Embora se estiverem a gostar, sugiro também que não vejam o trailer todo e corram a comprar o filme. Só pelo final da história já vale a compra. &lt;a href="http://www.tbs.co.jp/movie/english/bewithyou/"&gt;http://www.tbs.co.jp/movie/english/bewithyou/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Vai proporcionar-lhes muitos motivos para uma boa discussão e posso garantir-vos que se gostam do género, não irão esquecer este filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sugiro a compra desta edição fantástica, barata e com pilhas de extras e coisinhas fofinhas para todos os gostos relacionadas com o filme e sobre o qual não posso revelar absolutamente nada.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.play-asia.com/paOS-13-71-7l-77-1-49-en-15-be+with+you-70-yrn.html"&gt;http://www.play-asia.com/paOS-13-71-7l-77-1-49-en-15-be+with+you-70-yrn.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nesta loja da Play-Asia tenho comprado sempre os meus filmes orientais, nunca tive problemas de alfândega até hoje e tudo chega a nossa casa habitualmente em 8 dias úteis (sugiro o método de expedição mais barato "buble") ;) pois chega perfeitamente.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-116871786362996737?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/116871786362996737/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=116871786362996737&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/116871786362996737'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/116871786362996737'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2007/01/ima-ai-ni-yukimasu-be-with-you-de.html' title='Ima, Ai Ni Yukimasu (Be With You), de Nobuhiro Doi (2004)'/><author><name>Luis Peres</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00882572407205100215</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-116834246978676065</id><published>2007-01-09T03:30:00.000-08:00</published><updated>2007-01-09T03:34:29.786-08:00</updated><title type='text'>Menino do Rio, de António Calmón (1982)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/858/1957/1600/858398/menino-do-rio.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 139px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px; TEXT-ALIGN: center" height="267" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/858/1957/320/313605/menino-do-rio.jpg" width="139" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Este não é, sem dúvida, um filme para todos. Não porque tenha violência ou cenas de sexo em demasia, não porque seja "lavagem", não porque seja daqueles filmes "pesados". Porque &lt;strong&gt;Menino do Rio&lt;/strong&gt; não é nada disso. É apenas um leve &lt;em&gt;surf movie&lt;/em&gt; brasileiro que, à partida não passa disso mesmo: um surf movie brasileiro. O problema é que estão tão mal enjorcadinho tecnicamente que irá afastar muita gente do seu visionamento. No entanto, e se estão a pensar fazê-lo, fiquem mais um pouco, não porque o filme seja uma obra-prima, não porque tem momentos geniais, mas porque, neste caso, o facto de ser mal enjorcado não é um defeito, mas sim uma característica própria da época em que o filme foi feito e acaba até por ser uma mais-valia. O filme conta a história de Ricardo Valente (&lt;strong&gt;André di Biase&lt;/strong&gt;), um jovem surfista que se apaixona por uma menina rica (a entretanto prematuramente desaparecida &lt;strong&gt;Claudia Magno&lt;/strong&gt;) mas que, por uma séie de razões, não pode ver a sua paixão concretizada. Pode soar banal, mas a grande vantagem deste filme é toda a construção do ambiente da trama que causará, sem dúvida, nostalgia a muito boa gente. Menino do Rio é, sobretudo, um porta-estandarte de um &lt;em&gt;way of life&lt;/em&gt; que entretanto se perdeu, assim como no &lt;strong&gt;Big Wednesday&lt;/strong&gt;, de que vos falei há uns tempos atrás. Muitos acharão "parolo", muitos simplesmente &lt;em&gt;silly&lt;/em&gt;, mas eu gostei e recomendo... Mais não seja pela banda-sonora (com clássicos absolutos da MPB) e pela presença da saudosa Claudia Magno. Ah, e sabiam que foi este filme que fez o público brasileiro reconciliar-se com o seu cinema nos anos 80, sendo um triunfo colossal nas bilheteiras?? &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-116834246978676065?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/116834246978676065/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=116834246978676065&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/116834246978676065'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/116834246978676065'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2007/01/menino-do-rio-de-antnio-calmn-1982.html' title='Menino do Rio, de António Calmón (1982)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-116834221070763378</id><published>2007-01-09T03:25:00.000-08:00</published><updated>2007-01-30T06:34:57.723-08:00</updated><title type='text'>Cidade Baixa, de Sergio Machado (2005)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/858/1957/1600/797319/cidade%20baixa.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/858/1957/320/963737/cidade%20baixa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O passado mês de Dezembro levou-me à descoberta do cinema brasileiro, do qual andava, talvez um pouco por preconceito, alheado. Pois bem, esta experiência tem-me trazido gratas surpresas, a começar pela descoberta daquela que estou convicto ser uma das mais interessantes cinemtoagrafias mundiais. Nos próximos tempos dar-vos-ei a conhecer alguns dos títulos que me passaram (graças a Deus, né? ) pelas mãos. Aquele que trago hoje ao vosso conhecimento aluguei-o recentemente e chama-se &lt;strong&gt;Cidade Baixa&lt;/strong&gt;. Deco (&lt;strong&gt;Lázaro Ramos&lt;/strong&gt;) e Naldinho (&lt;strong&gt;Wagner Moura&lt;/strong&gt;) são amigos de longa data e possuem um barco que utilizam para transportar mercadorias. Um dia conhecem Karinna (&lt;strong&gt;Alice Braga&lt;/strong&gt;), uma stripper a quem oferecem boleia para Salvador. O progressivo envolvimento dos dois com ela trará óbvias consequências na amizade dos dois... mas não só. Cidade Baixa é um daqueles filmes que prende por todas e mais alguma razão. A história é simples mas bem contada. Os actores são do melhor que há: Alice Braga seduz completamente o espectador e já está em Hollywood a trabalhar com &lt;strong&gt;Will Smith&lt;/strong&gt;; Wagner Moura é uma revelação; mas é Lázaro Ramos, um dos melhores actores brasileiros da actualidade que ganha a cena deambulando com um personagem possuído por uma inquietante acalmia que desconforta. Nada é linear netse filme discretamente realizador por &lt;strong&gt;Sérgio Machado&lt;/strong&gt;. E ninguém vai conseguir ficar indiferente...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Trailer em &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=SjoV30SaTLY"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=SjoV30SaTLY&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-116834221070763378?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/116834221070763378/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=116834221070763378&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/116834221070763378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/116834221070763378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2007/01/cidade-baixa-de-sergio-machado-2005.html' title='Cidade Baixa, de Sergio Machado (2005)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-116834191238880348</id><published>2007-01-09T03:23:00.000-08:00</published><updated>2007-01-30T06:35:42.303-08:00</updated><title type='text'>Winter Passing (Estranhos em Casa), de Adam Rapp (2005)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/858/1957/1600/789204/winter%20passing.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/858/1957/320/385485/winter%20passing.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os videoclubes ainda são fonte de descoberta de títulos bastante interessantes para este cinéfilo que vos fala. A minha última descoberta foi o recém-lançado &lt;strong&gt;Winter Passing&lt;/strong&gt; (tradução: &lt;strong&gt;Estranho em Casa&lt;/strong&gt; :)), um pequeno e sensível filme independente, cujo elenco mais parece o de uma super-produção: &lt;strong&gt;Will Ferrell&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Ed Harris&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Zooey Deschanel&lt;/strong&gt;. No entanto, nem os nomes parecem ter evitado uma triste carreira comercial de uma muito interessante obra. Reese (Zooey Deschanel) é jovem e vive em Nova York. Mas não é feliz, talvez devido a um passado que teima em atormentá-la e que, por isso, decide enfrentar, regressando à "terrinha" onde todos os problemas estão camuflados, desde a morte da mãe escritora ao futuro incerto de um pai (Ed Harris) que se deixou levar por mágoas e incertezas e que caminha agora para a auto-destruição. Adam Rapp conduz a história com sensibilidade, mas não trata os seus personagens com condescendência. Prefere, isso sim, dar-lhes a dimensão humana suficiente para que consigamos identificar-nos com elas e entender as suas atitudes e sentimentos. Um must see a ser descoberto!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Trailer em &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=FOmB3OSa4as"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=FOmB3OSa4as&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-116834191238880348?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/116834191238880348/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=116834191238880348&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/116834191238880348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/116834191238880348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2007/01/winter-passing-estranhos-em-casa-de.html' title='Winter Passing (Estranhos em Casa), de Adam Rapp (2005)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-116600378608779052</id><published>2006-12-13T01:48:00.000-08:00</published><updated>2006-12-13T01:58:23.433-08:00</updated><title type='text'>Star 80, de Bob Fosse (1983)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/858/1957/1600/403994/Star%2080.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/858/1957/320/490562/Star%2080.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para quem acredita que os nossos canais de televisão generalistas ainda podem surpreender, a noite do passado dia 6 deverá ter sido uma alegria: a &lt;strong&gt;RTP1&lt;/strong&gt; transmitiu, pelas 00h30, o filme &lt;strong&gt;Star 80&lt;/strong&gt;, uma daquelas raridades tão raras que, segundo me consta, nem edição em DVD teve até hoje.&lt;br /&gt;Para quem não sabe, o filme retrata a vida de &lt;strong&gt;Dorothy Stratten&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;Mariel Hemingway&lt;/strong&gt;), uma jovem empregada de mesa que, mais tarde viria a ser uma das mais famosas &lt;em&gt;playmates&lt;/em&gt; da &lt;strong&gt;Playboy&lt;/strong&gt;, a sua relação com o "galifão" &lt;strong&gt;Paul Snider&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;Eric Roberts&lt;/strong&gt; em topo de forma) e o posterior fim trágico após envolvimento com o realizador &lt;strong&gt;Peter Bogdanovich&lt;/strong&gt; (que dirigiu, por exemplo &lt;strong&gt;The Last Picture Show&lt;/strong&gt; e que, no filme, é denominado "Aram" por problemas logísticos).&lt;br /&gt;Para quem, como eu, estava por dentro do caso, o filme não trouxe grandes novidades pois a reprodução de personagens e situações é fiel. No entanto, &lt;strong&gt;Bob Fosse&lt;/strong&gt; (o mesmo do brilhante &lt;strong&gt;Lenny&lt;/strong&gt;) soube trazer um olhar de cinema a uma história que facilmente poderia descambar no mais "dramalhão" dos filmes provenientes de Hollywood. Para isso, contou com um conjunto de actores na melhor das formas, conseguindo criar um envolvente ambiente dramático de "cortar à faca".&lt;br /&gt;Quem, como eu, teve a sorte de o apanhar (e gravar, para mais tarde recordar, burum) diga de sua justiça. Quem não viu terá de esperar que a RTP o volte a transmitir, o que até pode não vir a demorar muito dado que os filmes transmitidos na "Ultima Sessão" repetem com frequência.&lt;br /&gt;Duas curiosidades:&lt;br /&gt;1)a casa - e o quarto - onde se dá o fim trágico do filme é o mesmo onde aconteceu a cena na vida real. 2)quem estiver interessado em saber mais detalhes sobre a história veja aqui &lt;a href="http://www.franksreelreviews.com/shorttakes/stratton.htm"&gt;http://www.franksreelreviews.com/shorttakes/stratton.htm&lt;/a&gt; e o telefilme &lt;strong&gt;Death of a Centerfold: The Dorothy Stratten Story&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;Gabrielle Beaumont&lt;/strong&gt;, 1981)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-116600378608779052?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/116600378608779052/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=116600378608779052&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/116600378608779052'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/116600378608779052'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2006/12/star-80-de-bob-fosse-1983.html' title='Star 80, de Bob Fosse (1983)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-116600264320378998</id><published>2006-12-13T01:32:00.000-08:00</published><updated>2006-12-13T01:38:25.020-08:00</updated><title type='text'>Big Wednesday (Os Três Amigos), de John Milius (1978)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/858/1957/1600/54885/Big%20Wednesday.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/858/1957/320/797822/Big%20Wednesday.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;John Milius&lt;/strong&gt; é o "destruidor" que fez &lt;strong&gt;Conan the Barbarian&lt;/strong&gt; (um bom filme, para os que ainda duvidam), o "fascista" que destruiu comunistas e afins em &lt;strong&gt;Red Dawn&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;Amanhecer Violento&lt;/strong&gt; em pt, para os curiosos), o incansável apoiante da National Rifle Association. E é também o "génio" por detrás do argumento de &lt;strong&gt;Apocalypse Now&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Então John Milius por detrás de um filme de surf? Os muitos que desconhecem &lt;strong&gt;Big Wednesday&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;Os Três Amigos&lt;/strong&gt;), que o obreiro de &lt;strong&gt;Dillinger&lt;/strong&gt; escreveu e realizou em 1978, poderiam, desconfiados, suspeitar que, por detrás de uma onda ou escondido atrás de uma prancha, estaria um qualquer elemento de um grupo terrorista pronto a entrar em acção.&lt;br /&gt;Mas não!&lt;br /&gt;Big Wednesday é a história de três amigos (&lt;strong&gt;Jan-Michael Vincent, William Katt&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Gary Busey&lt;/strong&gt;), que crescem a surfar juntos eque a comunidade local aprende a admirar. Porém, o crescimento e a passagem à idade adulta não se revela fácil de enfrentar pelo que a separação destes três jovens parece ser um desfecho inevitável... ou será que não? Milius tem arte suficiente para não deixar cair a sua história numa sucessão de clichés redundante evitando estereotipar os personagens e dando-lhes credibilidade dramática suficiente para suportar as mais que muitas voltas que a história dá (e não são demais, acreditem!). Mas o grande mérito do argumentista/realizador está no facto de ter optado por tornar esta história num libelo sobre a perda da inocência e sobre as incertezas de um futuro que não queremos enfrentar. Os actores são muito convincentes e ajudam a converter este "filmezinho de surf" num objecto de culto que urge ser descoberto. Ou como alguém dizia no IMDB "The Greatest Surf Movie Ever Made"! Se fosse só isso...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-116600264320378998?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/116600264320378998/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=116600264320378998&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/116600264320378998'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/116600264320378998'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2006/12/big-wednesday-os-trs-amigos-de-john.html' title='Big Wednesday (Os Três Amigos), de John Milius (1978)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-116404284029182605</id><published>2006-11-20T06:45:00.000-08:00</published><updated>2006-11-20T09:14:00.346-08:00</updated><title type='text'>Patrick Dempsey - um dos velhos "heróis"...</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/1600/patrick-dempsey.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/320/patrick-dempsey.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É sempre reconfortantever os nossos ídolos de outrora, gente que o passado "engoliu" num mar de escolhas erradas ou menos valorizadas, ressurgir em pleno nos dias que correm. &lt;strong&gt;Patrick Dempsey&lt;/strong&gt; é um desses casos. De adolescente estrela a jovem adulto ignorado foi um passo. Muitos ainda se lembrarão em comédias adolescentes dos anos 80 como &lt;strong&gt;In The Mood&lt;/strong&gt; (1987), &lt;strong&gt;Some Girls&lt;/strong&gt; (1988), &lt;strong&gt;Happy Together&lt;/strong&gt; (1989) mas principalmente &lt;strong&gt;Can't Buy Me Love&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;Namorada Aluga-se&lt;/strong&gt;, 1987), um pequeno filme que foi um sucesso um pouco por todo o lado e que em Portugal é ainda hoje rodeada por um certo culto. A década de 90 foi, porém, uma travessia no deserto para Dempsey. Não em termos de volume de trabalho, que nunca faltou, mas em termos de visibilidade, sendo "vítima" de &lt;strong&gt;Mobsters&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;O Império do Mal&lt;/strong&gt;, 1991), a ambiciosa produção que reunia alguns dos mais talentosos jovens da altura (além de Dempsey, também &lt;strong&gt;Christian Slater&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Richard Grieco&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Lara Flynn Boyle&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Chris Penn&lt;/strong&gt; estavam lá) e que se revelou, para qualquer um deles, um fracasso demasiado penoso sobre as suas ainda frágeis carreiras. Dempsey ressurgiu já adulto, de forma mais consistenste, em alguns episódios da série &lt;strong&gt;Once and Again&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;Começar de Novo&lt;/strong&gt;, transmitida entre nós pela &lt;strong&gt;RTP2&lt;/strong&gt; e pela &lt;strong&gt;SIC Mulher&lt;/strong&gt;, 2002), como o irmão deficiente da protagonista e, mais tarde, em papéis de destaque nos filmes &lt;strong&gt;The Emperor's Club&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;O Clube do Imperador&lt;/strong&gt;, 2002) e, principalmente, no êxito &lt;strong&gt;Sweet Home Alabama&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;A Diva da Moda&lt;/strong&gt;, 2002) onde dava vida ao namorado rico e famoso de &lt;strong&gt;Reese Witherspoon&lt;/strong&gt;. Dempsey estava lançado de novo e não desaproveitou a oportunidade que o destino lhe ofereceu. Em 2006 surge em definitivo como estrela consumada devido ao êxito surpresa da televisão, &lt;strong&gt;Grey's Anatomy&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;Anatomia de Grey&lt;/strong&gt;, 2006), que neste momento é transmitida por cá na &lt;strong&gt;RTP1&lt;/strong&gt; e na qual encarna um jovem médico. O sucesso de Grey's Anatomy, que já leva três temporadas sem revelar sinais de cansaço, catapultou de novo e em definitivo Dempsey para as capas de revista, tendo sido eleito pela &lt;strong&gt;People&lt;/strong&gt; como o 2º Homem mais &lt;em&gt;sexy&lt;/em&gt; do ano, logo a seguir ao "peso-pesado" &lt;strong&gt;George Clooney&lt;/strong&gt;. A série em questão é realmente excelente e Patrick Dempsey está no seu melhor, pelo que merece inteiramente este seu "regresso". Mas que saudades daqueles tempos...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-116404284029182605?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/116404284029182605/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=116404284029182605&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/116404284029182605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/116404284029182605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2006/11/patrick-dempsey-um-dos-velhos-heris.html' title='Patrick Dempsey - um dos velhos &quot;heróis&quot;...'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-116351441042571251</id><published>2006-11-14T05:42:00.000-08:00</published><updated>2006-11-14T06:26:50.520-08:00</updated><title type='text'>The Emerald Forest (A Floresta Esmeralda), de John Boorman (1985)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/1600/t08573miwr7.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/320/t08573miwr7.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Neste regresso aqui ao blog, trago-vos notícias de um filme que desconhecia e que, pelo que me pude informar, teve alguma repercussão comercial por alturas da sua estreia, mas do qual hoje pouca gente se lembra: &lt;strong&gt;The Emerald Forest&lt;/strong&gt;, do sempre interessante&lt;strong&gt; John Boorman.&lt;/strong&gt; O filme retrata a história de um empreiteiro (&lt;strong&gt;Powers Boothe&lt;/strong&gt;), que passa dez anos em busca do filho mais novo raptado pelos indios da Amazónia. Porém, quando o encontra, nada é como antes e a criança, agora adolescente, está perfeitamente adaptada ao meio em que vive. Ao dar o papel da criança ao seu filho &lt;strong&gt;Charley Boorman&lt;/strong&gt;, o pai John (realizador do filme) jogou uma cartada triunfal para que este seu projecto chegasse a bom porto. A interpretação do "puto" é tão cativante e carismática que nos prende imediatamente ao filme e nos faz identificar com a sua situação e as suas atitudes impregnando o filme de uma aura mística que em tudo favorece o desenvolvimento da história que se quer sentida, mas não demasiado lamechas. Um verdadeiro triunfo!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-116351441042571251?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/116351441042571251/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=116351441042571251&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/116351441042571251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/116351441042571251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2006/11/emerald-forest-floresta-esmeralda-de.html' title='The Emerald Forest (A Floresta Esmeralda), de John Boorman (1985)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-115952418349665402</id><published>2006-09-29T02:25:00.000-07:00</published><updated>2006-09-29T03:03:03.516-07:00</updated><title type='text'>I Wanna Hold Your Hand (Beatlemania), de Robert Zemeckis (1978)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/1600/wanna%20hold.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/320/wanna%20hold.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Desde sempre, &lt;strong&gt;Robert Zemeckis&lt;/strong&gt; ocupa um lugar muito especial no meu coração de cinéfilo. É, sobretudo, um homem que soube fazer da sua carreira uma colecção de obras-primas que em muito têm contribuído para contrariar uma frequentemente errada noção de que o cinema comercial americano se pauta por uma mediocridade latente. Filmes como &lt;strong&gt;Em Busca da Esmeralda Perdida&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;Romancing the Stone&lt;/strong&gt;, 1984), &lt;strong&gt;Regresso ao Futuro&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;Back to the Future&lt;/strong&gt;, 1985), e sequelas, &lt;strong&gt;Quem tramou Roger Rabbit?&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;Who Framed Roger Rabbit, 1988)&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;A Morte Fica-vos Tão Bem &lt;/strong&gt;(&lt;strong&gt;Deathe Becomes Her&lt;/strong&gt;, 1992), &lt;strong&gt;Forrest Gump&lt;/strong&gt; (1994), &lt;strong&gt;O Náufrago&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;Cast Away&lt;/strong&gt;, 2000) e &lt;strong&gt;A Verdade Escondida&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;What Lies Beneath&lt;/strong&gt;, 2000) são o exemplo acabado de uma versatilidade a toda a prova e daquilo a que habitualmente chamamos "a magia do cinema". No entanto, poucos se lembrarão daquele que foi o seu primeiro filme, &lt;strong&gt;Beatlemania&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;I Wanna Hold Your Hand&lt;/strong&gt;, de 1978), uma obra delirante com a qual me cruzei recentemente no Canal Hollywood. A história é simples e remete-nos para um grupo de adolescentes que é capaz de fazer qualquer coisa para conseguir assistir à primeira actuação dos Beatles em solo americano, no célebre &lt;em&gt;Ed Sullivan Show&lt;/em&gt;. Tudo neste filme é inocente, desde os personagens às situações que eles percorrem, passando mesmo pela história base do filme. No então, esta inocência não é involuntária mas sim uma marca com a qual Zemeckis define o tom da sua primeira obra. As interpretações são de primeira água e o argumento, co-escrito com o velho comparsa &lt;strong&gt;Bob Gale&lt;/strong&gt;, consegue captar toda a atmosfera de loucura, acrescentando-lhe a dose de ternura necessária para fazer deste filme uma das pérolas a descobrir! Depois não digam que eu não avisei...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Obs.: Não existe em DVD, em edição nacional.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-115952418349665402?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/115952418349665402/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=115952418349665402&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/115952418349665402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/115952418349665402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2006/09/i-wanna-hold-your-hand-beatlemania-de.html' title='I Wanna Hold Your Hand (Beatlemania), de Robert Zemeckis (1978)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-115883546394263961</id><published>2006-09-21T03:42:00.000-07:00</published><updated>2006-09-29T03:03:50.240-07:00</updated><title type='text'>Japanese Story (Uma História Japonesa de Amor), de Sue Brooks (2003)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/1600/japstory.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/320/japstory.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Chegou-me ontem às mãos um exemplar deste tocante filme, no qual Sue Brooks conta a história de uma "informática" (Toni Collette) destacada para vender um software a um japonês de visita aos EUA (Gotaro Tsunashima) acabando por embarcar com ele numa viagem pela Austrália profunda, onde nascerá uma improvável história de amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Japanese Story (Uma História Japonesa de Amor, em português) será sempre uma espécie de OVNI cinematográfico apresentando um ritmo lento e uma cadência que não agradará às massas. Também não tem um elenco de estrelas, apesar do já bem conhecido nome de Toni Collette (Sexto Sentido, Era Uma Vez Um Rapaz). Por outro lado, não conta uma história original: duas pessoas vindas de mundos diferentes apaixonam-se no mais improvável dos cenários e das situações. No entanto, há uma conjugação de elementos que faz deste filme uma das maiores surpresas e uma das maiores satisfações do meu ano cinematográfico: a interpretação de Toni Collette é a todos os níveis brilhante mostrando uma versatilidade digna de um mais vasto reconhecimento; os diálogos e as situações passadas entre a sua personagem e a de Gotaro Tsunashima conseguem criar uma envolvência capaz de desarmar o espectador mais céptico. As pequenas inconsistências existentes no argumento não chegam para que, no final do visionamento, não o queiramos ver logo a seguir outra vez. Uma grata surpresa.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-115883546394263961?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/115883546394263961/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=115883546394263961&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/115883546394263961'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/115883546394263961'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2006/09/japanese-story-uma-histria-japonesa-de.html' title='Japanese Story (Uma História Japonesa de Amor), de Sue Brooks (2003)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-115271891804693914</id><published>2006-07-12T08:18:00.000-07:00</published><updated>2007-01-30T06:50:48.956-08:00</updated><title type='text'>Summer Lovers (Amantes de Verão), de Randal Kleiser, (1982)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/1600/summer%20lovers.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/320/summer%20lovers.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; Randal Kleiser&lt;/strong&gt; pode ser um realizador de trazer por casa (que até não é) e ultimamente até pode não fazer grande coisa que se veja, mas há que reconhecer que, dentro do mais comercial cinema americano das últimas décadas, deixa uma indelével marca na memória colectiva cinéfila, através de obras (e êxitos) como &lt;strong&gt;Blue Lagoon&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Grease&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;White Fang&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Grandview USA&lt;/strong&gt; e este &lt;strong&gt;Summer Lovers&lt;/strong&gt; de que hoje vos falo. Summer Lovers é o típico filme de Verão na mais directa acepção do termo. Tem praia, tem jovens, corpos bonitos e tem uma hitória de amor a aquecer o ambiente. Mas há algo que em muito ultrapassa isso que o torna num espécimen incontornável entre os "summer movies" da vida. E é nisso que Randal Kleiser é mestre, na criação de um ambiente em que nos sentimos cúmplices e, mais do que isso, em que sentimos que partilhamos aquilo que os personagens sentem. Mas acima de tudo, é o poder de envocar a fantasia que há em nós que torna este Summer Lovers num dos mais belos filmes de Verão que há memória. Pena aquele final tão... tão... mas pronto, o filme é bom mesmo assim! :) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Trailer em &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Bjr-kEwobcs"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=Bjr-kEwobcs&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-115271891804693914?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/115271891804693914/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=115271891804693914&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/115271891804693914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/115271891804693914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2006/07/summer-lovers-amantes-de-vero-de.html' title='Summer Lovers (Amantes de Verão), de Randal Kleiser, (1982)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-115098668587254688</id><published>2006-06-22T07:29:00.000-07:00</published><updated>2006-06-22T07:32:41.746-07:00</updated><title type='text'>Saved! (Quem Nos Acode?), de Brian Dannelly (2004)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/1600/28m.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/320/28m.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assistir a este &lt;strong&gt;Quem nos Acode?&lt;/strong&gt; Sem pré-aviso ou acompanhado de “almas” sem capacidade para ver para lá do óbvio pode acabar mal. Isto porque este filme de &lt;strong&gt;Brian Dannelly&lt;/strong&gt; é tão irónico, tão sarcástico que pode ferir mentes mais conservadoras e sem abertura mental suficiente para encarar, com um sorriso aberto, alguns dos dogmas mais enraizados na sociedade (tal como aconteceu com o também bom, mas desequilibrado &lt;strong&gt;Dogma&lt;/strong&gt;). A história gira em torno da adolescente Mary (a brilhante e ainda não totalmente descoberta &lt;strong&gt;Jena Malone&lt;/strong&gt;) que engravida acidentalmente ao tentar “curar” o seu namorado gay. Se a premissa em si já é bastante sugestiva, o relaizador não deixa os créditos por mãos alheias e consegue aproveitar a maior parte das oportunidades que tem para desenvolver a sua história de forma envolvente e com muito, mas mesmo muito humor negro à mistura. O elenco vai todo muito bem (&lt;strong&gt;Macaulay Culkin&lt;/strong&gt; está impagável no seu regresso!) e o filme é equilibrado o suficiente para nos fazer rir e pensar um pouco, não apenas naquilo em que acreditamos, mas também porque acreditamos. Uma pequena pérola!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-115098668587254688?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/115098668587254688/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=115098668587254688&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/115098668587254688'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/115098668587254688'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2006/06/saved-quem-nos-acode-de-brian-dannelly.html' title='Saved! (Quem Nos Acode?), de Brian Dannelly (2004)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-114587163672630704</id><published>2006-04-24T02:13:00.000-07:00</published><updated>2006-06-22T07:34:43.660-07:00</updated><title type='text'>Simple Lies a.k.a RX, de Ariel Vromen (2005)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/1600/Simple%20Lies.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/320/Simple%20Lies.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Simple Lies&lt;/strong&gt; não é uma obra-prima. Longe disso. Provavelmente não vai ficar na história por nenhum motivo e o mais provável é que não fará nada pelas carreiras dos actores envolvidos, isto porque a sua distribuição, mesmo nos EUA, foi muito limitada. Mas sinceramente gostei de o ver. Foi uma surpresa agradável, esta história de 3 amigos (&lt;strong&gt;Eric Balfour, Lauren German e Colin Hanks&lt;/strong&gt;) que viajam até ao México em busca de alguns prazeres proibidos e trazem de lá a tragédia inerente a actos irreflectidos. Simple Lies não é um filme fácil de ver. É lento, muito pausado e com um ritmo que pode impelir os mais desprevenidos à soneca. Algumas vezes quer ser mais do que é, outras vezes leva-se demasiado a sério, tem um argumento risível e está, portanto, longe de atingir a perfeição. Mas eu gostei. Querem tentar também?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-114587163672630704?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/114587163672630704/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=114587163672630704&amp;isPopup=true' title='5 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/114587163672630704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/114587163672630704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2006/04/simple-lies-aka-rx-de-ariel-vromen.html' title='Simple Lies a.k.a RX, de Ariel Vromen (2005)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-114379690928922942</id><published>2006-03-31T00:52:00.000-08:00</published><updated>2006-05-17T08:14:26.586-07:00</updated><title type='text'>Biloxi Blues (Os Rapazes de Biloxi), de Mike Nichols (1988)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/1600/biloxi.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/320/biloxi.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Neil Simon&lt;/strong&gt;, não obstante uma vida pessoal bastante conturbada, conseguiu, com o passar dos anos, impôr-se em Hollywood com uma respeitosa obra que deu origem a filmes tão emblemáticos como &lt;strong&gt;The Odd Couple&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;The Heartbreak Kid&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Plaza Suite&lt;/strong&gt; ou &lt;strong&gt;The Sunshine Boys&lt;/strong&gt;. Em 1988, &lt;strong&gt;Mike Nichols&lt;/strong&gt; decidiu adaptar a segunda parte da sua "autobiografia não-oficial" (a primeira foi &lt;strong&gt;Brighton Beach Memoirs&lt;/strong&gt;, de &lt;strong&gt;Gene Sacks&lt;/strong&gt;, e a terceira &lt;strong&gt;Broadway Bound&lt;/strong&gt;, um telefilme de &lt;strong&gt;Paul Bogart&lt;/strong&gt;) dando assim origem a &lt;strong&gt;Biloxi Blues&lt;/strong&gt;, o mais perfeito filme da trilogia. Desta vez encontramos um Eugene Jerome (&lt;strong&gt;Matthew Broderick&lt;/strong&gt;) com aspirações a escritor e emplena preparação militar para a Segunda Grande Guerra. Nesta fase ele e os seus colegas de caserna são confrontados com um tiranico Sargento (&lt;strong&gt;Christopher Walken&lt;/strong&gt;) que os vai, eventualmente, fazer perceber que nem só de amizade e compadrio vive a fase da recruta militar. Neste filme não há personagens perfeitos, todos têm os seus defeitos e virtudes o que eleva ainda mais o seu nível, sendo que Nichols consegue mesmo duas cenas antológicas: a de Eugene com a prostituta, e o confronto final entre o recruta e o sargento. Talvez pudesse ser dada um pouco mais de relevância e ternura ao romance entre Eugene e Daisy (&lt;strong&gt;Penelope Ann Miller&lt;/strong&gt;) mas se calhar já era pedir demais...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-114379690928922942?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/114379690928922942/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=114379690928922942&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/114379690928922942'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/114379690928922942'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2006/03/biloxi-blues-os-rapazes-de-biloxi-de.html' title='Biloxi Blues (Os Rapazes de Biloxi), de Mike Nichols (1988)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-114284953949505972</id><published>2006-03-20T01:43:00.000-08:00</published><updated>2006-03-28T07:27:50.190-08:00</updated><title type='text'>A Christmas Carol (Espírito de Natal), de David Jones (1999)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/1600/scrooge.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/320/scrooge.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Com um obra profundamente rica, &lt;strong&gt;Charles Dickens&lt;/strong&gt; atingiu o seu pico de fama com o conto &lt;strong&gt;A Canção de Natal&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;A Cristmas Carol&lt;/strong&gt;, no original) que, por diversas vezes já foi adaptada pela 7ª arte, desde o velhinho &lt;strong&gt;Scrooge&lt;/strong&gt; com &lt;strong&gt;Albert Finney&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Alec Guiness&lt;/strong&gt; na versão dos anos 70, ao &lt;strong&gt;Scrooged&lt;/strong&gt; que &lt;strong&gt;Richard Donner&lt;/strong&gt; desastradamente realizou nos anos 80, passando muitas outras versões da mesma história. Em 1999, &lt;strong&gt;David Jones&lt;/strong&gt;, realizador pouco conhecido que atingiu o seu pico com &lt;strong&gt;Betrayal&lt;/strong&gt;, de 1983, dirigiu mais uma adaptação do clássico de Dickens para a TV por cabo, Hallmark (que, por falar nisso, já começa a dar-nos provas de qualidade em termos de produções deste género). E foi através desse mais suspeito meio que é a televisão, que surgiu uma das melhores, mais belas e mais fieis adaptações deste conto. &lt;strong&gt;Patrick Stewart&lt;/strong&gt; encarna a pele de Ebenezer Scrooge, um velho solitário cuja avareza o distingue dos seus conterrâneos. Nem no Natal a sua única face se altera. Isto até ser visitado pelos fantasmas do Natal Presente, Passado e Futuro, que o vão fazer alterar a sua forma de encarar a vida. Desde o adequado ambiente de época, passando pelo magníco guarda-roupa e acabando em interpretações acima da média, tudo resulta neste telefilme com selo de qualidade que merece ser visto por todos os avarentos do mundo. A ver se isto muda um bocado... ;)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-114284953949505972?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/114284953949505972/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=114284953949505972&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/114284953949505972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/114284953949505972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2006/03/christmas-carol-esprito-de-natal-de.html' title='A Christmas Carol (Espírito de Natal), de David Jones (1999)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-114226104519082039</id><published>2006-03-13T06:19:00.000-08:00</published><updated>2006-03-13T06:44:06.093-08:00</updated><title type='text'>Dazed and Confused (Juventude Inconsciente), de Richard Linklater (1993)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/1600/dazed%20and%20confused.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/320/dazed%20and%20confused.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Richard Linklater&lt;/strong&gt; é um daqueles realizadores de culto cuja expectativa sobe sempre de obra para obra. Ele escreve com tanto de imaginação como talento e tem algo que começa a rarear um pouco nos cineastas de hoje: uma superior capacidade de observação e de exposição dos mais variados sentimentos e situações humanas, por mais difíceis que estas sejam de transpor para o papel e, posteriormente, para o ecrã. &lt;strong&gt;Dazed and Confused&lt;/strong&gt; não foi o filme que tudo começou - isso aconteceu com o brilhante &lt;strong&gt;Slacker&lt;/strong&gt; estreado dois anos antes - mas foi uma prometedora segunda obra que hoje parece ser lembrada por poucos. O filme retrata o último dia de aulas para um grupo de adolescentes do Texas e as desventuras que atravessam. Podia ser apenas mais um &lt;em&gt;teen movie&lt;/em&gt;, mas Linklater faz uso do seu "olho clínico" para conseguir tirar das suas situações e dos seus actores o maior grau de realismo possível, tornando assim o filme muito mais intenso e não raras vezes tocante. Aqui não há personagens perfeitas. Mas há um filme a roçar a perfeição. Imperdível!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-114226104519082039?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/114226104519082039/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=114226104519082039&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/114226104519082039'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/114226104519082039'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2006/03/dazed-and-confused-juventude.html' title='Dazed and Confused (Juventude Inconsciente), de Richard Linklater (1993)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-114052966709429888</id><published>2006-02-21T05:39:00.000-08:00</published><updated>2006-03-06T02:54:07.050-08:00</updated><title type='text'>Stealing Beauty (Beleza Roubada), de Bernanrdo Bertolucci (1996)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/1600/stealing%20beauty.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/320/stealing%20beauty.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há muito quem diga que este não é um filme esquecido, que não falta quem se lembra dele mais não seja por ter sido realizado por &lt;strong&gt;Bernardo Bertolucci&lt;/strong&gt;. Mas o objectivo principal deste blog passa precisamente por levar estes filmes ao conhecimento de um público mais alargado que não os simples &lt;em&gt;moviegeeks&lt;/em&gt; pelos quais nutro o mais profundo respeito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Stealing Beauty&lt;/strong&gt; não é um filme para agradar a todos, nem sequer à maioria. É a simples história de Lucy (&lt;strong&gt;Liv Tyler&lt;/strong&gt;), uma adolescente que, após a morte da sua mãe, parte em viagem para Itália com o intuito de tirar algumas dúvidas sobre o seu passado. Pelo meio vai óbviamente descobrir mais do que esperava. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em Stealing Beauty tudo é diferente mas Bertolucci é igual a si próprio, não abdicando da sua marca autoral, mesmo quando o objectivo é apenas contar uma história. As ambiências aparentemente pacatas e ao mesmo tempo provocantes e sugestivas estão lá mas disfarçadas num pacato quadro familiar onde pouco é realmente aquilo que parece. O italiano é servido por um excente naipe de actores onde, além de uma cintilante Tyler se incluem Jeremy Irons ou a recém-vencedora do Oscar de melhor actriz secundária por &lt;strong&gt;The Constant Gardener, Rachel Weisz.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-114052966709429888?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/114052966709429888/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=114052966709429888&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/114052966709429888'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/114052966709429888'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2006/02/stealing-beauty-beleza-roubada-de.html' title='Stealing Beauty (Beleza Roubada), de Bernanrdo Bertolucci (1996)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-113976086895941479</id><published>2006-02-12T07:39:00.000-08:00</published><updated>2006-03-06T02:58:24.283-08:00</updated><title type='text'>Havoc, de Barbara Kopple (2005)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/1600/havoc.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/320/havoc.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Havoc" href="http://www.imdb.com/title/tt0285175/posters" name="poster"&gt;&lt;/a&gt;É estranho que um filme como &lt;strong&gt;Havoc&lt;/strong&gt; passa despercebido em todo o mundo ainda que tenha uma temática não só actualíssima como urgente. Alisson (&lt;strong&gt;Anne Hathaway&lt;/strong&gt;) e o seu grupo de amigos &lt;em&gt;teenagers&lt;/em&gt; são brancos mas fazem tudo para parecer negros, para ter "atitude". Formam assim os PLC uma espécie de gang que se propõe apenas "curtir" a vida. No entanto, a busca incessante por novas experiências leva Alisson e as amigas a visitar os subúrbios de Los Angeles e a conhecer a verdadeira realidade dos &lt;em&gt;gangs&lt;/em&gt; e das diferenças raciais culminando numa espiral de auto-destruição. Havoc não entra por caminhos fáceis muito por mérito do argumentista &lt;strong&gt;Stephen Gaghan&lt;/strong&gt; (de &lt;strong&gt;Traffic&lt;/strong&gt; e realizador do recente &lt;strong&gt;Syriana&lt;/strong&gt;) que tenta evitar os clichés do género. Mas a grande surpresa virá, porventura, de Anne Hathaway que nos habituamos a ver no papel de princesa nos &lt;strong&gt;Diários da Princesa&lt;/strong&gt; de &lt;strong&gt;Gary Marshall&lt;/strong&gt;, e que aqui arrisca num personagem desregrado e com muito, muito carisma. Havoc não é um filme perfeito, longe disso, mas merecia melhor do que o &lt;em&gt;direct-to-video&lt;/em&gt; a que foi vetado internacionalmente. A descobrir...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-113976086895941479?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/113976086895941479/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=113976086895941479&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113976086895941479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113976086895941479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2006/02/havoc-de-barbara-kopple-2005.html' title='Havoc, de Barbara Kopple (2005)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-113872046014320585</id><published>2006-01-31T07:08:00.000-08:00</published><updated>2006-03-13T06:51:04.783-08:00</updated><title type='text'>O Careca Dourado, versão 2006</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Ainda que este blog não se faça exactamente de notícias como esta, as nomeações aos Oscar deste ano deixaram-me de tal forma bem disposto que não resisto a divulgá-las aqui, junto com uma apreciação minha acerca delas: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;ACTOR PRINCIPAL &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Philip Seymour Hoffman - CAPOTE&lt;br /&gt;Terrence Howard - HUSTLE &amp; FLOW&lt;br /&gt;Heath Ledger - BROKEBACK MOUNTAIN&lt;br /&gt;Joaquin Phoenix - WALK THE LINE&lt;br /&gt;David Strathairn - GOOD NIGHT, AND GOOD LUCK.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;ACTOR SECUNDÁRIO &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;George Clooney - SYRIANA&lt;br /&gt;Matt Dillon - CRASH&lt;br /&gt;Paul Giamatti - CINDERELLA MAN&lt;br /&gt;Jake Gyllenhaal - BROKEBACK MOUNTAIN&lt;br /&gt;William Hurt - A HISTORY OF VIOLENCE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;ACTRIZ PRINCIPAL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Judi Dench - MRS. HENDERSON PRESENTS&lt;br /&gt;Felicity Huffman - TRANSAMERICA&lt;br /&gt;Keira Knightley - PRIDE &amp;amp; PREJUDICE&lt;br /&gt;Charlize Theron - NORTH COUNTRY&lt;br /&gt;Reese Witherspoon - WALK THE LINE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;ACTRIZ SECUNDÁRIA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Amy Adams - JUNEBUG&lt;br /&gt;Catherine Keener - CAPOTE&lt;br /&gt;Frances McDormand - NORTH COUNTRY&lt;br /&gt;Rachel Weisz - THE CONSTANT GARDENER&lt;br /&gt;Michelle Williams - BROKEBACK MOUNTAIN&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;FILME DE ANIMAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;HOWL'S MOVING CASTLE&lt;br /&gt;TIM BURTON'S CORPSE BRIDE&lt;br /&gt;WALLACE &amp; GROMIT IN THE CURSE OF THE WERE-RABBIT&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;DIRECÇÃO ARTÍSTICA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;GOOD NIGHT, AND GOOD LUCK.&lt;br /&gt;HARRY POTTER AND THE GOBLET OF FIRE&lt;br /&gt;KING KONG&lt;br /&gt;MEMOIRS OF A GEISHA&lt;br /&gt;PRIDE &amp;amp; PREJUDICE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;FOTOGRAFIA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;BATMAN BEGINS&lt;br /&gt;BROKEBACK MOUNTAIN&lt;br /&gt;GOOD NIGHT, AND GOOD LUCK.&lt;br /&gt;MEMOIRS OF A GEISHA&lt;br /&gt;THE NEW WORLD&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;GUARDA-ROUPA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;CHARLIE AND THE CHOCOLATE FACTORY&lt;br /&gt;MEMOIRS OF A GEISHA&lt;br /&gt;MRS. HENDERSON PRESENTSPRIDE &amp; PREJUDICE&lt;br /&gt;WALK THE LINE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;REALIZAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;BROKEBACK MOUNTAIN&lt;br /&gt;CAPOTE&lt;br /&gt;CRASH&lt;br /&gt;GOOD NIGHT, AND GOOD LUCK.&lt;br /&gt;MUNICH&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;DOCUMENTÁRIO (LONGA-METRAGEM)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;DARWIN'S NIGHTMARE&lt;br /&gt;ENRON: THE SMARTEST GUYS IN THE ROOM&lt;br /&gt;MARCH OF THE PENGUINS&lt;br /&gt;MURDERBALL&lt;br /&gt;STREET FIGHT&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;DOCUMENTÁRIO (CURTA METRAGEM)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;THE DEATH OF KEVIN CARTER: CASUALTY OF THE BANG BANG CLUB&lt;br /&gt;GOD SLEEPS IN RWANDA&lt;br /&gt;THE MUSHROOM CLUB&lt;br /&gt;A NOTE OF TRIUMPH: THE GOLDEN AGE OF NORMAN CORWIN&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;EDIÇÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;CINDERELLA MAN&lt;br /&gt;THE CONSTANT GARDENER&lt;br /&gt;CRASH&lt;br /&gt;MUNICH&lt;br /&gt;WALK THE LINE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;FILME DE LÍNGUA NÃO INGLESA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;DON'T TELL&lt;br /&gt;JOYEUX NOèL&lt;br /&gt;PARADISE NOW&lt;br /&gt;SOPHIE SCHOLL - THE FINAL DAYS&lt;br /&gt;TSOTSI&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;CARACTERIZAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;THE CHRONICLES OF NARNIA: THE LION, THE WITCH AND THE WARDROBE&lt;br /&gt;CINDERELLA MAN&lt;br /&gt;STAR WARS: EPISODE III REVENGE OF THE SITH&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;MÚSICA (BANDA SONORA ORIGINAL)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;BROKEBACK MOUNTAIN&lt;br /&gt;THE CONSTANT GARDENER&lt;br /&gt;MEMOIRS OF A GEISHA&lt;br /&gt;MUNICH&lt;br /&gt;PRIDE &amp;amp; PREJUDICE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;MÚSICA (CANÇÃO ORIGINAL)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;"In the Deep" - CRASH&lt;br /&gt;"It's Hard Out Here for a Pimp" - HUSTLE &amp; FLOW&lt;br /&gt;"Travelin' Thru" - TRANSAMERICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;FILME&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;BROKEBACK MOUNTAIN&lt;br /&gt;CAPOTE&lt;br /&gt;CRASH&lt;br /&gt;GOOD NIGHT, AND GOOD LUCK.&lt;br /&gt;MUNICH&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;BADGERED&lt;br /&gt;THE MOON AND THE SON: AN IMAGINED CONVERSATION&lt;br /&gt;THE MYSTERIOUS GEOGRAPHIC EXPLORATIONS OF JASPER MORELLO&lt;br /&gt;9&lt;br /&gt;ONE MAN BAND&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;CURTA-METRAGEM DE IMAGEM REAL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;AUSREISSER (THE RUNAWAY)&lt;br /&gt;CASHBACK&lt;br /&gt;THE LAST FARM&lt;br /&gt;OUR TIME IS UP&lt;br /&gt;SIX SHOOTER&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;EDIÇÃO DE SOM&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;KING KONG&lt;br /&gt;MEMOIRS OF A GEISHA&lt;br /&gt;WAR OF THE WORLDS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;MISTURA DE SOM&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;THE CHRONICLES OF NARNIA: THE LION, THE WITCH AND THE WARDROBE&lt;br /&gt;KING KONG&lt;br /&gt;MEMOIRS OF A GEISHA&lt;br /&gt;WALK THE LINE&lt;br /&gt;WAR OF THE WORLDS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;EFEITOS VISUAIS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;THE CHRONICLES OF NARNIA: THE LION, THE WITCH AND THE WARDROBE&lt;br /&gt;KING KONG&lt;br /&gt;WAR OF THE WORLDS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;ARGUMENTO ADAPTADO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;BROKEBACK MOUNTAIN&lt;br /&gt;CAPOTE&lt;br /&gt;THE CONSTANT GARDENER&lt;br /&gt;A HISTORY OF VIOLENCE&lt;br /&gt;MUNICH&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;ARGUMENTO ORIGINAL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;CRASH&lt;br /&gt;GOOD NIGHT, AND GOOD LUCK.&lt;br /&gt;MATCH POINT&lt;br /&gt;THE SQUID AND THE WHALE&lt;br /&gt;SYRIANA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span class="postbody"&gt;para já, aqui fica uma primeira apreciação das nomeações aos Óscar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Em primeiro lugar, a minha vénia para a nomeação do regressado (e magnífico) &lt;strong&gt;Matt Dillon&lt;/strong&gt; que, acerta altura, parecia mesmo ter-se já convertido num has been.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) O &lt;strong&gt;Crash&lt;/strong&gt; é grande e, para minha grande surpresa, não foi esquecido das nomeações. Merece-as inteiramente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Grande surpresa as não-nomeações do &lt;strong&gt;Walk The Line&lt;/strong&gt; nas principais categorias, excepto na de Melhor Actriz e Actor. Parece-me que a &lt;strong&gt;Reese Witherspoon&lt;/strong&gt; levará o Oscar, não apenas pela sua magnífica interpretação, mas também para compensar a falta de nomeações de James Mangold e do filme em si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) &lt;strong&gt;Capote&lt;/strong&gt; é muito bom, mas admira-me, sinceramente, um filme deste género merecer tanta atenção por parte da Academia. Aliás, os Oscars deste ano fazem-me muito lembrar determinados festivais de cinema independentes e não uma máquina ao serviço de Hollywood.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) Goste-se ou não de &lt;strong&gt;Spielberg&lt;/strong&gt;, e eu gosto muito, ele lá está, com o seu &lt;strong&gt;Munich&lt;/strong&gt;. Sejamos sinceros, as nomeações são merecidas mas pergunto-me porquer tardam tanto em dar a devida atenção a um dos melhores actores da sua geração: &lt;strong&gt;Eric Bana&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) &lt;strong&gt;George Clooney&lt;/strong&gt; concorre em três (três!!!!) categorias diferentes - a saber, Actor Secundário em &lt;strong&gt;Syriana&lt;/strong&gt;, Argumento Original e Realização por &lt;strong&gt;Good Night, and Good Luck&lt;/strong&gt;. Rendam-se, definitivamente, àquele que é um dos astros maiores em Hollywood.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7) &lt;strong&gt;Brokeback Mountain&lt;/strong&gt; tem 8 nomeações e merece-as a todas. O filme é muito bom e tanto &lt;strong&gt;Ang Lee&lt;/strong&gt; como os actores são brilhantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8) &lt;strong&gt;Felicity Huffman&lt;/strong&gt; lá está, nomeada pelo "seu" &lt;em&gt;Transamérica&lt;/em&gt;. Se vencer será muito justo, mas será que o filme chegará a Portugal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9)&lt;strong&gt; Keira Knightley&lt;/strong&gt; erradia alegria e personalidade na sua actuação em &lt;strong&gt;Pride &amp;amp; Prejudice&lt;/strong&gt; elevando um projecto aparentemente banal à categoria de &lt;em&gt;guity pleasure&lt;/em&gt; do ano. A sua nomeação foi uma surpresa que caíu muito bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10) The &lt;strong&gt;Constant Gardener&lt;/strong&gt; teve algumas nomeações mas, tendo em conta que é um dos grande filmes do an oi, merecia mais. Onde estão &lt;strong&gt;Ralph Fiennes&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Fernando Meirelles&lt;/strong&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11) &lt;strong&gt;Catherine Keener&lt;/strong&gt; é brilhante e começa a receber a atenção que há muito lhe é devida. &lt;strong&gt;Capote&lt;/strong&gt; trouxe justiça a uma das raínhas do cinema independente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12) Embora muita gente discorde da minha opinião, considero que &lt;strong&gt;Jarhead&lt;/strong&gt; merecia um pouco mais de atenção por parte da Academia, tal como &lt;strong&gt;Lard of War&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;Nicolas Cage&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Jake Gyllenhaal&lt;/strong&gt; mereciam mais do que tiveram, ainda que o último tenha sido nomeado como Actor Secundário em Brokeback Mountain.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13) &lt;strong&gt;Paul Haggis&lt;/strong&gt; redimiu-se definitivamente por ter criado, em tempos idos, uma coisa chamada Walker, the Texas Ranger. Caso a premiação pelo argumento do bom &lt;strong&gt;Million Dollar Baby&lt;/strong&gt; no ano passado não tenha chegado, a sua nomeação como Realizador e Argumentista por Crash acabam com qualquer dúvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14) Alguém tem sempre de ficar de fora mas tenho pena por Matchpoint e A History of Violence que me parecem filmes de eleição. As suas nomeações em categorias menores sabem a pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15) Uma última referência para &lt;strong&gt;John Williams&lt;/strong&gt; que junta à sua interminável lista de nomeações as de Munich e de &lt;strong&gt;Memois of a Geisha&lt;/strong&gt;. Ah, grande homem...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-113872046014320585?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/113872046014320585/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=113872046014320585&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113872046014320585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113872046014320585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2006/01/o-careca-dourado-verso-2006.html' title='O Careca Dourado, versão 2006'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-113837441004187045</id><published>2006-01-27T06:23:00.000-08:00</published><updated>2006-01-28T07:22:25.950-08:00</updated><title type='text'>The Public Eye (O Repórter Indiscreto), de Howard Franklin (1992)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/1600/publiceye.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/320/publiceye.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Joe Pesci&lt;/strong&gt; habituou-nos, durante quase toda a sua carreira, a um nível de qualidade de que poucos actores se podem orgulhar. Filmes como &lt;strong&gt;My Cousin Vinnie&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Jimmy Hollywood&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Casino&lt;/strong&gt; e o seminal &lt;strong&gt;Goodfellas&lt;/strong&gt; fizeram dele um rosto marcante e com direito a que o seu nome esteja escrito a letras de ouro na História do Cinema. Ainda assim, um dos seus maiores momentos foi a criação de Leon Bernstein, o fotógrafo omnipresente, sensacionalista e insensível que um dia se apaixona por uma das intervenientes num caso que acompanha e a polícia investiga (a femme-fatale Barbara Hershey). Tudo nesta obra do argumentista-ocasionalmente-realizador&lt;strong&gt; Howard Franklin&lt;/strong&gt; é belo, desde a fotografia aos diálogos, passando pela composição das personagens e terminando no argumento também obra de Franklin. Nada é o que parece neste filme noir que apenas peca por obedecer em demasia às regras deste tipo de cinema, e talvez por isso se torne por vezes previsível. Ainda assim, são duas horinhas que em nada envergonhariam um &lt;strong&gt;Raoul Walsh&lt;/strong&gt; ou um &lt;strong&gt;Howard Hawks&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-113837441004187045?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/113837441004187045/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=113837441004187045&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113837441004187045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113837441004187045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2006/01/public-eye-o-reprter-indiscreto-de.html' title='The Public Eye (O Repórter Indiscreto), de Howard Franklin (1992)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-113829598542780796</id><published>2006-01-26T08:57:00.000-08:00</published><updated>2006-01-27T06:18:47.206-08:00</updated><title type='text'>Hype!, de Doug Pray (1996)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/1600/hype!.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/320/hype%21.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Tendo vivido o fenómeno grunge mais durante a sua decadência do que propriamente no seu auge, venho hoje recomendar-vos um magnífico documentário chamado &lt;strong&gt;Hype!&lt;/strong&gt;, que o realizador &lt;strong&gt;Doug Pray&lt;/strong&gt; escolheu fazer para começar a sua carreira. É sobre grunge, sobre Seattle, sobre a vida naquela cidade no pré, durante e no pós-grunge. Quem não for apreciador de música ou do fenómeno em particular provavelmente não lhe achará grande piada. Mas os restantes que se cheguem, pois aqui está um filme muito recomendável. Nota-se que Pray faz aqui um &lt;em&gt;labour of love&lt;/em&gt;. Tudo aqui é tratado com carinho e algum gozo mesmo que, aqui e ali se note um tratamento demasiado light de uma época que não foi perfeita. Mas está quase tudo lá, entrevistas com os protagonistas, imagens inéditas e conclusões muito verdadeiras (ainda que por vezes dolorosas) acerca de um tempo que foi intenso mas esteve longe de ser perfeito. Ou talvez não... Talvez a maior (única?) fraqueza deste documentário resida no facto de ter sido feito ainda com as lembranças demasiado frescas mas, se isso o torna inevitavelmente menos incisivo, também o torna mais apaixonado. Não se pode ter tudo e, já agora, do mal o menos!!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-113829598542780796?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/113829598542780796/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=113829598542780796&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113829598542780796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113829598542780796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2006/01/hype-de-doug-pray-1996.html' title='Hype!, de Doug Pray (1996)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-113829388063371009</id><published>2006-01-26T08:10:00.000-08:00</published><updated>2006-01-27T06:20:44.430-08:00</updated><title type='text'>Chris Penn - A morte aos 40 anos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/1600/chris_penn.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/320/chris_penn.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;É uma daquelas notícias que me deixa realmente triste. &lt;strong&gt;Chris Penn&lt;/strong&gt;, actor de 40 anos, irmão do também actor &lt;strong&gt;Sean Penn&lt;/strong&gt;, faleceu esta terça-feira, dia 24, na sua casa em Santa Mónica na Califórnia. Não vou cair no lugar-comum de desatar aqui a chorar (ele até merecia), mas espero que os mais desatentos percebam que estavamos na presença de um grande actor a que nem sempre foram dadas as merecidas oportunidades. A última vez que o vi foi no sofrível &lt;strong&gt;Shelter Island&lt;/strong&gt;, filme no qual nem a talentosa (e também sub-aproveitada) &lt;strong&gt;Ally Sheedy&lt;/strong&gt; se safava, mas recordá-lo-ei sempre em filmes maravilhosos que marcaram uma época como &lt;strong&gt;Footloose&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Rumble Fish&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;At Close Range&lt;/strong&gt;, e já mais recentemente, no grande &lt;strong&gt;Reservoir Dogs&lt;/strong&gt; de &lt;strong&gt;Quentin Tarantino&lt;/strong&gt;, no &lt;strong&gt;Short Cuts&lt;/strong&gt; de &lt;strong&gt;Robert Altman&lt;/strong&gt; ou no &lt;strong&gt;The Funeral&lt;/strong&gt; de &lt;strong&gt;Abel Ferrara&lt;/strong&gt;. Agora que penso bem, e para quem tinha só 40 anos e não era uma estrela de primeira linha,tenho de convir que Chris Penn ainda se safou muito bem. Vou ter imensas saudades dele...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-113829388063371009?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/113829388063371009/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=113829388063371009&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113829388063371009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113829388063371009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2006/01/chris-penn-morte-aos-40-anos.html' title='Chris Penn - A morte aos 40 anos'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-113810506346663080</id><published>2006-01-24T03:55:00.000-08:00</published><updated>2006-01-25T09:30:07.706-08:00</updated><title type='text'>U-Turn (Sem Retorno), de Oliver Stone (1997)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/1600/t00787giuoi.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/320/t00787giuoi.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os gostos serão sempre discutíveis e, talvez por isso, venha aqui fazer referência a um espécime ao qual talvez não tenha sido dado o devido valor por alturas da sua estreia no cinema. Falo-vos de &lt;strong&gt;U-Turn&lt;/strong&gt;, o OVNI que &lt;strong&gt;Oliver Stone&lt;/strong&gt; realizou em 1997. &lt;strong&gt;Sean Penn&lt;/strong&gt; encarna Bobby Cooper, um desgraçado que deve dinheiro a alguém bem mais poderoso do que ele. Os problemas surgem quando se encaminha e fica detido numa cidade perdida no meio do deserto, chamada Superior, cujos habitantes são tudo menos pessoas normais. Entendem-se facilmente as razões pelas quais este filme não foi bem recebido, apesar de um elenco de estrelas que inclui o referido Sean Penn, &lt;strong&gt;Nick Nolte&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Jennifer Lopez&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Billy Bob Thornton&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Joaquin Phoenix&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Claire Danes&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Powers Boothe&lt;/strong&gt;: Stone filma de forma muito estilizada e dá primazia aos diálogos em deterimento do mainstream a que estamos habituados. Nem sempre é fácil ver este U-Turn (e nem sempre pelas melhores razões), mas não se pode negar que é uma delícia e uma pérola que deve ser descoberta.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-113810506346663080?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/113810506346663080/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=113810506346663080&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113810506346663080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113810506346663080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2006/01/u-turn-sem-retorno-de-oliver-stone.html' title='U-Turn (Sem Retorno), de Oliver Stone (1997)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-113810334619111699</id><published>2006-01-24T03:42:00.000-08:00</published><updated>2006-01-25T09:36:39.786-08:00</updated><title type='text'>Colecção de DVDs Fantasporto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Amigos menos atentos, atenção ao jornal &lt;em&gt;Público&lt;/em&gt; das sextas-feiras: é que agora, além de trazer o excelente Y, traz também uma colecção de filmes que passaram ao logo dos anos pelo &lt;strong&gt;Fantasporto&lt;/strong&gt;, por apenas mais 8,90€. Para quem, como eu aprecia "aquele" outro cinema, é uma oportunidade a não perder, principalmente porque são filmes aos quais é bastante difícil deitar a mão. Não os deixem fugir!!!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-113810334619111699?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/113810334619111699/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=113810334619111699&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113810334619111699'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113810334619111699'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2006/01/coleco-de-dvds-fantasporto.html' title='Colecção de DVDs Fantasporto'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-113742414329883095</id><published>2006-01-16T06:37:00.000-08:00</published><updated>2006-01-17T06:29:57.853-08:00</updated><title type='text'>Radio Flyer (A Força da Ilusão), de Richard Donner (1992)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/1600/radio_flyer.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/320/radio_flyer.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Richard Donner&lt;/strong&gt; sempre foi um um realizador a ter em conta no panorama do cinema made in USA, mais não seja porque teve sempre presente, na sua obra, uma noção de espectáculo e entretenimento que não raramente nos trouxe gratas surpresas. No entanto, e no meio de uma carreira preenchida com títulos como &lt;strong&gt;Superman&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Lethal Weapon&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Maverick&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Assassins&lt;/strong&gt; ou &lt;strong&gt;The Omen&lt;/strong&gt;, houve um pequeno filme que, embora incompreendido por crítica e público, revelou uma face mais negra de Donner. Falamos de &lt;strong&gt;Radio Flyer&lt;/strong&gt;, a sensível história de dois irmãos cuja violência sofrida por parte do padrasto, os vai levar a embarcar embarcar no Radio Flyer do título, uma espécie de trenó que permitirá superar as suas angústias. Donner dirige com a sensibilidade e o dinamismo necessários uma história nem sempre simples e que facilmente poderia descambar num dramalhão para fazer chorar as pedras da calçada. &lt;strong&gt;Elijah Wood&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Joseph Mazzello&lt;/strong&gt; são brilhantes na composição dos irmãos Mike e Bobby, e &lt;strong&gt;Tom Hanks&lt;/strong&gt; faz um &lt;em&gt;cameo&lt;/em&gt; como o personagem de Elijah Wood em adulto, sendo, ao mesmo tempo, o narrador da história. Radio Flyer não é um clássico mas será sempre um filme especial. Quem sabe se não é descoberto um dia destes... A minha parte fica feita!!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-113742414329883095?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/113742414329883095/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=113742414329883095&amp;isPopup=true' title='5 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113742414329883095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113742414329883095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2006/01/radio-flyer-fora-da-iluso-de-richard.html' title='Radio Flyer (A Força da Ilusão), de Richard Donner (1992)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-113680656896327178</id><published>2006-01-09T03:15:00.000-08:00</published><updated>2006-01-09T03:39:42.366-08:00</updated><title type='text'>Cineastas "Perdidos" - Rob Reiner</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/1600/th-1204C.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/320/th-1204C.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por falar em &lt;strong&gt;Rob Reiner&lt;/strong&gt;, as últimas notícias vindas do outro lado do Atlântico dão-me conta de que o seu novo filme, &lt;strong&gt;Rumor Has It...&lt;/strong&gt;, com &lt;strong&gt;Jennifer Aniston&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Kevin Costner&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Shirley MacLaine&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Mark Ruffalo&lt;/strong&gt; deixa muito a desejar, o que me vem lembrar que as últimas experiências deste outrora tão interessante realizador têm sido verdadeiramente decepcionantes. Revejamos, em traços largos, a sua filmografia: a década de 80 é brilhante e traz-nos pérolas como &lt;strong&gt;This Is Spinal Tap &lt;/strong&gt;(uma referência incontornável), &lt;strong&gt;The Sure Thing&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Stand By Me&lt;/strong&gt; (clássicos dos teen movies), o brilhante &lt;strong&gt;When Harry Met Sally... &lt;/strong&gt;e termina com o curioso e subversivo &lt;strong&gt;Misery&lt;/strong&gt; que, curiosamente, se viria a tornar, pelo menos até agora, no seu último grande filme. A década seguinte ainda trouxe algumas coisas interessantes como &lt;strong&gt;The American President,&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Ghosts of Mississipi &lt;/strong&gt;e, em menor grau, &lt;strong&gt;A Few Good Men&lt;/strong&gt;, mas, para além de não atingirem o nível e a classe da sua obra da década anterior, ainda forma intercaladas com outros filmes já bastante desinteressantes. Esperava-se, por isso, com grande curiosidade, por uma nova década para perceber que caminho Reiner tomaria a seguir. Infelizmente, nada de bom augurava o futuro. &lt;strong&gt;Alex &amp;amp; Emma&lt;/strong&gt; era fraquinho e este Rumor Has It... parece ir pelo mesmo caminho (claro que darei o braço a torcer caso se verifique o contrário) pelo que se espera urgentemente por novidades agradáveis de alguém que nos traz tão boas recordações cinéfilas. Será com o próximo &lt;strong&gt;Whiskey River&lt;/strong&gt;?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-113680656896327178?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/113680656896327178/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=113680656896327178&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113680656896327178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113680656896327178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2006/01/cineastas-perdidos-rob-reiner.html' title='Cineastas &quot;Perdidos&quot; - Rob Reiner'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-113680473937676540</id><published>2006-01-09T02:45:00.000-08:00</published><updated>2006-01-09T03:40:27.633-08:00</updated><title type='text'>Mean Creek (Uma Pequena Vingança), de Jacob Aaron Estes (2004)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/1600/68m.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/320/68m.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O que fazer quando uma brincadeira toma dimensões trágicas? E como viver com as consequências dela? Estas são apenas algumas das questões deixadas por &lt;strong&gt;Jacob Aaron Estes&lt;/strong&gt; neste brilhante &lt;strong&gt;Mean Creek&lt;/strong&gt; que há poucos dias descobri num videoclube. Mean Creek é a história de um grupo de amigos que decide vingar-se de um outro rapaz de quem sofriam constantes agressões. Para isso, fazem-se passar por seus amigos e levam-no a um passeio de barco que não correrá da forma esperada. Contar algo mais seria estragar a (grande) surpresa que é esta primeira longa-metragem de Estes, um prodígio de 90 minutos que não só nos envolve na história como nos faz sentir o que os persongens do filme sentem. Do elenco nem vale a pena falar já que até os Independent Spirit Awards decidiram atribuir um prémio especial ao cast do filme. Mas o que ainda acaba por surpreender mais é que um filme tão premiado e com tanto potencial comercial tenha escapado mais uma vez ao olhar dos portugueses entretidos com "coisas" como &lt;strong&gt;O Nevoeiro&lt;/strong&gt; e afins... Este Mean Creek é a versão &lt;em&gt;hard&lt;/em&gt; do &lt;strong&gt;Stand By Me&lt;/strong&gt; de &lt;strong&gt;Rob Reiner&lt;/strong&gt;. Uma mui grata experiência!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-113680473937676540?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/113680473937676540/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=113680473937676540&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113680473937676540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113680473937676540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2006/01/mean-creek-uma-pequena-vingana-de.html' title='Mean Creek (Uma Pequena Vingança), de Jacob Aaron Estes (2004)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-113585609114705740</id><published>2005-12-29T03:16:00.000-08:00</published><updated>2006-01-09T03:11:50.813-08:00</updated><title type='text'>Pirataria: um mal reinante!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Como habitual frequentador de Feiras e outros locais equivalentes, tenho tido a oportunidade de acompanhar de perto o estranho (ou não...) fenómeno que leva as pessoas a comprar DVD's de qualidade duvidosa em quantidades absolutamente descomunais. Devo reconhecer que me assusta um pouco ver filmes em alguns casos que ainda cá não estrearam (e nem vão estrear) nas bancas das feiras, e ainda me assusta mais ver as pessoas a comprá-los assim só porque quem os vende diz que "ainda não estreou no cinema". Sim, porque depois de uma observação cuidada a uma meia-dúzia de bancas percebi que quase toda a gente vai em busca do filme recente e quase ninguém procura um outo tipo de cinema. Para citar apenas um caso, ainda na semana passada, não passava das 10h30 da manhã e alguém perguntava à vendedora se tinha "&lt;strong&gt;O Nevoeiro&lt;/strong&gt;", deprimente filme de Ruppert Wainwright que tive o desprazer e a infelicidade de ver ontem. A resposta pronta: "Trouxe 18 e já acabaram há meia hora.". Se as pessoas conhecessem o original de 1980 e, por causa disso, procurassem este remake era uma coisa. Mas algo me diz que nada tem a ver com isso. Parece-me antes que há uma vontade sôfrega por consumir os últimos exitos fabricados em Hollywood sem qualquer critério. Interessa é dizer ao amigo: "Já vi em casa todos os filmes que estão no cinema." Isto deixa-me triste. E mais triste ainda me deixa o facto de ver algumas bancas com filmes apenas alternativos - os que não vendem - muito, mas mesmo muito mais baratos, e as pessoas nem lhes tocam. Não imaginam a quantidade de raridades que já lá descobri. Pois é, pois é, todos temops os nossos "pecaditos". Mas como diria um dia alguém que muito admiro, "a raridade do filme em questão justifica a pirataria...". Be nice...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-113585609114705740?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/113585609114705740/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=113585609114705740&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113585609114705740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113585609114705740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2005/12/pirataria-um-mal-reinante.html' title='Pirataria: um mal reinante!'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-113432038860102163</id><published>2005-12-11T08:57:00.000-08:00</published><updated>2005-12-11T08:59:48.603-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/1600/70m.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/320/70m.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-113432038860102163?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/113432038860102163/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=113432038860102163&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113432038860102163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113432038860102163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2005/12/blog-post_11.html' title=''/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-113432016427316081</id><published>2005-12-11T08:27:00.000-08:00</published><updated>2005-12-11T08:56:04.300-08:00</updated><title type='text'>Chances Are (Como o Céu Se Enganou), de Emile Ardolino (1989)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Chances Are&lt;/strong&gt; é uma daquelas originais comédias românticas que é, sobretudo, aquilo que a maioria das comédias românticas não são hoje: originais. Louie (&lt;strong&gt;Christopher McDonald&lt;/strong&gt;) e Connie (&lt;strong&gt;Cybill Shepherd&lt;/strong&gt;) fazem um casal feliz até que ele é atropleado e morre no dia do primeiro aniversário do casamento, deixando Connie grávida de Miranda (&lt;strong&gt;Mary Stuart Masterson&lt;/strong&gt;). Connie nunca consegue totalmente superar a tragédia até que, 20 anos depois, Loiue reencarna em Alex (&lt;strong&gt;Robert Downey Jr.&lt;/strong&gt;), um estudante que, através de Miranda, vai rever Connie e Philip (um grande, enorme &lt;strong&gt;Ryan O'Neal&lt;/strong&gt;), o seu melhor amigo na vida passada. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tudo neste filme de &lt;strong&gt;Emile Ardolino&lt;/strong&gt; é pura magia, desde as interpretações de todo o elenco até aos momentos mais tocantes ou hilariantes. Mas o maior de todos os destaques tem de ser dado ao argumento de &lt;strong&gt;Perry  Howze&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Randy Howze&lt;/strong&gt; (curiosamente, nunca mais escreveram um filme!) que parte de uma premissa original e nunca se perde em trivialidades desnecessárias, tirando o máximo partido do talento de todos os envolvidos. A não perder. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-113432016427316081?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/113432016427316081/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=113432016427316081&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113432016427316081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113432016427316081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2005/12/chances-are-como-o-cu-se-enganou-de.html' title='Chances Are (Como o Céu Se Enganou), de Emile Ardolino (1989)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-113412780666118158</id><published>2005-12-09T03:10:00.000-08:00</published><updated>2005-12-11T09:01:50.516-08:00</updated><title type='text'>Brad Renfro - mais um "has been"?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/1600/renfro.gif"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/320/renfro.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O visionamento recente de &lt;strong&gt;Apt Pupil&lt;/strong&gt; de que vos falei anteriormente, leva-me agora a pensar &lt;em&gt;mas o que será feito do &lt;strong&gt;Brad Renfro&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;? A verdade é que o actor de 23 anos foi, em tempos, um dos mais promissores actores infanto-juvenis provenientes de Hollywood. Estreou-se em &lt;strong&gt;The Client &lt;/strong&gt;(O Cliente, de Joel Schumacher) fazendo-se acompanhar por gente do calibre de &lt;strong&gt;Susan Sarandon &lt;/strong&gt;e &lt;strong&gt;Tommy Lee Jones&lt;/strong&gt;, e depois ainda mereceu digno destaque em filmes como &lt;strong&gt;The Cure &lt;/strong&gt;(Laços de Amizade, de Peter Horton), &lt;strong&gt;Sleepers &lt;/strong&gt;(Sentimento de Revolta, de Barry Levinson), &lt;strong&gt;Bully &lt;/strong&gt;(Estranhas Amizades, de Larry Clark) e fez um pequeno papel no brilhante &lt;strong&gt;Ghost World&lt;/strong&gt; (de Terry Zwigoff) em 2001. No entanto, as "borbulhas" têm deixado a sua marca neste jovem actor que se deixou enredar em situações menos agradáveis e das drogas aos problemas com a polícia foi apenas um passo. De há uns anos para cá, embora nunca tenha estado inactivo, a qualidade da generalidade dos seus filmes tem decaído. Há quem lhe vaticine um destino como actor de filmes de série B (Z???) à semelhança de um &lt;strong&gt;Christian Slater&lt;/strong&gt; ou um &lt;strong&gt;Stephen Dorff&lt;/strong&gt; mas a verdade é que Brad Renfro ainda é muito jovem e pode ter uma longa e bela carreira pela frente. Conseguirá?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-113412780666118158?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/113412780666118158/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=113412780666118158&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113412780666118158'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113412780666118158'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2005/12/brad-renfro-mais-um-has-been.html' title='Brad Renfro - mais um &quot;has been&quot;?'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-113412587171586373</id><published>2005-12-09T02:56:00.000-08:00</published><updated>2005-12-09T02:57:51.716-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/1600/aptpupil.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/858/1957/320/aptpupil.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-113412587171586373?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/113412587171586373/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=113412587171586373&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113412587171586373'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113412587171586373'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2005/12/blog-post.html' title=''/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-113412575366257766</id><published>2005-12-09T01:58:00.000-08:00</published><updated>2005-12-09T02:55:53.670-08:00</updated><title type='text'>Apt Pupil (Sob Chantagem), de Bryan Singer (1998)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Em 1998, na ressaca do sucesso de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Usual Suspects &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;(Os Suspeitos do Costume), Bryan Singer optou pelo caminho menos óbvio. Ao invés de optar por um "grande" filme que lhe pudesse consolidar uma prometedora carreira, este Nova-Yorquino agora com 40 anos, decidiu-se por um projecto muito pessoal, uma adaptação de "Apt Pupil", uma obra literária de Stephen King, que contava a história de um adolescente (um promissor &lt;strong&gt;Brad Renfro&lt;/strong&gt;) fascinado pelo tema da 2ª Guerra Mundial que descobre que tem como vizinho um velho criminoso de guerra nazi (&lt;strong&gt;Ian Mckellen&lt;/strong&gt;) e passa a chatageá-lo como forma de obterinformação mais detalhada sobre o Holocausto. A premissa o filme já é, por si só, bastante negra. No entanto, Singer sabe conduzir a história de forma segura e sombria imprimindo-lhe o ritmo certo e que vai, gradualmente, inquietando o espectador até chegar ao climax final. Não há, neste filme, cedências desnecessárias ao mainstream mais corriqueiro. Tudo aqui é suspeito. Quem é o bom e quem é o mau? Até hoje estou a tentar percebê-lo. Mas talvez esse seja o maior mérito (e a principal razão pela qual este filme fracassou nas bilheteiras mundiais) do argumento de Brandon Boyce e, em última instância, do livro de King: aqui não há personagens simples mas emoções complexas que explicam a face negra que todos temos e que pode revelar-se quando menos se espera. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-113412575366257766?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/113412575366257766/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=113412575366257766&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113412575366257766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113412575366257766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2005/12/apt-pupil-sob-chantagem-de-bryan.html' title='Apt Pupil (Sob Chantagem), de Bryan Singer (1998)'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19715668.post-113412216310834124</id><published>2005-12-09T01:45:00.000-08:00</published><updated>2005-12-09T01:56:03.116-08:00</updated><title type='text'>Olá!!!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Caros amigos cinéfilos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Durante muito tempo, e apesar de múltiplos incentivos, hesitei em criar um blog sobre cinema. Hoje em dia toda a gente tem um blog e, felizmente, a 7ª arte tem sido abundantee variadamente abordada no ciber-espaço. No entanto, e depois de uma aprofundada pesquisa, cheguei à conclusão de que faltava informação sobre filmes que, de uma forma ou de outra, o tempo (ou as pessoas) se encarregou de fazer esquecer, sendo que os &lt;em&gt;blockbusters&lt;/em&gt; dominavam (e dominam) a blogosfera em geral. Assim como eu, há muita gente que procura um outro tipo de cinema que, embora muitas vezes esquecido, merece, na minha opinião, algum destaque. É a estes cinéfilos em especial, e a todos aqueles que gostam de filmes em geral, que me dirijo a partir de hoje.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19715668-113412216310834124?l=filmesesquecidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/feeds/113412216310834124/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19715668&amp;postID=113412216310834124&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113412216310834124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19715668/posts/default/113412216310834124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filmesesquecidos.blogspot.com/2005/12/ol.html' title='Olá!!!'/><author><name>Nuno Pedro Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06706912697114071119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
